Baía de Guanabara: carta ao Estadão

7 de junho de 2010 / 17:38 Esclarecimentos Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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Sobre a matéria “Mangue contaminado há 10 anos na Guanabara não se recuperou”, publicada no dia 06/06, a Petrobras esclarece que estudos realizados por universidades e órgãos ambientais apontaram que, 30 dias após o acidente, já não havia praticamente efeitos do vazamento ocorrido na Baía de Guanabara. Ao contrário do que a reportagem afirma, pouco depois de um ano do vazamento, o Ibama fez uma avaliação da atividade pesqueira na Baía. O resultado mostrou que a estimativa de pescado (13 ton/dia) estava de acordo com a quantidade sugerida pela Feema, em 1990, indicando estabilidade na produção de pescado e de camarão.

A Petrobras investiu R$ 450 milhões em mais de 470 projetos ambientais e sociais na Baía de Guanabara, que já apresentam resultados, como o projeto de revegetação dos manguezais, que tem a finalidade de recuperar 1,5 milhão de m² de manguezal na praia de Mauá e nas margens do Rio Estrela. Ao todo, foram plantadas cerca de 340 mil mudas. A Petrobras também firmou um convênio para recuperação ambiental do canal do Fundão e seu entorno. O projeto prevê o replantio de mais de 500 mil mudas e plantas (cerca de 400 mil m2) nas áreas degradadas do Canal. Desde 2007, a Petrobras realiza reuniões com os pescadores da região. Participam da Mesa de Diálogo o Ministério da Pesca, federações como Fapesca e Feperj e associações de Pescadores, com o objetivo de realizar ações pela melhoria da qualidade de vida dos pescadores locais.

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