Baía de Guanabara: carta a O Globo

1 de fevereiro de 2010 / 19:01 Esclarecimentos Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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Em relação à matéria sobre a Baía de Guanabara  (edição de domingo, 31/1), a Petrobras reitera informações passadas ao repórter, mas que não foram citadas no texto: estudos realizados por universidades do Rio de Janeiro e pelos órgãos ambientais apontaram que, 30 dias após o acidente, já não havia praticamente efeitos do vazamento ocorrido em janeiro de 2000. Diferentemente do que foi afirmado no texto, nenhum tipo de produto químico foi usado para contenção do óleo.

Para evitar novos acidentes, a Petrobras investiu fortemente em sua estrutura de segurança, meio ambiente e saúde. Entre 2000 e 2008, apenas no Rio de Janeiro foram investidos R$ 4,2 bilhões para garantir a excelência de suas operações. No Brasil o investimento foi de R$ 10 bilhões.

Na última década, a Petrobras investiu aproximadamente R$ 450 milhões no desenvolvimento de mais de 470 projetos sociais e ambientais na Baía de Guanabara. Entre eles está o projeto Baía Limpa, um convênio com a Federação dos Pescadores do Estado do RJ, que gera renda e educação para 1251 pescadores durante o período do defeso, quando a pesca é proibida por lei. O projeto tem como objetivo recolher o lixo despejado, proveniente de várias localidades. Estudos indicam que esse lixo é o maior poluidor da Baía. Como já informado ao repórter, A Petrobras investe ainda em várias iniciativas, como a recuperação dos manguezais e a limpeza do canal do Fundão.

Em nenhum momento a Petrobras se eximiu de sua responsabilidade pelo vazamento de óleo. A Companhia pagou ao Ibama uma multa de R$ 35 milhões e destinou àquele órgão mais R$ 15 milhões para investimentos em projetos ambientais. Outros R$ 40 milhões foram destinados a projetos ambientais da Secretaria do Meio Ambiente do estado.

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