Pré-sal: Carta ao jornal O Estado de São Paulo

1 de setembro de 2010 / 18:42 Esclarecimentos Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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Em relação ao artigo Sombras sobre a camada do pré-sal, publicado nesta quarta-feira (1/9) pelo jornal O Estado de São Paulo, a Petrobras informa que as ilações que constam no texto estão equivocadas com relação à experiência da Companhia em águas profundas. A empresa desenvolve essa tecnologia há mais de três décadas. Está produzindo em três áreas do pré-sal, sendo uma delas já comercial. Conta com cerca de 290 poços produtores em águas profundas e ultraprofundas, mais de 130 plataformas de produção no mar brasileiro e 22% das operações em águas profundas do mundo.

No início dos anos 90, a Petrobras já ultrapassava a barreira dos mil metros de camada de água, no campo gigante de Marlim Sul. Chegou à profundidade de 1.886 metros, no Campo de Roncador. A experiência, mundialmente reconhecida e sem registro de ocorrências que justifiquem temores citados no artigo, foi fundamental para a Petrobras iniciar, com êxito, a produção na camada pré-sal, na área de Tupi, em profundidade recorde de 2.140 metros, em abril de 2009. Não estamos, portanto, diante de “tecnologia desconhecida”, nem de “empreitada arriscada”, como citado, mas sim de operações realizadas com conhecimento tecnológico embasado por mais de 35 anos de experiência em perfuração e produção submarina.

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