Cine Fest Petrobras em Nova York

2 de agosto de 2009 / 10:27 Informes Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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cine fest petrobras brasil 2Pelo sétimo ano consecutivo, a Petrobras patrocinará o Cine Fest Petrobras Brasil. O festival, que começa hoje e vai até o próximo dia 7 de agosto, em Nova York, deverá reunir este ano mais de 20 mil pessoas em torno do cinema brasileiro. Nesta edição, serão exibidos 15 filmes nacionais durante os seis dias da mostra competitiva, que será aberta com a apresentação do longa Se Eu Fosse Você 2, de Daniel Filho, seguida de um show da cantora Silvia Machete, em pleno Central Park.

Maior patrocinadora de cultura no Brasil, a Petrobras visa estimular a formação de novas platéias e dar visibilidade à cultura brasileira. Neste festival, que há três anos passou a usar a marca da Companhia em seu nome, a oportunidade é de fortalecer a imagem da Petrobras e estreitar o relacionamento com seu público internacional. O Cine Fest Petrobras Brasil faz parte do calendário cultural da cidade, com o apoio do governo norte-americano.

O festival

Prossegue por mais cinco dias de filmes brasileiros no Tribeca Cinemas, onde serão exibidos 15 longas, 13 deles em competição. No dia 7, o público elege o melhor filme de 2009, premiado com o troféu Lente de Cristal. Além de sucessos como Divã, Romance e Loki – Arnaldo Baptista, o festival apresenta filmes ainda inéditos em circuito no Brasil, como Coração Vagabundo, de Fernando Grostein Andrade, documentário sobre a última turnê do cantor Caetano Veloso, e Hotxuá, de Letícia Sabatella e Gringo Cardia, sobre a tribo indígena Krahô. Em função de uma parceria fechada entre a Inffinito, promotora do evento, e a distribuidora americana Maya Entertainement, o filme vencedor entrará automaticamente em circuito comercial nos Estados Unidos.

Presente em 29 países de quatro continentes, além de contar com o apoio de escritórios em Houston, Nova Iorque, Londres, Tóquio, Cingapura e China, a Petrobras ocupa hoje a oitava posição entre as maiores empresas globais, de acordo com valor de suas ações, segundo levantamento da consultoria Ernst & Young.

A Petrobras nos Estados Unidos

petrobrasnomundo_mapeuaA Petrobras atua em exploração e produção nos Estados Unidos desde 1987, quando adquiriu participações em blocos no setor americano do Golfo do México. Até 2013, a Companhia pretende investir US$15,9 bilhões no exterior, sendo 79% destinados à atividade de Exploração & Produção (E&P). Os Estados Unidos receberão o maior volume de recursos (US$4,45 bilhões ou 28% do total investido fora do Brasil).

Atualmente a Companhia possui concessões exploratórias de petróleo e gás em 277 blocos na costa americana do Golfo do México. Desse total, atua como operadora em 161 blocos, a maioria em fase de exploração.

Em fevereiro de 2007, a Petrobras iniciou a produção do campo Cottonwood, na parte norte-americana do Golfo do México. Cottonwood é o primeiro campo em águas profundas (670 metros de profundidade) desenvolvido e colocado em produção pela Petrobras, como operadora, no exterior.

A Petrobras também é operadora dos campos de Cascade e Chinook, localizados em águas ultraprofundas, no Quadrante Walker Ridge. O projeto contempla a aplicação de tecnologias novas no Golfo do México, como a utilização de uma plataforma do tipo FPSO (Floating, Production, Storage and Offloading), transporte de óleo através de navios aliviadores (shuttle tankers), risers híbridos autossustentáveis e bombeio multifásico submarino. O FPSO será instalado em profundidade de água de 2.500 metros, que será o novo recorde mundial, com previsão de entrada em produção em meados de 2010.

A Companhia tem ainda participações nas importantes descobertas de Saint Malo e Stones, ora em fase de início de desenvolvimento, que são operadas pela Chevron e pela Shell, respectivamente.

Na área de refino, a Petrobras possui 50 % da Refinaria de Pasadena, no Texas, e está em fase de negociações para aquisição da participação de 50% da Transcor Astra Group (Astra). Com isso, a Petrobras, através da Petrobras America e suas afiliadas, passará a deter 100% PRSI, que controla a refinaria de Pasadena no Texas e PRSI Trading, empresa constituída para adquirir matéria-prima, incluindo petróleo bruto para processamento, e para comercializar a produção de derivados da refinaria.

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