Rio Oil and Gas debate responsabilidade social corporativa

15 de setembro de 2010 / 22:48 Reportagens Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

A+ A-

Nesta quarta-feira (15/9), as práticas empresariais sustentáveis foram tema de painel realizado na Rio Oil and Gas, sob a perspectiva de diferentes experiências, que vão desde a educação até os desafios de implementação de programas sociais corporativos. Apesar da peculiaridade de cada etapa, o discurso dos convidados sugeriu um caminho comum: o da inovação.

Participaram do evento como palestrantes, Mark Drewell, diretor Executivo da Iniciativa de Liderança Globalmente Responsável (Globally Responsible Leadership Initiative – GRLI Foundation); Cláudio Boechat, professor e coordenador técnico do Núcleo Petrobras de Sustentabilidade da Fundação Dom Cabral;  Silvia Garrigo, gerente de Políticas e Questões Globais da Chevron; e Milton Costa Filho, presidente da ARPEL (Associação Regional de Empresas de Petróleo e Gás Natural na América Latina e Caribe)  e country manager da Petrobras no México. O painel foi moderado pelo gerente de Comunicação Internacional da Petrobras e conselheiro e consultor da GRLI Foundation para a América Latina & Caribe, Izeusse Dias Braga Junior.

Entre as ações apresentadas, merece destaque o projeto GRLI (Iniciativa de Liderança Globalmente Responsável) objeto de quatro workshops organizados pela Universidade Petrobras, com o suporte técnico da Fundação Dom Cabral e a participação de 72 gerentes executivos e gerais de toda a Companhia.

O resultado dessa iniciativa foi o Manual da Liderança Globalmente Responsável na Petrobras, entregue pelo presidente da empresa José Sergio Gabrielli ao Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, durante o Leaders Summit do Pacto Global, tornando-se, assim, um documento público, que poderá ser utilizado pelas empresas e escolas de negócio que aderiram ao Pacto Global e ao European Foundation for Management Development, instituição selecionada pela ONU para coordenar o projeto GRLI.

Na abertura das exposições individuais, Drewell afirmou que é preciso pensar menos na defesa dos próprios interesses, em função do bem comum e definiu liderança como a capacidade de criar sentido para saber onde cada parte se encaixa nessa transformação. Boechat complementou, ao ressaltar que o centro desse processo deve ser a educação e lembrar que se trata de uma tarefa árdua, já que, nessa área, é necessário lidar não apenas com recursos e ferramentas, mas com valores pessoais.

Para finalizar, Silvia e Costa Filho apresentaram exemplos práticos e políticas que mostram como alinhar investimentos sociais com objetivos de negócios.

Deixe seu comentário

Prezado leitor,

Lembramos que não serão aceitos comentários que tenham conteúdo ou termos ofensivos, nem que sejam desassociados do tema do post. Dúvidas sobre temas diversos devem ser encaminhadas ao Fale Conosco do site.

 caracteres restantes