Petrobras entra na produção de etanol

22 de dezembro de 2009 / 20:52 Informes Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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A Petrobras Biocombustível ingressou no capital social da Total Agroindústria Canavieira S.A., passando a deter 40,4% das ações da empresa, mediante aumento de capital de R$ 150 milhões. Esta parceria marca a entrada da Petrobras Biocombustível na produção de etanol.

A Total possui uma usina de etanol localizada no município de Bambuí, no Estado de Minas Gerais, com capacidade instalada de produção de 100 milhões de litros de etanol hidratado por ano. A parceria viabilizará a ampliação da usina para uma capacidade total de 203 milhões de litros por ano, com um excedente de energia elétrica para comercialização de 38,5 MW, gerada pelo aproveitamento do bagaço de cana-de-açúcar.

A participação em usinas produtoras de etanol e de energia elétrica está alinhada com o Plano Estratégico da Petrobras e irá contribuir para o alcance das metas de produção e comercialização de etanol do Plano de Negócios 2009-2013. Ao todo, estão previstos investimentos de US$ 2,4 bilhões para produção de etanol e biodiesel de 2009 a 2013.

O assunto foi publicado nos sites G1 e O Globo, no jornail Valor e Jornal do Commércio. 

Petrobras e Petrochina

A Petrobras, sua subsidiária Petrobras Biocombustível S.A. (PBio) e a estatal chinesa Petrochina International Company Limited, celebraram um Memorando de Entendimentos (MOU),com prazo de vigência de seis meses, cujo objetivo é a realização de estudos conjuntos para avaliar a viabilidade técnica e econômica do desenvolvimento de projetos de produção de etanol no Brasil, em parceria entre a Petrochina e a PBio, e projetos de exportação de etanol para a China, em parceria entre a Petrochina e a Petrobras.

Devido à necessidade de adoção da mistura de etanol à gasolina em uma maior parte do território chinês e à falta de condições para abastecer aquele mercado exclusivamente com produção local, a China pretende não só buscar suprimento mas também investir em produção própria do produto no Brasil. Neste sentido, a Petrochina considera a Petrobras o parceiro natural para tais empreendimentos, devido ao excelente relacionamento comercial entre ambas as empresas e à possibilidade de sinergias.

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