Complexo PetroquímicaSuape: carta à Veja

8 de setembro de 2009 / 22:00 Esclarecimentos Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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petroquimicasuapeEm relação à nota publicada na seção Holofote, na edição 2.129 da revista Veja, a Petrobras esclarece que: a planta de PET da Companhia foi orçada em R$ 558 milhões e não R$ 1,4 bilhão como divulgado e a implantação segue rigorosamente o orçamento aprovado. O conjunto de fábricas do Complexo PetroquímicaSuape representa um investimento total de R$ 4 bilhões, que trará ao Brasil uma economia de divisas superior a US$ 1 bilhão por ano. Não se trata de “um projeto no papel,” mas sim uma obra em adiantado estado de implantação na região portuária de Suape.

A ideia de desenvolver um pólo petroquímico em Pernambuco, voltado para a produção de poliéster, vem de 2005, quando foi oferecida à M&G a oportunidade de ser sócia no empreendimento. Em agosto de 2007 a M&G fechou a única fábrica de Ácido Tereftálico Purificado (PTA) na América do Sul, levando o país à dependência desse produto, que a partir daí teve que ser importado para a produção de poliéster, uma das resinas de maior crescimento no mundo. Com o Complexo PetroquímicaSuape, o Brasil retoma uma produção nacional de PTA cinco vezes maior que a anterior.

Quanto à afirmativa de que a iniciativa teria sido tomada pelo diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, a Petrobras informa que trata-se de um projeto estratégico da Companhia, cujo investimento foi aprovado em todas as instâncias devidas.

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