Oficinas do samba

7 de fevereiro de 2010 / 11:06 Meio Ambiente e Sociedade Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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No fim de janeiro, 250 jovens da Portela  participaram da formatura do projeto social “Juventude que samba, trabalha e é feliz”. São jovens entre 16 e 29 anos que participaram de cursos de adereços e decoração, confecção de fantasias, maquiagem artística, escultura em espuma, entre outros.

Mas o projeto não está apenas na Portela. Afinal, a indústria do carnaval nunca para. Com a ajuda da Petrobras, jovens e adultos desenvolvem a arte de reaproveitar em oficinas de capacitação de cinco escolas de samba: Vila Isabel, Beija-Flor, Portela, Salgueiro e Rocinha.

Em Vila Isabel, os alunos trabalham com foco no carnaval, mas saem preparados para várias áreas. Cerca de 50% dos alunos são aproveitados no mercado de trabalho. Na Rocinha, as oficinas funcionam há dois anos e atendem 60 alunos, mas também atingem um universo de 1.260 pessoas com oficinas e palestras de cidadania. Em Nilópolis, como parte das atividades do projeto “Sonho do Beija Flor”, contemplado pelo Programa Desenvolvimento & Cidadania Petrobras, são oferecidos a 250 jovens e adultos cursos profissionalizantes como cenografia, sapataria e indumentária e formação profissional específica para o carnaval.

A duração dos cursos é de um ano, com direito a um estágio. Para participar de qualquer oficina é preciso estar na escola. Os alunos recebem uma ajuda de custo para transporte e alimentação. É a Petrobras utilizando o carnaval como um importante agente de transformação social.

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