Persistência na informação: cartas à Veja, Época e Estadão

30 de agosto de 2009 / 15:36 Esclarecimentos Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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Carta à revista Veja

Com relação à matéria “O Bote do Leão Sindical” (edição 2128), da Revista Veja, a Petrobras reitera, como já informado anteriormente em carta enviada à revista e publicada no dia 25 de julho, que não foi beneficiada por nenhuma “manobra ilegal”. A Petrobras compensou R$1,14 bilhão em impostos pagos a mais anteriormente, portanto não “adiou o recolhimento de mais de 4 bilhões de reais em tributos”, como informa o texto. A adoção do regime de caixa para apuração de impostos é amparada pelo artigo 30 da Medida Provisória nº 2.158-35/2001. A Companhia reafirma que paga todos os impostos em conformidade com a legislação.

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Carta à revista Época

A respeito da matéria “O papel de Mantega”, (edição 589, de 31/08), a Petrobras volta a afirmar, como já fez anteriormente em carta enviada à revista e publicada no dia 26 de julho, que a compensação de tributos pagos a mais anteriormente não se trata de “artifício contábil”, mas sim de uma operação prevista em lei. O valor líquido da compensação tributária é de R$ 1,14 bilhão e não de R$ 4 bilhões, como citado na matéria.

Carta ao jornal O Estado de S.Paulo

Dois textos da edição de 30/08 do Estado de S. Paulo trazem informações diferentes – ambas equivocadas – sobre um mesmo assunto. A matéria “Novo secretário se firmou no cargo ao apoiar Petrobras” afirma que a Companhia realizou uma “manobra fiscal” que “permitiu adiar cerca de R$1,2 bilhão em pagamento de impostos”. Já no texto “Lula cobra de Mantega fim da guerra de grupos na Receita”, a Petrobras teria feito uma “manobra contábil pela qual deixou de pagar R$1,18 bilhão em impostos”. A Petrobras mais uma vez esclarece que não deixou de pagar e nem adiou o pagamento de impostos. A Companhia compensou R$1,14 bilhão referente a tributos pagos a mais anteriormente. Não se trata de manobra ou artifício, mas sim de um instrumento previsto na legislação (Medida Provisória 2.158-35/2001).

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