Arquivado em 31.08.2010

Baía de Guanabara: carta ao jornal O Dia

Em relação ao artigo Justiça lenta não é justiça, de autoria do advogado Bernardo Cardoso de Oliveira, publicada no jornal O Dia nesta terça-feira (31/8), sobre o tema Baía de Guanabara, a Petrobras afirma que estudos com a participação de instituições governamentais, científicas e acadêmicas nacionais e internacionais indicaram que 30 dias após o acidente na Baía de Guanabara, ocorrido em janeiro de 2000, já não havia efeitos do vazamento de óleo. Na ocasião do derrame, a Petrobras agiu rapidamente. Esta resposta imediata foi essencial para minimizar o alcance dos impactos.

Para evitar novos acidentes, a Petrobras investiu fortemente em sua estrutura de segurança, meio ambiente e saúde. Entre 2000 e 2008, apenas no Rio de Janeiro foram investidos R$ 4,2 bilhões para garantir a excelência de suas operações. Na última década, foram investidos mais de R$ 450 milhões no desenvolvimento de mais de 470 projetos sociais e ambientais na Baía de Guanabara.

Sobre indenizações a pescadores, a Petrobras não questiona a reparação aos mesmos, mas reforça que a quantidade de pescadores à época do vazamento era 3.339, de acordo com o Ibama (órgão oficial responsável pelo cadastramento destes profissionais à época do acidente), e que o período indenizatório deve ser de 32 dias (período de suspensão da pesca na Baía da Guanabara). A ação da Federação dos Pescadores do Rio de Janeiro (Feperj) reivindica pagamento para 20.517 pescadores, incluindo os cadastrados na Feperj após a ocorrência do vazamento. O processo está em curso no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e ainda não há decisão definitiva.

Adicionar comentário 31 de agosto de 2010 / 22:48

Capitalização: carta à Miriam Leitão

Com relação ao post Acionistas são prejudicados com incertezas da capitalização, publicado nesta terça-feira (31/8), em seu blog no Globo Online, a Petrobras reafirma que o processo de capitalização da Companhia segue os princípios de boa governança e transparência e cumpre todas as regras de mercado. A Companhia refuta a afirmação de que suas decisões são tomadas de “forma improvisada, e não técnica”. A Petrobras vem seguindo todas as determinações da Lei 12.276/10, que trata da Cessão Onerosa, e prestando todas informações e esclarecimentos ao mercado sobre o processo.

Os termos finais do contrato da Cessão Onerosa serão submetidos aos órgãos decisórios da Petrobras nos moldes do seu modelo de Governança Corporativa, incluindo o Comitê dos Minoritários e garantindo transparência e equidade a todos os acionistas.

Em 20 de agosto, a Petrobras apresentou à Casa Civil da Presidência da Republica e aos Ministérios da Fazenda e de Minas e Energia a avaliação preliminar da certificadora independente DeGolyer and MacNaughton, contratada pela Companhia. O encaminhamento das avaliações – da Petrobras e da ANP – marcou o início das negociações para definição do preço da Cessão Onerosa. É preciso observar que as certificadoras encontraram números diferentes porque há muitas variáveis envolvidas, decorrentes de aspectos geológicos, de engenharia de petróleo e econômicos, por isso as avaliações são preliminares. A Companhia reitera que a cessão onerosa será uma transação comercial entre as duas partes, Petrobras e União, seguindo regras de mercado e respeitando as políticas de transparência e de transação com partes relacionadas da Companhia.

A Petrobras informa que se encontra em período de silêncio, conforme Instrução CVM 400/03, mas reforça aos seus acionistas que continuará divulgando as informações oficiais sobre a evolução da pretendida operação.

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Petrobras em primeiro lugar no segmento petróleo e gás pela Valor 1000

A Petrobras foi eleita a maior e a campeã no setor Petróleo e Gás pelo ranking da revista Valor 1000, publicada pelo Valor Econômico nesta terça-feira (31/8). A Companhia aparece em primeiro lugar pela receita obtida e por apresentar o melhor desempenho nos 25 vetores analisados pela publicação. 

Além disso, no ranking por região, a Petrobras ficou em primeiro lugar no sudeste, mantendo a mesma posição do ranking de 2009 e apresentando receita líquida de R$134.033,9 (em milhões) .

Sobre o assunto, leia também a matéria publicada (31/8) na revista Valor 1000: A gigante se move para crescer mais .

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