29ª Bienal de São Paulo, na visão de Heloisa Buarque de Hollanda

12 de dezembro de 2010 / 08:14 Opinião Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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O último post da série que  apresenta visões e impressões de convidados da Petrobras – uma das patrocinadoras da 29ª Bienal de São Paulo – sobre a mostra traz o depoimento da curadora do Portal Literal e da coleção Tramas Urbanas, Heloisa Buarque de Hollanda.

Em seu relato, a professora fala sobre a forte presença da palavra no evento, que começa com Jorge de Lima, com o título da Bienal, e o catálogo, que é perpassado por comentários poéticos. “É uma conversa da Bienal com a literatura porque o que está mostrado no catálogo é a Bienal, não é apenas uma imagem, quer dizer,  há uma conversa, um subtexto literário o tempo todo, em todas as páginas do catálogo, o que é uma coisa engraçada, instigante, nova”, diz.

A curadora acrescenta que a intensidade da palavra pode ser vista em outros espaços, como na internet, que mostra uma quantidade enorme de práticas literárias e fluxos verbais e seus diversos usos, como o político. “Essa é uma marca contemporâneado muito forte. Humberto Eco já disse que se o século 20 foi o da imagem, o século 21 é o da palavra”. Para a professora, existem vários significados e abordagens da palavra, hoje, e todos eles estão presentes  na Bienal.

Clique aqui para assistir ao trecho do vídeo com depoimento de Heloisa Buarque de Hollanda.

Leia também o depoimento do do coordenador do Núcleo Experimental do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Luiz Guilherme Vergara, do  coordenador do Apalpe e autor do livro Guia Afetivo da Periferia, Marcus Faustini, e do grupo convidado.

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