Arquivado em 08.10.2009
8 de outubro de 2009 / 21:43
O cenário nacional do mercado de gás liquefeito de petróleo (GLP) foi tema da apresentação do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, durante o 22° World LP Gas Forum, nesta quinta-feira (8/10), no Rio de Janeiro. Com o tema “Energizando o Futuro”, o evento promove o debate de representantes mundiais do mercado de GLP.
Gabrielli destacou que a Petrobras está presente em toda a cadeia nacional de GLP, desde a produção e importação, armazenamento, distribuição, até a revenda. Atualmente, o maior consumo do gás liquefeito de petróleo é residencial, informou o presidente. Também ressaltou que o Brasil tem uma demanda cíclica de importação de GLP.
A estimativa é de queda nas importações nos próximos anos, quando entrarem em operação as novas cinco refinarias da Petrobras, com investimentos previstos da ordem de US$ 50 bilhões em cinco anos. Entretanto, como haverá aumento da demanda no futuro, a previsão é que a Petrobras continue importando GLP, afirmou o presidente.
Clique aqui para ver a apresentação do presidente Gabrielli.
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/ 19:32
A revista inglesa Petroleum Economist concedeu à Petrobras, durante a 24ª World Gas Conference, dois prêmios nas categorias “Melhor Empresa em Exploração 2008” e “Projeto Inovador 2008”. As premiações foram entregues nesta quarta-feira (7/10) à diretora de Gás e Energia da Companhia, Maria das Graças Silva Foster, no estande da Petrobras na conferência que ocorre em Buenos Aires, Argentina. É a terceira vez consecutiva que a Petrobras vence em alguma das categorias.
Os prêmios são outorgados há quatro anos pela Petroleum Economist, uma das publicações mais conceituadas do setor de petróleo e gás. São homenageadas empresas e profissionais em reconhecimento às contribuições prestadas à indústria de energia. Este ano, concorreram ao prêmio companhias de 23 países.
A Petrobras é vencedora na categoria “Melhor Empresa em Exploração 2008” pela sua determinação em superar os desafios no desenvolvimento de descobertas em águas profundas do pré-sal durante um período de incertezas em matéria de preços. Além disso, a empresa recebe o prêmio “Projeto Inovador 2008” por desenvolver tecnologia para recuperar petróleo extrapesado offshore no campo de Siri, na Bacia de Campos, no Brasil.
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/ 17:55
A Refinaria Henrique Lage – Revap , Unidade de Negócios da Petrobras localizada em São José dos Campos, na região do Vale do Paraíba (SP), começou a processar a sua primeira carga de petróleo extraída da camada pré-sal da área de Tupi, na Bacia de Santos. Foram recebidos 42 mil metros cúbicos (264 mil barris) de petróleo que serão processados em duas campanhas. A primeira carga de óleo de Tupi foi destinada à Refinaria de Capuava (Recap), em Mauá/SP – em 30 de junho.
O petróleo de Tupi é classificado como leve, o que permite melhor rendimento de derivados de maior valor, como óleo diesel, gasolina, nafta (matéria-prima petroquímica) e GLP (gás engarrafado). Quanto ao enxofre, é classificado como de baixo teor – quanto menor, mais fácil o atendimento às especificações futuras, cada vez mais rígidas para todos os derivados e principalmente nafta e diesel. Além disso, o petróleo do Campo de Tupi tem boa rentabilidade, pois não gera óleo combustível, que é o produto de menor valor agregado.
O reservatório de Tupi está a mais de 3.000 metros sob o fundo do mar, abaixo de 2.000 metros de sal, em águas onde a profundidade é de 2.140 metros e a uma distância de 300 km do litoral paulista. Dentro deste contexto, Tupi representa uma nova realidade para o Brasil e para a Petrobras. Os volumes recuperáveis da área de Tupi estão estimados entre 5 e 8 bilhões de barris de petróleo do tipo alta qualidade, ou seja petróleo leve, além de gás natural.
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