Projeto Dançando para não Dançar ganha nova sede

17 de novembro de 2009 / 11:35 Meio Ambiente e Sociedade Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

A+ A-

O projeto de inclusão social Dançando para não Dançar – que conta com patrocínio da Petrobras Distribuidora desde 1997 – inaugura sua sede própria nesta terça-feira (17/11), às 18 horas, na Rua Frei Caneca, 130, no bairro da Lapa, Centro do Rio de Janeiro. A reforma do prédio, onde será instalada a primeira Escola de Dança das Comunidades Populares, também foi patrocinada pela BR e possibilitará o atendimento de demanda reprimida de mais de 1000 crianças e jovens das comunidades participantes, que aguardam para entrar no projeto, além de convites a outras comunidades.

Construído em 1914, o prédio tem cinco andares, arquitetura eclética e área de aproximadamente 380 metros quadrados. Seu novo projeto arquitetônico incluiu a restauração da fachada e a recuperação e adaptação com salas de aula de dança, local para ensaios, biblioteca, acesso a internet, sala de atendimento psicológico, médico, odontológico e de assistência social.

Veja vídeo de uma apresentação de dança do projeto

embedded by Embedded Video

Download Video

A edificação, que estava com sua estrutura física comprometida, está inserida em Área de Proteção do Ambiente Cultural (Apac) da Cruz Vermelha, no Centro da cidade.

O projeto – Implantado inicialmente nas comunidades do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, o Dançando para não Dançar atualmente atende cerca de 400 crianças e jovens também na Rocinha, Mangueira, Chapéu Mangueira, Babilônia, Macacos, Tuíuti, Jacarezinho, Salgueiro, Dona Marta, Oswaldo Cruz e Borel. “Para a BR, é motivo de muita satisfação ter contribuído para a reforma da sede do Dançando. Agora, mais do que nunca, o trabalho certamente trará resultados ainda mais positivos e abrirá novas portas para estes jovens”, afirma Alena Aló, gerente de Patrocínio e Eventos Corporativos da Petrobras Distribuidora.

O projeto, que tem o objetivo de ensinar balé clássico a crianças de baixa renda e órfãs em comunidades carentes, também oferece suporte sócio-educativo, aulas de teoria e prática musical, línguas e assistência médica, odontológica, fonoaudiológica e social. A cada três meses, as famílias dos participantes de todas as comunidades envolvidas encontram-se num café da manhã para trocar experiências sobre o projeto. As crianças do projeto que mais se destacam são inscritas na seleção anual da Escola de Dança do Teatro Municipal.

Deixe seu comentário

Prezado leitor,

Lembramos que não serão aceitos comentários que tenham conteúdo ou termos ofensivos, nem que sejam desassociados do tema do post. Dúvidas sobre temas diversos devem ser encaminhadas ao Fale Conosco do site.

 caracteres restantes