Refinaria de Pernambuco: resposta aos jornais

26 de outubro de 2009 / 16:10 Esclarecimentos Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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Leia a carta da Petrobras em resposta às matérias publicadas nesta segunda-feira (26/10): “Múcio herda ações em áreas críticas ”, no Jornal do Commercio e “Aposta governista no TCU ”, no Correio Braziliense.
  
 A Petrobras reitera que não há superfaturamento, sobrepreço ou qualquer outra irregularidade nas obras da Refinaria de Pernambuco (Abreu e Lima) e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). O que se verifica nos casos apontados pelo Tribunal de Contas de União (TCU) são formulações e interpretações divergentes daquelas adotadas pela Companhia. A Petrobras considera que os critérios utilizados pelo TCU são insuficientes para suas obras, de grande complexidade e com especificidades próprias da indústria do petróleo. Essas obras apresentam uma série de diferenças, como logística, qualificação profissional da mão-de-obra, localização geográfica, especificidades e garantias contratuais, entre outras. Na formação de sua estimativa de preços, a Petrobras também leva em conta itens de segurança, meio ambiente, saúde e responsabilidade social. O tribunal não considera estes aspectos, entendimento que resulta em diferenças nos valores apurados pela Companhia e pelo TCU. É importante ressaltar que a Companhia sempre prestou e continua prestando todos os esclarecimentos solicitados pelo tribunal.

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