Estaleiro Mauá: respostas ao Jornal Valor Econômico

19 de novembro de 2010 / 09:36 Respostas à Imprensa Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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Leia a matéria publicada nesta sexta-feira (19/11) pelo jornal Valor Econômico: Mauá vive momentos de incertezas. Veja abaixo as respostas enviadas pela Petrobras ao jornal:

Pergunta: Existe de fato a mencionada “restrição branca” à participação do Mauá em algumas licitações da Petrobras?

Resposta: Não existe. O Estaleiro Mauá tem, no momento, contrato com a Transpetro, subsidiária da Petrobras, para construção de navios petroleiros, como parte do programa de renovação de sua frota própria.

Pergunta: Por que o Mauá não foi convidado a participar da licitação das sondas?

Resposta: Na ocasião do lançamento do convite, o estaleiro Mauá contava com uma carteira de contratos que poderia gerar conflito com a demanda de construção das sondas. Por isso não foi convidado de imediato. Após a divulgação do convite, a Petrobras recebeu dois pleitos do grupo Synergy, reivindicando participação no certame. A Companhia avaliou que a EISA Alagoas melhor se enquadraria como candidata, com base nas informações recebidas sobre a capacidade do estaleiro para atender a expectativa de demanda. A Petrobras entendeu que não teria sentido convidar como concorrentes duas empresas do mesmo grupo.

Pergunta: Se a Andrade Gutierrez ganhar na licitação o direito de construir parte das sondas, o plano da empresa passa por construir as unidades no Mauá já que existe um contrato de arrendamento de parte da área. A Petrobras teria alguma restrição ao fato de a Andrade Gutierrez construir as sondas no estaleiro Mauá?

Resposta: A Petrobras tomou conhecimento da intenção da Andrade Gutierrez de utilizar instalações do Estaleiro Mauá quando recebeu sua proposta técnica. A empresa apresentou a estratégia de construção e as medidas previstas para minimizar possíveis impactos decorrentes de conflitos com os compromissos contratuais já assumidos pelo Estaleiro Mauá. O plano de execução apresentado pela Andrade Gutierrez foi analisado pela comissão de licitação, que concluiu por sua exeqüibilidade.

Pergunta: No mercado comenta-se que se o EISA Alagoas for desqualificado da licitação das sondas, o Synergy Group, que controla o Mauá, apresentaria à Petrobras a proposta alternativa de fazer as sondas no próprio Mauá e no estaleiro Eisa, também controlado pelo grupo. Isso é possível? A Petrobras aceitaria essa proposta feita pelo Synergy?”

Resposta: Ainda não há definição quanto a desqualificações. Nessa etapa, a Petrobras está analisando a documentação relativa ao licenciamento ambiental dos participantes.

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