Colunista, matéria e colaborador equivocados

18 de agosto de 2009 / 20:41 Esclarecimentos Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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jornais2Em relação à nota “Preço da gasolina infla lucro da Petrobras”, da coluna Mercado Aberto, publicada hoje (18/08), na Folha de São Paulo a Petrobras esclarece que:

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Não é verdade que a estatal “não reduziu os preços da gasolina e do diesel”. Em junho de 2009 houve redução nos preços desses derivados nas refinarias. A gasolina teve redução de 4,5% e o diesel, de 15%. Os preços da gasolina e do diesel sobre os quais incide a redução anunciada não incluíam os tributos federais Cide e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS.

Essa redução de preços foi definida pela Companhia, levando em consideração os preços dos derivados vigentes no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo, e estão alinhados com as premissas definidas no Plano Estratégico da Petrobras.

Esta política de preços se mostrou acertada, ao longo do tempo, proporcionando resultados estáveis, fluxo de caixa estável e preços também estáveis para o consumidor brasileiro. Segundo o diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Almir Guilherme Barbassa, a Petrobras não aumentou o preço quando o petróleo chegou a US$ 145. “Isto porque temos que olhar para o nosso maior mercado, que é o interno, com mais de dois milhões de barris diários. Qual a companhia que tem um mercado deste tamanho?”, afirmou Barbassa.

Ele lembrou ainda “que o programa de investimentos da Petrobras é de longo prazo, e tem de ser sustentado por uma política de preços estáveis. Como poderíamos manter um programa como o nosso, com investimentos de R$ 5 bilhões por mês, enquanto o petróleo sobe ou cai radicalmente? Esta política nos permitiu aumentar os investimentos no primeiro semestre de 2009 em mais de 50%, em relação ao mesmo período no ano passado, chegando a R$ 32,5 bilhões.”

Carta ao Correio Braziliense

Sobre a matéria “A estratégia da intimidação”, a Petrobras reitera os esclarecimentos publicados hoje, no próprio Correio. A empresa não realizou nenhuma “manobra tributária”.Também não ocorreu baixa no recolhimento de impostos pela empresa. O valor líquido de tributos federais compensados foi de R$ 1,14 bilhão, não R$ 4,3 bilhões como publicado. A opção da Petrobras pelo regime tributário de caixa é um procedimento legal, feito por outras empresas, como já foi informado pela própria Receita Federal. Como o próprio jornal reconheceu ontem, na seção “Erramos,” a Petrobras não foi multada pela Receita Federal pela mudança do regime contábil.

Carta ao Jornal O Globo

O artigo “Controle público”, do diretor do Instituto de Cultura e Cidadania A Voz do Cidadão, Jorge Maranhão, publicado (18/08) neste jornal, afirma que a Petrobras foi multada pela Receita Federal. A Petrobras, mais uma vez, informa que não houve multa. A própria Receita Federal já declarou que a Companhia não foi notificada ou multada. O próprio jornal O Globo, primeiro a veicular esta notícia, já emitiu nota admitindo o erro.

Quanto ao trecho do artigo “se questiona a transparência e licitude dos atos e contratos da Petrobras”, a Companhia ressalta que se norteia por princípios de transparência e tem respondido a todos os questionamentos dos órgãos fiscalizadores, imprensa e parlamentares. Além disso, é intensamente fiscalizada por auditorias internas e externas, Tribunal de Contas da União (TCU), Controladoria Geral da União (CGU), Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Securities and Exchange Commission (SEC), dos Estados Unidos, tendo seus balanços aprovados em todas as instâncias.

A Companhia vem sendo reconhecida como transparente e responsável por diversas instituições nacionais e internacionais. Recentemente, passou do vigésimo para o quarto lugar entre as empresas mais respeitadas do mundo, segundo pesquisa divulgada pelo Reputation Institute (RI), empresa privada de assessoria e pesquisa, com sede em Nova York.

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