Omissões sistemáticas: carta à Folha de S.Paulo

4 de maio de 2010 / 17:39 Esclarecimentos Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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A Petrobras refuta as acusações feitas pelo editorial “Caixa-preta ”, desta terça-feira (4/5), da Folha de S. Paulo. A Petrobras respondeu todas as perguntas encaminhadas pelo jornal e esclarece que desconhece a perícia da Polícia Federal, por isso, não poderia comentar detalhes do assunto. Essa informação foi omitida na matéria da Folha. Por se tratar de questionamentos semelhantes aos do TCU, a Companhia explicou que os métodos utilizados pelo órgão são diferentes dos critérios da Petrobras. Não criticou os métodos do Tribunal, e sim pontuou as diferenças existentes. A empresa não reluta em esclarecer dúvidas. Somente no segundo semestre de 2009, a Petrobras respondeu 946 questões de jornalistas e enviou 178 cartas esclarecendo imprecisões, dados incorretos ou informações suprimidas nas matérias.

A Folha tem sistematicamente omitido esclarecimentos importantes da Petrobras a seus leitores. Em função disso, as respostas encaminhadas na sexta-feira e a carta enviada no domingo, que tiveram dados subtraídos, estão publicadas na íntegra no blog Fatos e Dados.

Como o editorial ressalta, uma empresa da importância da Petrobras para economia nacional e com seu status simbólico não poderia ter estratégia contrária a “seus próprios interesses financeiros”. Tanto é que a Folha afirma que “após negociação imposta pela Petrobras, o valor do contrato caiu”, o que demonstra que a empresa busca o melhor preço, sem abrir mão da qualidade. A Companhia reitera que seus dirigentes prezam pela conduta ética e transparente. A Petrobras foi considerada a Empresa Mais Bem Gerenciada da América Latina pela revista Euromoney em 2010. Em 2009, foi reconhecida como a mais transparente do setor petroquímico pelo Estudo Anual de Transparência e Sustentabilidade nas Empresas do Ibovespa, além de ter sido eleita a líder em reputação ética do setor de petróleo e gás pelo Covalence Ethical Ranking 2008, da Suíça.

A Petrobras sempre colaborou com os órgãos fiscalizadores, como o próprio editorial mencionou, e já teve sua contribuição elogiada pela Polícia Federal. A empresa é sistematicamente fiscalizada por auditorias internas e externas, Tribunal de Contas da União (TCU), Controladoria Geral da União (CGU), Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Securities and Exchange Commission (SEC), dos Estados Unidos, tendo seus balanços aprovados em todas as instâncias.

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