15 de setembro de 2009 / 23:36
Com relação às notas Pressa 1 e Pressa 2, publicadas na coluna Painel da Folha de S.Paulo em 15/9, a Petrobras esclarece que não tem qualquer intenção de mudar as regras do modelo regulatório proposto pelo Governo Federal. Também não está apoiando iniciativa de apresentação de emendas à proposta. Portanto, não é verdadeira a informação de que a Companhia fez um ”alerta” ao relator do projeto que estabelece o regime de partilha. A Petrobras reitera que cumprirá todas as normas do modelo aprovado pelo Congresso Nacional.
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/ 17:17
O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, concedeu entrevistas a importantes veículos da imprensa nesta segunda-feira (14/9), durante viagem para falar sobre o novo marco regulatório a investidores internacionais em Nova York. O presidente destacou que a Petrobras deve atingir, em 2020, a produção de 5,7 milhão de barris por dia.
Disse ainda que, provavelmente, em quatro ou cinco meses deve-se ter a aprovação da nova lei. Gabrielli participou de entrevistas para a agência Bloomberg de Notícias (inglês) e (portugues), a Globo News e a Reuters. Leia a transcrição da entrevista à agência de notícias Reuters.
Veja também a entrevista dada à Bloomberg Brasil.
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/ 12:07
Reportagem do jornal Valor Econômico dessa terça-feira (15/9), Governistas esvaziam CPI da Petrobras , aponta as táticas usadas na CPI e a tentativa de conseguir provas das supostas irregularidades da empresa. Leia alguns trechos abaixo:
“Temos muita dificuldade em conseguir informações contra a Petrobras”.
“Não temos muitas denúncias concretas contra a Petrobras. Até mesmo o Tribunal de Contas da União ainda está revendo as irregularidades”.
“São denúncias que têm mais visibilidade política (…)”
“Vamos acabar ‘mordendo’ alguma coisa nessa fase.”
“Os patrocínios são muito pulverizados, o que dificulta o controle da Petrobras” .
Segundo a reportagem, um senador explicou que a oposição contava com a “colaboração da imprensa” , para fazer novas denúncias e que sem isso “fica difícil surgir mais informações contra a estatal” . “Botamos fé na imprensa” , comentou.
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Veja a seguir carta enviada ao Valor Econômico sobre matéria “Questão de Equilíbrio”.
Em relação à matéria “Questão de equilíbrio”, publicada nesta segunda-feira (14/9), pelo Valor Econômico, a Petrobras esclarece que está comprometida com o desenvolvimento sustentável e empenhada em reduzir a emissão de carbono de seus processos e produtos.
Portanto, não procede a afirmação do secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, segundo a qual a Companhia se “incomoda” com o projeto de lei que tramita na Assembléia Legislativa desse estado. A Petrobras cumpre e cumprirá integralmente a legislação ambiental onde atua, como sempre fez.
A Companhia ressalta que definiu como diretriz para o desenvolvimento da produção do Pólo Pré-sal da Bacia de Santos não ventilar para a atmosfera o CO2 associado ao gás produzido. Para isso, investe em projetos-piloto para testar a tecnologia do sequestro geológico de carbono, que consiste na captura, compresão e injeção em reservatórios geológicos. A expectativa é de que em 2017 a Petrobras já disponha dessa tecnologia testada, demonstrada e economicamente viável para aplicação em seus empreendimentos.
Também é importante lembrar que a Petrobras disponibiliza, desde janeiro de 2009, o diesel S-50, com menor teor de enxofre, para a frota cativa de ônibus de São Paulo. Hoje, as cidades do Rio de Janeiro, Fortaleza, Belém e Recife também recebem o S-50, como foi acordado com o Ministério Público Federal em 30 de outubro de 2008. Curitiba recebe o combustível este mês. Em 2010, o diesel será disponibilizado para as frotas cativas de ônibus urbanos de Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador e da Região Metropolitana da cidade de São Paulo. Em 2011, o S-50 será fornecido às frotas cativas de ônibus de três regiões metropolitanas do Estado de São Paulo (Baixada Santista, Campinas e São José dos Campos) e da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
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