Inauguração de gasoduto "ocioso": carta à Folha

26 de novembro de 2009 / 18:21 Esclarecimentos Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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Em relação à matéria “Lula inaugura gasoduto ocioso da Petrobras” (26/11), a Petrobras esclarece que qualquer gasoduto começa, inicialmente, a operar com menor volume de gás do que sua capacidade total. O transporte aumenta à medida que surgem novas demandas. A inauguração do gasoduto Urucu-Coari-Manaus marca a primeira fase de um cronograma que terá continuidade com a conversão das usinas para uso de gás natural. Hoje, o gasoduto já tem capacidade para 4,1 milhões de m³/dia.

Com a instalação de duas estações de compressão intermediárias entre Urucu e Coari alcançará 5,5 milhões de m³/dia, a capacidade total contratada, em setembro de 2010. De acordo com o cronograma, o gás chegará às termelétricas até maio do próximo ano.

Sobre a afirmação relativa ao aumento do custo do empreendimento, o valor final resultou das condições adversas de trabalho na Amazônia, como tipo de solo, clima, acesso aos canteiros de obras, entre outros. As dificuldades fizeram com que, pela primeira vez, uma obra de gasodutos terrestres fosse executada em parte sob os rios, utilizando metodologia similar a adotada para dutos marítimos. O aumento dos custos também foi provocado pelo uso de aeronaves especiais vindas do exterior para o transporte de dutos.

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