7 de janeiro de 2011 / 09:58
A Petrobras, na qualidade de operadora dos Blocos BMS-11 e BMS-9, informa que foi aprovado o afretamento de duas novas plataformas do tipo FPSO (unidade que produz, armazena e transfere petróleo e gás) destinadas aos projetos-pilotos da área de Guará-Norte e do campo de Cernambi (antiga área de Iracema), localizadas no pólo pré-sal da Bacia de Santos. Cada um dos FPSOs terá capacidade de produzir, diariamente, até 150.000 barris de óleo e 8 milhões de m3 de gás. A previsão é que entrem em operação em 2014, antecipando a produção das áreas anteriormente prevista para o período pós-2014.
As duas novas plataformas integram a primeira fase do desenvolvimento da produção de Guará-Norte (BMS-9) e Cernambi (BMS-11). Os consórcios tomaram a decisão estratégica de afretar as unidades para viabilizar a antecipação da produção dessas áreas, cujos testes iniciais de vazão apresentaram resultados excelentes.
A intenção é que a conversão das unidades seja feita no Brasil, assim como a construção e a integração dos módulos. A meta é alcançar um índice de conteúdo local na construção das unidades superior a 65%.
O consórcio do Bloco BMS-9 é operado pela Petrobras (45%), em parceria com a BG Group (30%) e Repsol Brasil S.A. (25%). Já consórcio do Bloco BMS-11 é operado pela Petrobras (65%), em parceria com a BG Group (25%) e Galp Energia (10%).
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/ 07:55
O ano de 2010 foi significativo para a Petrobras no segmento de asfaltos. A Companhia bateu recordes de produção e vendas, devido à alta demanda de ligantes asfálticos, que foram utilizados, principalmente, para a realização de obras de infraestrutura no País.
A produção de asfaltos em 2010 alcançou a marca de 2,763 milhões de toneladas, superando o ano de 2009 (2,097 milhões de toneladas) em 32%. O principal aumento ocorreu no mercado interno, cujas vendas atingiram 3 milhões de toneladas, 43% a mais em relação a 2009.
Em 2010, foram aprovados novos contratos de compra e venda de ligantes asfálticos e também ocorreram avanços significativos nas relações comerciais com as distribuidoras. Buscou-se uma maior aproximação com os principais consumidores, no sentido de prever melhor a demanda, a fim de atender o mercado com eficiência, em alinhamento também com os distribuidores. Isso auxiliou na logística de produção das refinarias e nas entregas, permitindo à Companhia adequar-se às demandas do mercado.
A Petrobras vende às distribuidoras e ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) o Cimento Asfáltico de Petróleo (CAP) e o Asfalto Diluído de Petróleo (ADP). Esses produtos são utilizados diretamente em serviços de pavimentação rodoviária ou industrializados nas fábricas das distribuidoras, para a produção de Emulsões Asfálticas de Petróleo (EAP), utilizadas em serviços de pavimentação a frio, ou na produção de CAP modificado por polímeros, ácidos ou borracha.
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