Fotos publicadas por O Globo mostram equipamentos desativados

11 de agosto de 2010 / 16:57 Esclarecimentos Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

A+ A-

A respeito da matéria Fotos mostram o que a Petrobras esconde (leia versão on-line) da edição de quarta-feira (11/8) do jornal O Globo, a Petrobras esclarece que todas as fotos publicadas da plataforma P-33 referem-se a instalações que estão temporariamente desativadas, que não apresentam nenhum risco para as operações, e estão com os reparos devidamente programados. No próximo mês de outubro a P-33 realizará sua parada programada para manutenção geral. Se tivesse sido informada sobre as fotos antes da publicação,  a Companhia teria fornecido estes detalhes, levando ao leitor a informação correta.

As plataformas em alto mar estão submetidas a uma atmosfera extremamente corrosiva, típica de ambientes marinhos. Para atenuar os efeitos da corrosão, os equipamentos e tubulações são revestidos com tintas especiais, que são periodicamente renovadas, de acordo com o tipo da instalação.

Em um complexo industrial como uma plataforma, que possui milhares de equipamentos, caso aconteça a corrosão acentuada ou prematura em um deles, uma inspeção detalhada é realizada, seguida de uma avaliação de risco que determina o grau de urgência para a realização do reparo. Como a Petrobras tem por prática executar, em média a cada dois anos, paradas planejadas para manutenção geral nas plataformas, alguns reparos são incluídos na lista de serviços dessas paradas.

A Petrobras informa ainda que o bote de resgate da P-33, que sofreu manutenção recente em um fornecedor, apresentou defeito ao ser recebido a bordo. Para suprir a sua função em eventual emergência, garantindo a segurança dos trabalhadores, a Petrobras solicitou autorização da Marinha para manter nas proximidades, durante o novo reparo, dois rebocadores 24 horas por dia.

Por fim, em relação à máquina de hidrojato da plataforma P-32, a Petrobras lamenta as informações veiculadas sem qualquer embasamento técnico, e esclarece que o equipamento é largamente utilizado na indústria para facilitar a retirada de corrosão de superfícies metálicas, através do jateamento de água em grande velocidade. A força do jato é controlada de acordo com as características de cada serviço. Em alguns casos, esse equipamento pode ser utilizado para realizar cortes de chapas de aço. Esta técnica só é empregada em superfícies previamente inspecionadas, onde se confirmem a viabilidade de utilização sem risco às instalações e às pessoas.

A Petrobras reitera que a rotina operacional das plataformas é dinâmica, envolve inúmeros sistemas e equipamentos, e está sustentada por um forte apoio logístico entre as bases terrestres e as instalações no mar. Por esses motivos, as plataformas são preparadas para rapidamente identificar e eliminar falhas inesperadas e a realizar outros serviços em campanhas periódicas de manutenção com paradas planejadas da operação. Desta forma, a Petrobras zela pela integridade de suas instalações, pela segurança dos seus trabalhadores e pela preservação do meio ambiente, mantendo o seu compromisso com a produção nacional de petróleo e o desenvolvimento do país.

A Petrobras esclarece que todas as fotos publicadas pela imprensa sobre a plataforma P-33 referem-se a instalações que estão temporariamente desativadas, ou que não apresentam nenhum risco para as operações, e estão com os reparos devidamente programados. No próximo mês de outubro a P-33 realizará sua parada programada para manutenção geral.
As plataformas em alto mar estão submetidas a uma atmosfera extremamente corrosiva, típica de ambientes marinhos. Para atenuar os efeitos da corrosão, os equipamentos e tubulações são revestidos com tintas especiais, que são periodicamente renovadas, de acordo com o tipo da instalação.
Em um complexo industrial como uma plataforma, que possui milhares de equipamentos, caso aconteça a corrosão acentuada ou prematura em um deles, uma inspeção detalhada é realizada, seguida de uma avaliação de risco que determina o grau de urgência para a realização do reparo. Como a Petrobras tem por prática executar, em média a cada dois anos, paradas planejadas para manutenção geral nas plataformas, alguns reparos são incluídos na lista de serviços dessas paradas.
A Petrobras informa ainda que um bote de resgate da P-33, que sofreu manutenção recente em um fornecedor, apresentou um defeito ao ser recebido a bordo. Para suprir a sua função em eventual emergência, garantindo a segurança dos trabalhadores, a Petrobras solicitou autorização da Marinha para manter nas proximidades, durante o novo reparo, dois rebocadores 24 horas por dia.
Por fim, em relação à máquina de hidrojato da plataforma P-32, a Petrobras lamenta as informações veiculadas sem qualquer embasamento técnico, e esclarece que o equipamento é largamente utilizado na indústria para facilitar a retirada de corrosão de superfícies metálicas, através do jateamento de água em grande velocidade. A força do jato é controlada de acordo com as características de cada serviço. Em alguns casos, esse equipamento pode ser utilizado para realizar cortes de chapas de aço. Esta técnica só é empregada em superfícies previamente inspecionadas, onde se confirmem a viabilidade de utilização sem risco às instalações e às pessoas.
A Petrobras reitera que a rotina operacional das plataformas é dinâmica, envolve inúmeros sistemas e equipamentos, e está sustentada por um forte apoio logístico entre as bases terrestres e as instalações no mar. Por esses motivos, as plataformas são preparadas para rapidamente identificar e eliminar falhas inesperadas e a realizar outros serviços em campanhas periódicas de manutenção com paradas planejadas da operação. Desta forma, a Petrobras zela pela integridade de suas instalações, pela segurança dos seus trabalhadores e pela preservação do meio ambiente, mantendo o seu compromisso com a produção nacional de petróleo e o desenvolvimento do paísA Petrobras esclarece que todas as fotos publicadas pela imprensa sobre a plataforma P-33 referem-se a instalações que estão temporariamente desativadas, ou que não apresentam nenhum risco para as operações, e estão com os reparos devidamente programados. No próximo mês de outubro a P-33 realizará sua parada programada para manutenção geral.
As plataformas em alto mar estão submetidas a uma atmosfera extremamente corrosiva, típica de ambientes marinhos. Para atenuar os efeitos da corrosão, os equipamentos e tubulações são revestidos com tintas especiais, que são periodicamente renovadas, de acordo com o tipo da instalação.
Em um complexo industrial como uma plataforma, que possui milhares de equipamentos, caso aconteça a corrosão acentuada ou prematura em um deles, uma inspeção detalhada é realizada, seguida de uma avaliação de risco que determina o grau de urgência para a realização do reparo. Como a Petrobras tem por prática executar, em média a cada dois anos, paradas planejadas para manutenção geral nas plataformas, alguns reparos são incluídos na lista de serviços dessas paradas.
A Petrobras informa ainda que um bote de resgate da P-33, que sofreu manutenção recente em um fornecedor, apresentou um defeito ao ser recebido a bordo. Para suprir a sua função em eventual emergência, garantindo a segurança dos trabalhadores, a Petrobras solicitou autorização da Marinha para manter nas proximidades, durante o novo reparo, dois rebocadores 24 horas por dia.
Por fim, em relação à máquina de hidrojato da plataforma P-32, a Petrobras lamenta as informações veiculadas sem qualquer embasamento técnico, e esclarece que o equipamento é largamente utilizado na indústria para facilitar a retirada de corrosão de superfícies metálicas, através do jateamento de água em grande velocidade. A força do jato é controlada de acordo com as características de cada serviço. Em alguns casos, esse equipamento pode ser utilizado para realizar cortes de chapas de aço. Esta técnica só é empregada em superfícies previamente inspecionadas, onde se confirmem a viabilidade de utilização sem risco às instalações e às pessoas.
A Petrobras reitera que a rotina operacional das plataformas é dinâmica, envolve inúmeros sistemas e equipamentos, e está sustentada por um forte apoio logístico entre as bases terrestres e as instalações no mar. Por esses motivos, as plataformas são preparadas para rapidamente identificar e eliminar falhas inesperadas e a realizar outros serviços em campanhas periódicas de manutenção com paradas planejadas da operação. Desta forma, a Petrobras zela pela integridade de suas instalações, pela segurança dos seus trabalhadores e pela preservação do meio ambiente, mantendo o seu compromisso com a produção nacional de petróleo e o desenvolvimento do país.

Deixe seu comentário

Prezado leitor,

Lembramos que não serão aceitos comentários que tenham conteúdo ou termos ofensivos, nem que sejam desassociados do tema do post. Dúvidas sobre temas diversos devem ser encaminhadas ao Fale Conosco do site.

 caracteres restantes