Pescadores de Magé: resposta à Folha

25 de outubro de 2010 / 09:11 Respostas à Imprensa Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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Veja a matéria “Vida Vigiada” da Folha de S. Paulo, publicada nesta segunda-feira (25/10), e a resposta encaminhada pela Companhia ao veículo.

Pergunta: Conforme explicado por telefone, estamos fazendo uma matéria sobre o pescador Alexandre Anderson, que está sob proteção de programa do governo federal por receber ameaças após protestos contra o projeto GLP da Petrobras.

Ele afirma que dois pescadores já foram mortos em razão do conflito da praia de Mauá, em Magé (Marcio Amaro e Paulo César Santos Souza). Ele diz que essas mortes estão “caindo na conta da Petrobras” ao menos por omissão, por não fiscalizar a ação das executoras da obra, apesar de ter ciência dos problemas que, segundo ele, estão sendo causados.

Ele afirma ainda que não foi oferecida compensação aos pescadora da Associação Homens do Mar pelos impactos do projeto GLP. Afirma ainda que a Petrobras quer fazer da baía de Guanabara uma “planta industrial”.

Gostaria de saber se a Petrobras gostaria de se posicionar sobre o caso.

Resposta: A Petrobras mantém diálogo regular com as lideranças das comunidades de pescadores, com reuniões mensais para a discussão das suas demandas. A Companhia reafirma seu compromisso com o meio ambiente e a segurança e saúde das comunidades em que está presente.

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