Petrobras prioriza visibilidade de sua marca: carta à Folha de S.Paulo

24 de setembro de 2009 / 18:48 Esclarecimentos Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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Em relação à reportagem “Petrobras prioriza aliados em patrocínio”, publicada nesta quinta-feira (24/9), por este jornal, a Petrobras reafirma que não existem critérios político-partidários na aprovação de patrocínios pela Companhia. Segundo os números no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), após as eleições de 2008 o PSDB passou a administrar 10,9% municípios do Nordeste e o DEM, 8,5%, totalizando 19,5%.  O PMDB ganhou 18,8% das cidades, o PT 7,6% e o PCdoB 2,0%, totalizando 28,4%.  Além disso, análise do resultado eleitoral no Nordeste em 2008 mostra que os partidos da base aliada venceram as eleições para prefeito em 78% dos municípios. Portanto, é equivocada a afirmação do jornal, de que “a Petrobras priorizou cidades comandadas por partidos da base aliada“.

Exemplo de que a Petrobras não usa esses critérios é o relatório do Tribunal de Contas da União que, ao referir-se aos repasses da Petrobras ao Fundo para a Infância e a Adolescência, constatou que (…)

(…) não foi identificada a utilização de critérios político-partidários na distribuição, para estados e municípios, dos recursos do Fundo para a Infância e a Adolescência.

No caso das festividades de São João no Nordeste, os critérios de escolha foram aquelas cidades que têm maior tradição, que valorizam a cultura popular e têm maior popularidade e concentração de público, além da visibilidade à marca Petrobras.

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