Termo de ajuste de conduta da Reduc: notas ao JB e Extra

18 de setembro de 2009 / 10:26 Esclarecimentos Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

A+ A-

Nota ao JB

Em relação à nota “Inea multa Reduc em R$1 milhão”, publicada nesta quinta-feira (17/9) neste jornal, a Petrobras esclarece que não houve descumprimento do Termo de Ajuste de Conduta (TAC). Todas as ações previstas no termo foram concluídas. As multas aplicadas se referem ao atraso de dois projetos previstos na licença de operação e não “pelo descumprimento de várias condicionantes” como diz a nota.

Os projetos estão em curso. Todas as outras medidas relacionadas à licença estão no prazo previsto, incluindo ações para redução de emissões atmosféricas e efluentes hídricos, ao contrário do que diz a nota. A Reduc está renegociando os prazos com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

Entre 2005 e 2009, a Petrobras investiu R$ 650 milhões em projetos de adequação ambiental na Reduc. Foram realizados 33 projetos voltados para redução de emissões atmosféricas, tratamento de efluentes hídricos e de resíduos. Essas medidas resultaram na redução de 59% das emissões de hidrocarbonetos e 30% das emissões de óxidos de enxofre, em relação aos níveis de 2004.

A Reduc tem desenvolvido várias ações para diminuir as emissões de poluentes e melhorar a qualidade do ar da região como, por exemplo, a implantação do Programa de Detecção e Reparo de Vazamentos de Hidrocarbonetos, a redução do teor de enxofre no óleo combustível, a redução do consumo de óleo combustível priorizando a queima de gás, e a implantação de queimadores de baixa emissão de óxidos de nitrogênio em fornos.

Nota ao Extra

Em relação à nota “Reduc é multada por poluir rios e atmosfera: R$1 milhão”, publicada nesta quinta-feira (17/9), neste jornal, a Petrobras esclarece que não houve descumprimento do Termo de Ajuste de Conduta (TAC), como informado. Todas as ações previstas no termo foram concluídas. As multas aplicadas se referem ao atraso de dois projetos previstos na licença de operação . Os projetos estão em curso. Todas as outras medidas relacionadas à licença estão no prazo previsto, incluindo ações para redução de emissões atmosféricas e efluentes hídricos, ao contrário do que diz a nota. A Reduc está renegociando os prazos com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

É importante ressaltar que não há emissão de ozônio na operação da Refinaria Duque de Caxias (Reduc). O ozônio é formado pela reação de óxidos de nitrogênio com compostos orgânicos voláteis. Neste sentido, a Reduc já implantou medidas para redução das emissões de poluentes atmosféricos, como o Programa de Detecção e Reparo de Vazamentos de Hidrocarbonetos, que contribui para reduzir a formação do ozônio.

Entre 2005 e 2009, a Petrobras investiu R$ 650 milhões em projetos de adequação ambiental na Reduc. Foram realizados 33 projetos voltados para redução de emissões atmosféricas, tratamento de efluentes hídricos e de resíduos. Essas medidas resultaram na redução de 59% das emissões de hidrocarbonetos e 30% das emissões de óxidos de enxofre, em relação aos níveis de 2004.

A Reduc também participa, junto com empresas do pólo químico da região e do Instituto Estadual Ambiental (Inea), da elaboração do Plano Gestor da Qualidade do ar do Polo Petroquímico, que estuda a qualidade do ar na região. Esse estudo concluiu que as emissões provenientes de veículos automotores (fontes móveis) contribuem com a maior parcela de poluentes emitidos na região, com exceção dos óxidos de enxofre, determinantes na formação da qualidade do ar.

Deixe seu comentário

Prezado leitor,

Lembramos que não serão aceitos comentários que tenham conteúdo ou termos ofensivos, nem que sejam desassociados do tema do post. Dúvidas sobre temas diversos devem ser encaminhadas ao Fale Conosco do site.

 caracteres restantes