25 de novembro de 2010 / 15:59

A Petrobras recebeu na manhã desta quinta-feira (25/11) o Prêmio von Martius de Sustentabilidade 2010, em São Paulo, pela parceria que mantém com dois projetos ambientais.
A Companhia foi a vitoriosa da categoria ‘natureza’ com o case “Petrobras e projeto Tamar: comemorando 30 anos de uma parceria de sucesso”. Desde 1982 a Petrobras é parceira do Projeto Tamar, que é coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em cooperação com a Fundação Pró-Tamar. A cada nova temporada, cerca de um milhão de filhotes são protegidos. Ao comemorar três décadas, o Tamar celebra a devolução ao mar de cerca de 10 milhões de filhotes de tartarugas.
Na categoria ‘humanidade’, a empresa conquistou o terceiro lugar com o projeto Casa das Mariscadeiras: um programa socioambiental e economicamente sustentável voltado para as mulheres catadoras de marisco.
A premiação reforça o apoio que a Petrobras oferece a projetos voltados à preservação ambiental e ao desenvolvimento da sociedade brasileira. Em 2009, como a maior patrocinadora do Brasil, a Companhia investiu cerca de R$ 464,5 milhões em mais de 1,6 mil projetos sociais, ambientais, culturais e esportivos.
Criado em 2000 pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, o Prêmio von Martius de Sustentabilidade visa premiar projetos que valorizam, independentemente de estarem ligados a uma grande empresa ou não, ações voltadas ao desenvolvimento sustentado de diversas comunidades, que podem ser utilizadas como exemplo aplicável às mais variadas situações geoeconômicas do País.
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Leia a matéria “Petrobras cria empresa para operar sondas” (versão on-line) publicada, nesta quinta-feira (25/11), pelo jornal Folha de S. Paulo. Confira, abaixo, as respostas da Companhia ao veículo.
Jornal: Como te disse, vi a entrevista do Barbassa ao Valor e gostaria de mais informações sobre essa empresa que será constituída para a construção:
Pergunta 1) Quando e como será criada essa empresa?
Pergunta 2) Qual será a participação da Petrobras nessa companhia?
Pergunta 3) Como ela irá funcionar? Será como uma SPE?
Pergunta 4) Qual é o objetivo de separar a empresa que vai cuidar da licitação das sondas? O que a Petrobras ganha com isso?
Pergunta 5) Como serão levantados os recursos para a criação da empresa? Serão captados em Bolsa?
Pergunta 6) Essa empresa será responsável pelo financiamento? Ela será a tomadora de recursos, por exemplo, do BNDES?
Resposta: Para garantir êxito e eficácia nos resultados de seu projeto para construção e disponibilização de sondas para o pré-sal, a Petrobras está implementando duas alternativas, em paralelo.
A primeira trata-se da forma padrão de contratação, através de licitação, para que fretadores e operadores de sondas (nacionais e estrangeiros) contratem a construção dessas plataformas junto a estaleiros brasileiros e as fretem para uso da Petrobras assim que estas estiverem finalizadas, através de contratos de afretamento de 10 anos de prazo.
A segunda forma prevê a utilização de uma nova companhia, a ser proprietária de todas as sondas a serem fretadas à Petrobras, através dos mesmos tipos de contrato. Essa companhia, em processo de constituição, será formada majoritariamente por investidores brasileiros, tais como fundos de pensão, fundos de equity e fundos de investimento. De forma a atender a reivindicação desses investidores, a Petrobras deve ter pequena participação no capital da nova empresa, entre 5% e 10%. Poderá, assim, colaborar com os sócios através da sua experiência, mas não exercerá nenhum tipo de controle: seus direitos e deveres serão proporcionais à sua participação no capital da empresa.
A empresa será uma companhia operacional, com empregados, executivos e colaboradores próprios e não contará com empregados cedidos pela Petrobras. A companhia deverá se associar a operadores de sondas, especializados e experientes, que, juntos, irão explorar economicamente a operação das sondas através dos contratos de afretamento e serviços com a Petrobras.
Caso de a segunda alternativa apresente-se como a mais viável, a empresa terá, dentre outras responsabilidades, que contratar a construção das sondas, fiscalizar as obras, contratar os financiamentos, contratar seguros e selecionar seu futuro associado-operador. Quanto aos recursos de terceiros, não está descartada a hipótese de serem obtidos no mercado de capitais, mas tal decisão ficará na alçada da direção da empresa.
Como é de conhecimento geral, a licitação em curso pela busca de estaleiros brasileiros está sendo feita através de uma subsidiária integral da própria Petrobras e a possibilidade de o processo licitatório ser transferido e/ou cedido para alguma outra empresa a ser indicada pela Petrobras está prevista no edital da licitação desde o seu início.
A alternativa de viabilização do projeto através da estruturação financeira traria diversos ganhos para a Petrobras, dentre os quais:
1) evita a consolidação dos investimentos e dívidas no balanço da Petrobras
2) não gera qualquer direito de regresso contra a Petrobras
3) mantém todos os benefícios do modelo tradicional, na medida em que a Petrobras não será proprietária e nem operadora das sondas
4) viabiliza taxas de afretamento economicamente mais atrativas para a Petrobras, inclusive menores do que as taxas de mercado
5) minimiza os desembolsos de caixa da Petrobras
6) viabiliza de forma economicamente eficiente a construção de sondas no Brasil.
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Leia a matéria Entidade de juízes é acusada de caixa dois com patrocínio publicada nesta quinta-feira (25/11), na Folha de S. Paulo e a resposta da Petrobras enviada ao jornal.
Pergunta: Para reportagem que estamos elaborando sobre a Ajufer (Associação dos Juízes Federais da 1ª Região), gostaríamos de saber qual foi o valor do patrocínio da Petrobras ao 8º Encontro Nacional da Ajufer, de 3 a 7 de setembro, em Porto de Galinhas (PE).
O nome da empresa é citado pela entidade entre as promotores do evento, do qual participou o gerente jurídico da seccional Bahia, Celso Villa Martins de Almeida.
Resposta: A Petrobras patrocina eventos de diversos segmentos e categorias profissionais, incluindo federações de indústrias, entidades do terceiro setor, meios de comunicação, entidades sindicais e patronais, entre outros, todos com foco na exposição da marca e relacionamento com seus diversos públicos, além de contribuir para a discussão de questões que beneficiem toda a sociedade.
Na programação do 8º Encontro Anual da Associação dos Juízes Federais da 1ª Região (Ajufer) havia diversas palestras com temas relevantes de interesse público. A cota de patrocínio da Petrobras ao 8º Encontro Anual da Associação dos Juízes Federais da 1ª Região (Ajufer) foi de R$ 150 mil.
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