Sequestro geológico de carbono no pré-sal: vídeo da Globo News

30 de novembro de 2009 / 18:35 Reportagens Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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O governo brasileiro pretende ter uma posição bastante avançada nas discussões sobre o combate às mudanças climáticas na reunião da ONU em dezembro, em Copenhague e, de acordo com a Globo News, assume publicamente o compromisso de cortar em quase 40% o aumento das emissões de gases estufa.

Apesar de não haver estudos conclusivos sobre concentração de dióxido de carbono (CO2) no pré-sal, a Petrobras, de forma pró-ativa, decidiu reinjetar 100% desse CO2 associado ao gás natural produzido na camada pré-sal. Os estudos em desenvolvimento indicam tecnologias seguras e sustentáveis para devolver o dióxido de carbono ao subsolo, já aplicadas em países como a Noruega.

A empresa planeja a injeção de gás CO2 em alta pressão no campo terrestre de Miranga, na Bahia, que testa tecnologias que poderão contribuir para os projetos do pré-sal. O objetivo da Petrobras é, além do armazenamento do CO2, também aumentar o rendimento produtivo desses campos, uma vez que o dióxido de carbono atua como uma espécie de solvente que altera as propriedades do petróleo e facilita o escoamento. Outras opções em análise são o armazenamento do dióxido de carbono em reservatórios com aquíferos salinos sob o fundo do mar, a reinjeção em reservatórios de gás exauridos e a sua estocagem em cavernas na camada de sal.

Leia também matérias publicadas na edição desta terça-feira (1/12), no Valor Econômico: “Petrobras testa tecnologias para ‘sequestrar’ CO2″ e “Estatal tem parcerias com 13 universidades”.

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