Carta da Petrobras ao jornal O Tempo

23 de junho de 2009 / 19:59 Respostas à Imprensa Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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Em relação ao texto de Vittorio Medioli, publicado ontem (23.06), a Petrobras ressalta que segue critérios de eficiência, eficácia e transparência administrativa e responde por estratégias e metas definidas em seu Plano de Negócios. O crescimento do valor de mercado da Petrobras, que, em 2003, era de US$ 15 bilhões e hoje é de US$ 180 bilhões; o crescimento de sua produção (1,6 milhões de barris de óleo equivalente por dia em 2001 para 2,4 milhões em 2008) e a descoberta de grandes reservatórios na camada pré-sal são exemplos de resultados do enfoque empresarial com que atua sua diretoria e do profissionalismo de sua força de trabalho.

A Petrobras reitera que reconhece a CPI como um instrumento legítimo do Legislativo, desde que a Comissão tenha fato determinado para investigar. A Companhia já é intensamente fiscalizada por auditorias internas e externas, Tribunal de Contas da União, Controladoria Geral da União, Comissão de Valores Mobiliários e U.S. Securities and Exchange Commission, dos EUA, tendo seus balanços aprovados em todas as instâncias. Mesmo assim, não tem se furtado a prestar todos os esclarecimentos à opinião pública.

O presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, foi indicado pelo Conselho de Administração da empresa por conta de sua experiência no setor, notadamente como Ministro do Desenvolvimento Agrário, no desenvolvimento do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel e do Selo Combustível Social. Além disso, Miguel Rossetto ingressou na Companhia como técnico em 1984, por meio de concurso público.

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