Arquivado em 20.10.2010

Petrobras entre as mais admiradas no Brasil

20 de outubro de 2010 / 13:27

A revista Carta Capital promoveu na noite de segunda-feira (18/10), em São Paulo, a cerimônia de entrega do prêmio “As Empresas Mais Admiradas no Brasil”. O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, recebeu os prêmios conquistados pela Companhia nas categorias “Agronegócios”, em que ficou com a 2ª posição, e “Dez Empresas Mais Admiradas no Brasil”, com o quarto lugar no ranking. Já o presidente da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade Neto, recebeu o prêmio da categoria “Distribuidores de Combustíveis ou Derivados de Petróleo”.

O evento contou com as participações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, dos ministros Guido Mantega (Fazenda), Miguel Jorge (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e Carlos Garbas (Previdência Social), além de representantes do empresariado brasileiro.

A 13ª edição da pesquisa “As Empresas Mais Admiradas no Brasil” tem o objetivo de premiar e destacar as empresas que constroem a respeitabilidade corporativa e, ao mesmo tempo, contribuem para a disseminação da ética empresarial e o desenvolvimento socioeconômico do país. O trabalho de campo foi realizado entre junho e agosto deste ano, com a avaliação de 48 segmentos e tabulação de mais de 1.100 entrevistas, com a consultoria de Paulo Secches, da Opphicina Sophia.

Os fatores-chave considerados foram ética, qualidade de produtos e serviços, inovação, respeito pelo consumidor, qualidade de gestão, solidez financeira, notoriedade, desenvolvimento sustentável, responsabilidade social, capacidade de competir globalmente e compromisso com o RH e com o país. Esta edição contou com algumas mudanças de metodologia. O levantamento sobre “as admiradas” foi feito não apenas junto aos pares do setor, mas com todos seus stakeholders. Também houve a organização dos segmentos de negócio em macro setores, de forma a reunir os ramos por afinidade de serviços prestados.

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Tecnólogos: resposta ao Estadão

/ 10:20

Leia a matéria Estatais recusam egressos de cursos tecnológicos (versão on-line), publicada pelo jornal O Estado de São Paulo nesta quarta-feira (20/10). Confira abaixo a resposta encaminhada pela Petrobras ao veículo.

Pergunta: Estou fazendo uma pauta de educação sobre os cursos superiores tecnológicos. Um entrevistado me informou que a Petrobras não contrata tecnólogos, que nos editais há sempre a exigência de cursos de bacharelado. Isso é verdade? Qual o motivo disso?

Resposta: A Petrobras não aceita formação de tecnólogos em seus processos seletivos, já que, para a empresa, existem diferenças nos diplomas de graduação de ensino superior, seja quanto à carga horária, seja quanto à abrangência de atuação.

Os cursos superiores de Tecnologia visam a formar profissionais para atender campos específicos do mercado de trabalho. O profissional formado receberá a denominação de Tecnólogo.

Já os cursos superiores de graduação de Bacharelado são cursos que conferem diplomas de bacharel ou de título específico referente à profissão (Ex. médico). São cursos que habilitam o portador a exercer uma profissão de nível superior. Alguns cursos de bacharelado oferecem diferentes tipos de habilitação, que devem, necessariamente, compartilhar um núcleo comum de disciplinas e atividades. O curso de Comunicação, por exemplo, apresenta habilitações em Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda.

O Licenciado possui no seu currículo ou grade escolar disciplinas que lhe permitem ministrar aulas, entretanto não consta do seu currículo disciplinas que são essenciais para a execução de atividades da indústria do petróleo. Já o currículo do Bacharel atende à Companhia, visto que contém disciplinas importantes para o exercício de atribuições na indústria do petróleo.

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Publicidade na Revista do Brasil: respostas ao Estadão

/ 08:32

Leia a matéria Revista da CUT tem anúncios do Banco do Brasil e Petrobras publicada nesta quarta-feira (20/10) no Estadão e, também, as respostas encaminhadas pela Petrobras ao jornal.

Pergunta: Qual o montante da verba publicitária destinada pela Petrobras às publicações sociais (entendidas aqui como jornais e revistas de sindicatos e ONGs)

Resposta: De acordo com o seu planejamento integrado de comunicação, a Petrobras tem 13 públicos de interesse mapeados, entre eles as OSCs (Organizações da Sociedade Civil), que congregam federações, confederações, associações de classe e sindicatos. A Petrobras destina aproximadamente 0,5% da sua verba publicitária para anúncios e ações que visam fortalecer a imagem junto a este público. Entre as que receberam verba publicitária da Petrobras, desatacam-se publicações da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) e ABI (Associação Brasileira de Imprensa).

Pergunta: Especificamente, qual o valor do patrocínio dado a CUT (para publicações) em 2010?

Resposta: A Petrobras esclarece que não patrocina nenhum tipo de publicação. O relacionamento comercial entre a Companhia e empresas que editam produtos editoriais é pautado na compra de espaço publicitário.

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