Golfinho-rotador: carta à Folha de S. Paulo

5 de abril de 2010 / 19:08 Esclarecimentos Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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Em relação à matéria “Golfinho famoso ofusca primos em risco ”, publicada no domingo (4/4), não é verdadeira a afirmação do oceanógrafo da Furg, Eduardo Secchi, de que a empresa “investe mais em espécies que têm apelo visual e quase nada em espécies que realmente têm problemas de conservação”.

O Projeto Golfinho Rotador – que é uma espécie da qual não se tem dados ainda suficientes para afirmar que está ou não em extinção – fez com que a frequência dos cetáceos continuasse a mesma em Fernando de Noronha, desde 1990, mesmo com o crescimento do turismo local. O projeto foi um dos principais responsáveis pela publicação do Decreto Federal nº 6.698 (em 2008), que trata da preservação e proteção desses e outros cetáceos, permitindo a pesquisa científica e o aproveitamento turístico ordenado. O projeto promove ainda inúmeras ações para educação ambiental de moradores do Arquipélago. 

A Petrobras patrocina projetos ambientais em todo o Brasil, que tenham foco em três linhas de atuação: reduzam riscos de destruição de espécies e habitats aquáticos ameaçados; melhorem a qualidade dos corpos hídricos; e contribuam para a fixação de carbono e emissões evitadas de gases causadores do efeito estufa. Desde 2003, o Programa Petrobras Ambiental apoia inúmeros projetos, incluindo dezenas de bacias, ecossistemas e paisagens da Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal.

O jornal Folha de S.Paulo publicou a carta da Petrobras na seção Painel do Leitor desta quarta-feira 7/4. Veja aqui .

O artigo também mereceu resposta no Painel do Leitor de José Martins da Silva Júnior , criador do Centro Golfinho Rotador.

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