Arquivado em 10/2010

O Ceará mostra sua torcida no Brasileirão Petrobras

31 de outubro de 2010 / 11:18

Através de um coro de cerca de 45 mil vozes, a torcida do Ceará mostra sua energia neste 16º vídeo da caravana do Brasileirão Petrobras. No documentário,  Fabiano Tatu e Godoy visitam o estádio Castelão, em Fortaleza, e conversam com torcedores do alvinegro, que falam, entre outros assuntos, sobre a emocionante volta do “Vovô do Nordeste” à Série A depois de 16 anos. Confira!

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Indústria nacional: resposta a O Globo

/ 09:27

Leia a matéria “Estrangeiros devem levar 60% das encomendas do pré-sal” (versão on-line), publicada neste domingo (31/10) pelo jornal O Globo. Confira também, abaixo, a resposta encaminhada pela Petrobras ao veículo.

Repórter: Vamos publicar uma matéria neste domingo mostrando que a participação da indústria nacional em projetos de exploração e produção da Petrobras recuou neste primeiro semestre para o menor patamar desde 2004.

Os números são públicos e estão no site do Prominp.

O valor encomendado à indústria nacional aumentou. Mas o valor encomendado para a indústria estrangeira aumentou em ritmo maior, o que explica a queda.

Esse percentual está em queda desde 2007.

Gostaria de entender por que isso está acontecendo. Consigo conversar com algum executivo da Petrobras?

Fornecedores também se queixam que o número pode ser bem menor. Segundo eles, o cálculo tem distorções. Desconsideram, por exemplo, importados sem similares nacionais, mas ao mesmo tempo consideram serviços que só podem ser prestados por fornecedores nacionais, como transporte de cabotagem das plataformas.

Petrobras: Em função da perfuração de um número crescente de poços em águas profundas, acima de 2.000 metros de profundidade de água, houve a mudança do perfil da frota de sondas (o item mais significativo nas atividades de exploração, perfuração e completação), com o aumento de unidades para operações em águas profundas, o que, de 2007 para cá, tem significado um aumento de 2 a 3 vezes o custo diário destas unidades, repercutindo no índice de conteúdo local destas operações (que é medido por valor financeiro de cada item computado). Vale destacar que o percentual de conteúdo local das atividades que envolvem sondas devem permanecer em patamares modestos até a entrada em operação das 28 sondas que serão construídas no Brasil, pela relevância do custo destas unidades no custo total destas operações.

Confira as tabelas que representam, respectivamente:

(i) O primeiro quadro, com o indicador global de E&P, apresenta um crescimento até 2007 (68,7%), seguido de queda de 1,7% em 2008 (67,0%), e de queda de 4, 9% em 2009 (62,1%). O valor de 61,4% para 2010, representa o fechamento do 1º semestre, podendo oscilar até o final do ano.

(ii) O segundo quadro, que detalha este indicadores, indica que estas quedas são basicamente redução de conteúdo local nas atividades de exploração, perfuração e completação, sendo que os percentuais de CL das unidades de produção (plataformas) têm oscilado, mas se mantendo numa mesma faixa de valores.

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Compacto reúne Pato Fu e Erika Machado

30 de outubro de 2010 / 11:56

No nono programa promovido pelo Compacto, videocast de cultura da Petrobras, a cantora e compositora Érika Machado se encontra com o Pato Fu. No bate-papo deste primeiro bloco, Fernanda Takai, vocalista da banda mineira, e Érika lembram seus primeiros instrumentos musicais e falam sobre novos artistas, entre outros assuntos. Juntas a John Ulhoa e Daniel Saavedra, ambos na guitarra, Cecília Silveira, na voz e no violão, Thiago Braga, no baixo, e Lenis Pereira, na bateria, elas cantam “Simplicidade”, do álbum “Toda Cura para Todo Mal”, do Pato Fu. Assista!

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Contrato de fornecimento de etanol

/ 09:29


A Petrobras informa que assinou na sexta-feira (29/10)  contrato para fornecimento de etanol hidratado por dez anos para Toyota Tsusho Corporation (TTC). O fornecimento será de 143.000 m3/ano e o contrato tem valor estimado em torno de US$ 820 milhões.

Esse é o primeiro contrato de fornecimento de longo prazo de etanol assinado pela Petrobras. A Petrobras Biocombustível, usando a capacidade de produção de empresas das quais participa como acionista, será a fornecedora de todo o volume de etanol a ser exportado pela Petrobras.

A Toyota utilizará o etanol brasileiro como matéria-prima em um projeto de alcoolquímica para a produção de Bio-PET que está construindo em Taiwan, em parceria com sócio local.

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Nova Descoberta em Angola

/ 08:11

A Petrobras informa nova descoberta no poço Cabaça Sudeste-2, perfurado para a delimitação da recente descoberta de petróleo no Bloco 15/06, no litoral de Angola. O poço está localizado a cerca de 100 quilômetros da costa, com profundidade de água de 470 metros.

Avaliações iniciais indicam a existência de petróleo de alta qualidade, com densidade de 34º API, com vazão de aproximadamente 7 mil barris por dia. A produtividade ficou restrita à capacidade limitada das instalações de superfície.

O bloco é operado pela Eni (35%), em parceria com Petrobras (5%), Sonangol Pesquisa e Produção (15%), SSI Fifteen Limited (20%), Total (15%), Falcon Oil Holding Angola SA (5%), e a Statoil Angola Block 15/06 Award SA (5%).

Esta é a segunda descoberta no bloco. A primeira, denominada Mpungi-1, anunciada também neste mês, foi resultado da perfuração do poço Mpungi-1, localizado a 120 km da costa angolana, em profundidade de água de 1.050 metros e a uma profundidade total de 2.300 metros. Testes iniciais de produção indicaram vazão superior a 6 mil barris por dia de petróleo leve.

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Esclarecimentos sobre acusações de ex-empregada

29 de outubro de 2010 / 21:15

Em relação às informações veiculadas na internet nesta sexta-feira (29/10) sobre as acusações feitas pela ex-empregada Edilene Farias de Oliveira, e em resposta às perguntas enviadas pelo blog Viomundo, a Petrobras esclarece:

1. Edilene foi demitida após apuração criteriosa que atestou a prática de fatos que caracterizaram justa causa para rescisão do contrato de trabalho, o que se deu em 09/11/2009.

Histórico do caso:

Em 1997, Edilene Farias de Oliveira apresentou sintomas alérgicos, de caráter hereditário. Ao tomar conhecimento, na época, a Petrobras emitiu Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT) ao INSS. Para evitar que o ambiente industrial agravasse a saúde da empregada, ela foi transferida da Refinaria Landulpho Alves (Rlam) para o escritório da Petrobras em Salvador, no bairro de Itaigara.

A ex-empregada esteve afastada pelo INSS desde 2005. A licença encerrou-se em 30 de agosto de 2009. Edilene retornou no dia 8/9/2009 e trabalhou até o dia 20 do mesmo mês. No entanto, a partir do dia 21 daquele mês não compareceu à sua gerência, apesar de ter sido formalmente convocada pela empresa. Portanto, jamais houve assédio moral à empregada.

A Petrobras atua sempre em conformidade com a legislação trabalhista e também o fez neste caso. Como membro do Conselho de Administração, ao qual não compete a gestão cotidiana da Companhia, a ex-ministra Dilma Rousseff não participou de atos administrativos relativos à ex-empregada.

2. Em 12 de março de 2010, houve um acidente na U-83 (Central de Utilidades – local onde se localiza a segunda caldeira da refinaria) da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), envolvendo três empregados terceirizados da empresa Mip. Os trabalhadores foram atingidos por um vazamento de vapor d’água, sendo imediatamente encaminhados à Unidade Médica Intensiva de Candeias (UMI), unidade referência no tratamento de queimaduras. Infelizmente, um dos empregados faleceu.

Jamais houve previsão de solenidade para inauguração da caldeira. Portanto, é descabida a acusação de que a obra foi acelerada e de que a Petrobras teria deixado expostos a risco os empregados.

A Petrobras obedece a rigorosos procedimentos, principalmente aqueles que se referem à segurança operacional. Isso faz parte da cultura da empresa, construída ao longo de sua história. Esta política se aplica a todos os segmentos e cenários onde atua.

3. A Petrobras não doou casas para o MST, como afirma a Sra. Edilene. Em 22 de novembro de 2005, foi firmado convênio entre a Transpetro e o Estado da Bahia, por meio da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER), com a finalidade de concluir a construção de 118 unidades habitacionais destinadas à realocação de moradores que residiam sobre a faixa de dutos de combustíveis, com elevado risco, em trecho próximo ao Terminal Aquaviário de Madre de Deus. Além disso, o convênio previa a implementação de um projeto social junto aos moradores, com a instalação de uma peixaria e uma padaria na região do Caípe de Cima, em São Francisco do Conde. O objetivo do projeto, que alcança 3.000 pessoas por meio de cooperativas, oficinas e palestras, é contribuir para o desenvolvimento sustentável da comunidade e resolver um problema social que afetava o desenvolvimento das atividades regulares da Companhia.

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Atividade exploratória como base para crescimento

/ 18:16

Produção acumulada de 2003 a 2010 foi de 4,77 bilhões de barris de óleo, contra 3,02 bilhões no período de 1995 a 2002

Nos oito anos do governo Lula, foram perfurados 847 poços exploratórios, contra 500 nos oito anos anteriores

A média de investimentos em exploração da Companhia mais que triplicou: passou de US$ 519,3 milhões nos oito anos do governo anterior, para US$ 1,9 bilhão por ano no atual

O crescimento de qualquer empresa integrada de energia, como é o caso da Petrobras, está fortemente relacionado à atividade exploratória e à tecnologia para descobrir e produzir petróleo e gás. O investimento nessas áreas é fundamento básico para garantir o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva.

Atuando de acordo com essas premissas, a Petrobras intensificou a aquisição de blocos exploratórios nos leilões da ANP a partir de 2003. Além disso, a Companhia aumentou o número de sondas de perfuração e de poços perfurados. Foram 847 poços exploratórios no período 2003-2010, contra 500 nos oito anos anteriores. A média de investimentos em exploração mais que triplicou. Saltou de US$ 519,3 milhões para US$ 1,9 bilhão por ano.

Nos últimos anos a Petrobras aumentou os investimentos em exploração, visando avaliar as descobertas realizadas, localizar novos reservatórios de petróleo e aumentar a apropriação de reservas em áreas já produtoras. O objetivo foi manter uma relação reserva/produção segura para o futuro da empresa e do abastecimento do País. Como resultado, a Petrobras tem hoje um potencial recuperável de petróleo suficiente para dobrar a produção até 2020. A produção nacional de petróleo passará de aproximadamente 2 milhões de barris por dia em 2010, para aproximadamente 3 milhões 950 mil barris por dia em 2020.

A produção acumulada de óleo entre 2003 e 2010 foi de 4,47 bilhões de barris, contra 3,02 bilhões no período de 1994 a 2003. As reservas de petróleo e gás cresceram, passando de 11 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), em dezembro de 2002, para 14,17 bilhões de boe, em dezembro de 2009. Este volume ainda não inclui o petróleo do pré-sal, que deverá dobrar as reservas da Companhia. Os investimentos em pesquisa tecnológica registraram um aumento de 627% nos últimos oito anos.

Todo esse incremento nas atividades exploratórias e de produção de petróleo e gás elevou a demanda por novas plataformas. Os grandes projetos de produção passaram de 20 para 33 (crescimento de 65%), contando com uma parcela de conteúdo nacional mais significativa.

Com um crescimento de 400% nas contratações no país, a política da Petrobras de participação máxima do mercado interno na aquisição de bens e serviços no Brasil elevou o conteúdo nacional mínimo de 57%, em 2003, para 77,34% em 2010. Dentro dos padrões internacionais de qualidade, prazo e custo, as aquisições no mercado nacional passaram de US$ 5,2 bilhões em 2003, para US$ 25,9 bilhões em 2009.

Descobertas do passado garantem produção atual

Nas décadas de 80 e 90, a Petrobras descobriu três campos gigantes em águas ultraprofundas da Bacia de Campos (Albacora, em 1984; Marlim, em 1985, e Roncador em 1996). Esses campos, como acontece no mundo inteiro, tiveram que passar pelas diversas fases de avaliação e desenvolvimento da produção. Isso demanda dez ou mais anos de trabalho a partir da descoberta. Pelas suas dimensões e novas descobertas nas mesmas áreas, esses campos continuam em fase de desenvolvimento da produção e são responsáveis pelo aumento do volume produzido a cada ano.

Foram esses campos que contribuíram, e ainda contribuem, para o maior aumento da produção, quando começaram a entrar em operação as grandes plataformas em Albacora, Marlim e Roncador. O campo gigante de Roncador, descoberto em 1996, recebeu, em 2002, o navio-plataforma FPSO-Brasil. Em 2007, foram instaladas as plataformas P-52 e P-54. A contribuição efetiva desses campos para o aumento da produção ocorreu principalmente nos últimos dez anos, em função de novas tecnologias exploratórias que permitiram avaliações mais precisas dos reservatórios.

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Além do arco- íris: carta para Miriam Leitão

/ 18:12

Sra. Miriam Leitão,

Reduzir o sucesso exploratório de uma empresa brasileira, reconhecido mundialmente pela indústria petrolífera e por grandes especialistas do setor, e classificá-lo como “marketing”, como a senhora fez em seu artigo de hoje, “Além do arco-íris”, publicado em O Globo, é desconhecer fatos e dados.

Em números reais e concretos, a Petrobras produz hoje mais de 2 milhões de barris de petróleo por dia no Brasil, níveis alcançados em 56 anos de existência. Para 2020, a companhia projeta produção diária quase três vezes maior, de 5,4 milhões de barris de óleo equivalente por dia. Deste montante, 1.078 mil barris/dia virá somente do pré-sal já descoberto, sem levar em conta as áreas da cessão onerosa, nem outros projetos do novo marco regulatório. Portanto, escrever que o potencial de crescimento e as novas perspectivas abertas com o pré-sal é “marketing” é agredir os números e tentar desmentir perspectivas que as perfurações realizadas pela Petrobras nos últimos quatro anos já demonstraram como inteiramente concretas e factíveis .

Os campos de Tabuleiro de Martins (AL), Carmópolis (SE) e Badejo (RJ), citados na coluna, estão em situação inteiramente diferente da encontrada no “pré-sal”, não somente em termos de reservatórios, mas também em espessura da camada de sal, distância da costa, lâmina d’água e profundidade dos reservatórios. O campo de Badejo, especificamente, não apresenta reservatórios típicos do pré-sal. Confundí-los com o pré-sal das Bacias de Santos e Campos exibe desconhecimento das características geológicas dos reservatórios envolvidos na discussão.

Os poços perfurados no pré-sal – área de 149 mil quilômetros quadrados que se estende da costa do Espírito Santo à de Santa Catarina – tiveram resultados excelentes. Os números estão aí e são inquestionáveis. O primeiro sistema definitivo de produção instalado em Tupi irá processar 100 mil barris de óleo e até cinco milhões de metros cúbicos de gás por dia. Na indústria petrolífera, sabemos todos que circunstâncias técnicas e operacionais levam a que uma plataforma de petróleo recém instalada atinja seu pico de produção de forma gradativa. Nunca entra em operação produzindo em sua capacidade máxima.

A recente conclusão da perfuração do nono poço em Tupi confirmou, uma vez mais, o potencial de óleo leve e gás natural recuperável na área, estimado entre 5 e 8 bilhões de barris de óleo equivalente (boe). Este resultado comprova que a acumulação de petróleo não só se estende até o extremo sul da área do Plano de Avaliação de Tupi, como, também, que a espessura do reservatório com óleo chega a cerca de 130 metros, reduzindo mais ainda as incertezas a respeito do volume estimado de hidrocarbonetos contido na acumulação. Cabe ressaltar que essa área compreende as acumulações de Tupi e Iracema.

As informações de previsão de produção para a acumulação de Tupi contidas no relatório da empresa de consultoria Gaffney, Cline & Associates, contratada pela Agência Nacional do Petróleo para fins de avaliação das áreas da cessão onerosa, não incluíram a área de Iracema e foram baseadas em volumes que a Petrobras considera conservadores.

Os projetos conceituais de desenvolvimento da produção da acumulação de Tupi não contemplam a liberação do gás para a atmosfera. Ao contrário, apontam a reinjeção do gás produzido e a contínua e sistemática avaliação de novas tecnologias que possam adicionar-se àquele método. Além dos benefícios ao meio ambiente, a reinjeção aumenta a produtividade dos reservatórios, o que eleva a economicidade dos projetos de produção. É importante observar que estudos sobre existência de CO2 no pré-sal ainda estão em andamento e não há informações conclusivas. Alguns poços, inclusive, demonstraram concentrações próximas a zero.

No poço de Júpiter, o teor de CO2 encontrado está completamente fora dos padrões da área do pré-sal e por isso necessita de uma avaliação mais rigorosa. A Petrobras e seus parceiros no bloco planejam perfurar um poço, no primeiro semestre de 2011, especialmente projetado para nova amostragem dos hidrocarbonetos descobertos naquela área.

Sobre o campo de Roncador, esclareço que não há qualquer anormalidade em seu plano de desenvolvimento. Como acontece no mundo inteiro, o processo de exploração e produção de petróleo passa por diversas fases de avaliação e desenvolvimento, o que demanda dez ou mais anos a partir da descoberta. É uma prática do mercado que segue lógica pautada pela superação de restrições como características geológicas e geográficas; disponibilidade de soluções tecnológicas adequadas; existência de mercado e preço para os produtos; capacidade de investimento e gestão de riscos.

O desenvolvimento das jazidas gigantes de águas profundas e ultraprofundas da Bacia de Campos, descobertas ao longo das décadas de 80 e 90, seguiu esta lógica. Os projetos foram subdivididos em módulos de acordo com as restrições que apresentavam e de forma que os avanços do módulo anterior pudessem ser incorporados imediatamente ao desenvolvimento dos subsequentes. Assim foi planejado e feito desde o desenvolvimento do campo de Marlim, o mais raso dos gigantes de águas profundas e ultraprofundas, até os dias de hoje, com a implementação dos últimos módulos dos campos de Marlim Sul e Roncador, localizados em águas ainda mais profundas.

Devido à extensão de sua área e ao grande volume de petróleo existente, o desenvolvimento da produção de Roncador foi planejado para ocorrer em quatro módulos. O plano de desenvolvimento do poço segue o cronograma previsto. No momento, estão em operação os módulos 1 e 2, cuja produção teve início em novembro/dezembro de 2007, com as plataformas P-52, do tipo semi-submersível e P-54, do tipo FPSO. O módulo 3 iniciará a produção em 2013. O projeto do último módulo encontra-se atualmente em fase de construção, como previsto.

Sou obrigado a reafirmar que a Petrobras é líder na tecnologia de exploração e produção em águas profundas e ultraprofundas e obteve vários avanços nesta área nos últimos anos. As descobertas realizadas pela Companhia na área do pré-sal são resultado de décadas de investimentos em pesquisa e tecnologia, de capacitação em recursos humanos, de formação de conhecimento avançado sobre geologia brasileira, da promoção do trabalho em equipe de nossas áreas técnicas e de uma política exploratória agressiva em nossas bacias sedimentares, intensificada nos últimos anos.

Estes são alguns dos atributos que justificam o fato da Petrobras ser uma das companhias mais admiradas e respeitadas pelos brasileiros, como a senhora reconhece.

Atenciosamente,

Guilherme Estrella
Diretor de Exploração e Produção

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Diretor financeiro é eleito profissional do ano pela ANEFAC

/ 16:34

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Guilherme Barbassa, foi o ganhador do Prêmio Profissional do Ano 2010 da ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) por sua destacada atuação na área de Finanças.

A ANEFAC concede anualmente prêmios aos profissionais das áreas de Finanças, Administração e Contabilidade e os ganhadores são eleitos pelo voto direto dos associados. A cerimônia de premiação será realizada no dia 26 de novembro, em São Paulo.

Barbassa destacou que o sistema adotado (votos em livre escolha, sem se ater a uma lista prévia de candidatos) confere ao prêmio uma característica democrática e extremamente representativa. O diretor agradeceu a escolha dos associados da ANEFAC. “A premiação é reflexo do trabalho desenvolvido com total seriedade e transparência pela nossa equipe. Receber esse prêmio muito me orgulha, e devo dividi-lo não só com a Área Financeira da Petrobras, mas com toda a Companhia”, afirmou.

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Impressões sobre a 29ª Bienal de São Paulo

/ 14:31

Por iniciativa do blog Fatos e Dados, um grupo de pessoas ligadas à arte e à cultura embarcou rumo a São Paulo para conhecer a 29ª Bienal. Além de apreciar as obras de mais de 160 artistas de diversas partes do mundo, os convidados também visitaram o terreiro Eu Sou a Rua, espaço da Petrobras – uma das patrocinadoras do evento – que tem como proposta incentivar o diálogo e a troca de ideias.

Participaram da ação o diretor e editor-chefe do Roda da Moda, Fernando Molinari (RJ), o professor de História da Arte e colunista Jardel Cavalcanti (PR), o artista plástico Lucas Lupin (MG), o produtor cultural Alexandre Barreto (RJ), o designer e publicitário ligado à arte e a novas mídias Rodrigo Moreira (MG), a ilustradora  Luciana Vanconcelos (GO) e o artista plástico Leonel Mattos (BA).

Confira as impressões de quem esteve lá:

Fernando Molinari

29ª Bienal de São Paulo – o evento

Destaques: artistas do BRIC, África e de outros países periféricos

O uso de animais vivos em exposições, por Vânia Rall

Vídeo 1, vídeo 2, vídeo 3 e vídeo 4.

Fotos

Jardel Dias Cavalcanti

29ª Bienal de São Paulo: a política da arte

Alexandre Barreto

Especial 29ª Bienal de São Paulo: Petrobras atenta para a diversidade

29ª Bienal de São Paulo: quando você enxerga algo do outro em você?

29ª Bienal de São Paulo: “realizar uma grande obra coletiva contra a fome, a violência, a destruição e o imperialismo”

Rodrigo Moreira

29ª Bienal de São Paulo

Luciana Vasconcelos

29ª Bienal de Arte de São Paulo

Fotos

Leonel Rocha Mattos

Bienal do Tema

(para ler o texto, é preciso fazer login no Facebook)

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