Arquivado em 02.05.2011

Petrobras participa da Offshore Technology Conference 2011

2 de maio de 2011 / 18:59

A Petrobras participa, desta segunda-feira (02/05) até 5 de maio, em Houston, nos Estados Unidos, da Offshore Technology Conference (OTC), o maior evento do mundo dedicado à área de exploração e produção de petróleo no mar. Na edição deste ano, a Companhia destaca a produção em escala comercial nos campos do pré-sal, iniciada no final do ano passado.

Nos trabalhos técnicos que serão apresentados durante os quatro dias da OTC, executivos da Petrobras vão falar sobre a grande experiência da Companhia em projetos em águas ultraprofundas, com artigos sobre os desafios de perfuração no Mar Negro, o projeto de riser híbrido autossustentado (FSHR) da plataforma P-52, no campo de Roncador (Bacia de Campos), e a construção de trechos com inclinação em poços direcionais em camadas de sal.

Os trabalhos abordam, ainda, a gestão da integridade das unidades de exploração e produção, os impactos da tecnologia sísmica na produção dos campos brasileiros e o gerenciamento da produção excessiva de água em campos maduros.

No dia 3 de maio, às 14h, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo concederá entrevista coletiva, acompanhado pelo gerente executivo do Centro de Pesquisas da Petrobras, Carlos Tadeu Fraga, o gerente executivo do pré-sal, José Formigli, a gerente executiva de Engenharia de Produção, Solange Guedes, e o presidente da Petrobras America, Orlando Azevedo.

Produção no pré-sal

No dia 4 de maio, às 12h15 (14h15 pelo horário de Brasília), o gerente executivo do pré-sal, José Formigli, apresenta aos participantes da Conferência os avanços mais recentes no desenvolvimento da produção no pré-sal.

Atualmente, são produzidos cerca 100 mil barris por dia (bpd) no pré-sal das bacias de Santos e de Campos, ambas no litoral sudeste do Brasil. A expectativa é que, até 2017, a produção seja superior a 1 milhão de barris diários.

O projeto piloto de Lula (Tupi), iniciado no final de 2010, produz hoje 28 mil bpd e deve alcançar uma produção de até 100 mil barris e 5 milhões de m3 de gás por dia. Esta é a capacidade total do FPSO Cidade de Angra dos Reis, a primeira plataforma de produção programada para operar em escala comercial na área. No pico de produção, o FPSO estará conectado a seis poços produtores de petróleo, um injetor de gás, um injetor de água e, por fim, um capaz de injetar água e gás alternadamente.

Também no final do ano passado, a Petrobras deu início ao teste de longa duração (TLD) de Guará, na Bacia de Santos, mesma região do campo de Lula. O teste colhe informações técnicas fundamentais para o futuro desenvolvimento das descobertas.

O TLD de Lula nordeste, no antigo bloco exploratório BM-S-11, foi iniciado no final de abril deste ano a cerca de 300 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. O teste está sendo realizado no FPSO BW Cidade de São Vicente, ancorado na profundidade de 2.120 metros. A produção deverá ficar em torno de 14 mil barris de petróleo por dia.

Até 2017, a Petrobras pretende instalar treze unidades de produção no pré-sal da Bacia de Santos, incluindo a do piloto de Lula, já instalada. Os cascos de oito destas plataformas estão em construção, no polo naval de Rio Grande, no estado do Rio Grande do Sul, região sul do Brasil. Cada uma terá capacidade para produzir até 150 mil barris de petróleo e 6 milhões de m3 de gás por dia.

As estimativas de volume recuperável no pré-sal estão calculadas entre 13,9 e 16,3 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), já considerando o volume de 8,3 bilhões de barris, presente nos campos de Lula e Cernambi. Esse total não considera os 5 bilhões de boe que a Petrobras adquiriu do governo brasileiro pelo instrumento legal denominado “cessão onerosa”.

Exploração e Produção nos Estados Unidos

A Petrobras estima investir mais de US$4 bilhões nas atividades de Exploração e Produção e Refino, nos Estados Unidos, no período 2010-2014. A companhia tem 187 blocos exploratórios na parte norte-americana do Golfo do México, atuando como operadora em 125 deles.

A Petrobras é operadora do projeto Cascade e Chinook, em águas ultraprofundas, no Golfo do México. Nesse projeto, a companhia aplica toda a sua experiência em operações em águas ultraprofundas, desenvolvida e implantada com sucesso no Brasil há mais de 30 anos.

Além de instalar o primeiro navio-plataforma do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, estocagem e escoamento) no Golfo, a Petrobras introduz inovações como o transporte de petróleo por navios aliviadores, o uso de bombas submersas e de risers híbridos autossustentáveis.

Petrobras na OTC

Reconhecida internacionalmente como uma das líderes em exploração e produção offshore, a Petrobras já recebeu três premiações na OTC. Em 2007, o engenheiro Marcos Assayag, do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), recebeu o Distinguished Achievement Award for Individuals (Prêmio de Distinção ao Indivíduo) por sua contribuição ao desenvolvimento de tecnologias para produção de petróleo em águas profundas e ultraprofundas.

Em 2001, as tecnologias utilizadas no Campo de Roncador deram à Petrobras o Distinguished Achievement Award for Organizations (Prêmio de Distinção a Empresas). Em 1992, a Companhia já havia recebido a mesma premiação pelas tecnologias aplicadas no Campo de Marlim, na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro.

A Petrobras é uma empresa integrada de energia, com mais de um milhão de acionistas, que atua nos segmentos de petróleo, gás natural e biocombustível. De origem brasileira e presente em 29 países, atualmente ocupa o 3º lugar entre empresas de energia, no ranking da PFC Energy. Além de ser reconhecida como líder mundial na exploração e produção em águas profundas, a Petrobras se destaca por sua atuação social e ambiental. Pelo quinto ano consecutivo, participa do Índice Dow Jones de Sustentabilidade e está entre as cinco mais transparentes do Ibovespa. A Companhia também investe em fontes de energias renováveis, especialmente em biocombustíveis. Até 2014, a empresa investirá $3.5 bilhões no setor, com um aumento substancial em suas participações nas atividades de etanol e biodiesel.

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Treze plataformas em operação no pré-sal da Bacia de Santos até 2017

/ 16:43

A Petrobras e seus parceiros comemoraram, no final do ano passado, o começo da produção em escala comercial nos campos do pré-sal brasileiro. Atualmente, são extraídos cerca de 100 mil barris por dia (bpd) na na área do pré-sal da Bacia de Campos e no polo pré-sal da Bacia de Santos, ambas no litoral sudeste do país. Apenas nesta última, a produção diária deve alcançar, até 2017, cerca de 1 milhão de barris diários, com a entrada em operação das unidades planejadas para a região.

Os FPSOs BW Cidade de São Vicente e Dynamic Producer, hoje instalados na Bacia de Santos para realizar os Testes de Longa Duração (TLD) de Lula Nordeste e Guará, respectivamente, colhem informações técnicas fundamentais para o futuro desenvolvimento das jazidas descobertas. Esses dados deverão subsidiar o planejamento das atividades no pré-sal, coordenadas por meio do PLANSAL, o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado do Polo Pré-sal da Bacia de Santos.

O Piloto do campo de Lula (originário da acumulação de Tupi), na Bacia de Santos, está sendo operado pelo FPSO Angra dos Reis, instalado no final de 2010. Com capacidade para produzir, diariamente, até 100 mil barris de óleo e 5 milhões de m³ de gás, esta é a primeira plataforma de produção programada para operar em escala comercial na área. Está ancorada a cerca de 300 km da costa, sobre 2.149 metros de lâmina d´água. Enquanto os sistemas de escoamento de gás para o continente não estão completamente operacionais, está produzindo cerca de 15 mil barris de óleo por dia.

No pico de produção, o FPSO estará conectado a seis poços produtores de petróleo, um injetor de gás, um injetor de água e, por fim, um capaz de injetar água e gás alternadamente. Assim como os TLDs de Lula Nordeste e Guará, o Piloto de Lula colhe informações de reservatório e de produção que serão fundamentais para a concepção das demais unidades de produção que irão produzir no pré-sal.

Extraindo conhecimento

Em 2010, a Petrobras perfurou oito poços no polo pré-sal da Bacia de Santos. Desde que foram descobertas essas acumulações já foram perfurados 20 poços na região. Para 2011, está programado o início da perfuração de mais 24 poços na área.

As informações coletadas pelas perfurações feitas até agora permitiram reduzir significativamente as incertezas sobre os reservatórios do pré-sal, que são formados por rochas carbonáticas microbiais, antes pouco conhecidas pelos técnicos.

Os dados dos campos de Lula e Cernambi estão sendo processados e interpretados. A conciliação dessas informações com os resultados obtidos nos testes de produção já propiciou maior conhecimento sobre o comportamento dinâmico das novas jazidas. Com isso, há maior confiabilidade na previsão de produção futura e de reservas dessas áreas. Uma vez que os poços continuam a ser perfurados em toda a área do pré-sal da Bacia de Santos, os dados de perfis e testes de formação são utilizados não só para o entendimento do campo onde o poço está sendo perfurado, mas também para o desenvolvimento futuro de toda a área do pré-sal.

Declaração de comercialidade

No final do ano passado, o consórcio responsável pelas áreas de Tupi e Iracema declarou a comercialidade destas acumulações. Com isso, elas deram origem aos campos de Lula e Cernambi, respectivamente. Na área de Tupi, campo de Lula, o volume recuperável declarado foi de 6,5 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), com 28º API. Em Cernambi, o volume recuperável declarado foi de 1,8 bilhão de boe, de petróleo de 30º API. Do total dos dois campos, 800 milhões de barris foram incorporados às reservas provadas da Petrobras já em janeiro deste ano. Também foram incorporados outros 100 milhões de boe do pré-sal da Bacia de Campos, localizada mais ao norte do litoral do Brasil.

As reservas provadas da Petrobras totalizam, hoje, 15,986 bilhões de boe, pelo critério da Society of Petroleum Engeneers (SPE). Esse volume deverá dobrar ao longo dos próximos anos, se confirmadas as estimativas de volume recuperável das áreas licitadas do pré-sal. Essas estimativas estão calculadas entre 13,3 bilhões e 16,3 bilhões de boe, já considerando a declaração de comercialidade de Tupi. Esse volume não inclui os 5 bilhões de boe que a Petrobras adquiriu do governo brasileiro pelo instrumento legal denominado “cessão onerosa”, que trará um aporte significativo às reservas já existentes.

Cessão onerosa

No ano passado, a Petrobras adquiriu, onerosamente, direitos de pesquisa, exploração e produção até o limite de 5 bilhões de barris de óleo equivalente, em áreas contíguas às acumulações descobertas em blocos já licitados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Conforme o projeto de lei aprovado pelo Congresso Brasileiro, a empresa terá, portanto, um aporte de 5 bilhões de boe às suas reservas, um volume equivalente a cerca de 1/3 das reservas atuais da empresa. Nessas áreas, que foram pré-definidas em lei, a Petrobras terá 100% dos direitos exploratórios. Essas concessões serão desenvolvidas com a exigência de alto conteúdo nacional nos empreendimentos e de forma integrada com as áreas licitadas. O objetivo é promover a otimização dos recursos logísticos, com reflexos em melhores resultados para o polo pré-sal da Bacia de Santos.

O Congresso Brasileiro aprovou, também, um novo regime legal para a exploração e produção no pré-sal e em outras áreas estratégicas no Brasil. Por esse regime, que adota o sistema de partilha de produção, a Petrobras terá uma participação mínima obrigatória de 30% em cada bloco ainda não licitado. As áreas já licitadas, ou que estejam em limites geográficos fora do pré-sal ou outras áreas estratégicas, continuarão a ser regidas pelo regime de concessão exploratória, que regulava até então todas as atividades de E&P no país.

Plataformas em série

Em novembro de 2010, foram assinados os contratos para a construção de oito cascos das futuras plataformas destinadas à primeira fase de desenvolvimento da produção do polo pré-sal da Bacia de Santos. Essas unidades, batizadas de “replicantes”, integram a nova geração de plataformas de produção concebidas segundo parâmetros de simplificação de projetos e padronização de equipamentos. A produção em série de cascos idênticos permitirá maior rapidez no processo de construção, ganho de escala e a consequente otimização de custos.

Cada plataforma dessas, do tipo FPSO (Floating Production Storage and Offloading), terá capacidade para processar até 150 mil barris por dia (bpd) de óleo e 6 milhões de m³ de gás/dia. Os cascos estão sendo construídos no polo naval de Rio Grande, no estado do Rio Grande do Sul, e foram projetados para garantir 70% de componentes fabricados no país.

Os oito replicantes entrarão em operação nos blocos BM-S-9 e BM-S-11. Além deles, serão instalados ali, também, dois outros projetos-pilotos, programados para as acumulações de Lula Nordeste e Guará, ambos com a mesma capacidade de produção dos replicantes. No total, serão treze unidades de produção a operar no polo pré-sal da Bacia de Santos até 2017, incluindo o Piloto de Lula, já iniciado com o FPSO Cidade de Angra dos Reis.

A contratação do afretamento das duas plataformas restantes, para os projetos da área de Guará-Norte e do campo de Cernambi, foi aprovada pela Petrobras e parceiros no final de 2010. Serão FPSOs com capacidade para produzir até 150 mil bpd de óleo e até 8 milhões de m3 de gás/dia. Os consórcios decidiram antecipar a produção dessas áreas, dado que os testes iniciais de vazão apresentaram excelentes resultados.

Escoamento e logística

O escoamento de petróleo dos projetos do polo pré-sal da Bacia de Santos será feito, inicialmente, apenas por navios aliviadores. O gás será escoado por dutos até a Unidade de Tratamento Monteiro Lobato (UTCGA), em Caraguatatuba, São Paulo, e para a estação de tratamento de Cabiúnas, no Rio de Janeiro. Também está em estudos, para a região, a instalação de uma unidade de gás natural liquefeito embarcado (FLNG).

Atualmente, o transporte de passageiros está sendo operado a partir dos aeroportos de Jacarepaguá e de Cabo Frio, no estado do Rio de Janeiro. Para atendimento à demanda de movimentação de cargas, além dos portos pelos quais a Petrobras opera hoje, foi fechado um contrato com o porto do Rio de Janeiro.

Para o futuro, está prevista a construção de duas bases aeroportuárias, sendo uma em Itaguaí, no Rio de Janeiro, e a outra em Santos, em São Paulo. Também se estuda a construção de até três centrais intermediárias de fluidos e outra de passageiros, para otimizar a logística de apoio à atividade offshore.

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Pelé e Capitão Nascimento no Cine PE

/ 11:43

Até a próxima sexta-feira (06/05), dez personagens de longas-metragens realizados com patrocínio da Petrobras circularão pela 15ª edição do Cine PE. Para comemorar a marca de mais de 500 filmes patrocinados, a Petrobras convidou o artista plástico Silvio Botelho, pai dos famosos bonecos de Olinda, para homenagear algumas dessas produções. Foram criados dez bonecos representando personagens marcantes, como Carlota Joaquina, o Zé Pequeno de “Cidade de Deus”, a indiazinha Tainá, entre outros.

Na abertura do Festival, no último sábado (30/04), bonecos gigantes do Capitão Nascimento, do filme “Tropa de Elite”, e do Pelé, representado no documentário “Pelé Eterno”, homenagearam o ator Wagner Moura e o Rei do Futebol, no Centro de Convenções, em Olinda.

Além disso, cinco poemas populares, em forma de literatura de cordel, contaram histórias especialmente feitas a partir dos personagens, como um encontro inusitado entre Capitão Nascimento e Zé Pequeno.

As comemorações dos mais de 500 longas-metragens patrocinados começaram em janeiro com um desfile temático do estilista mineiro Ronaldo Fraga, na Mostra de Cinema de Tiradentes.

Com o Programa Petrobras Cultural (PPC), são lançados anualmente editais para produção de filmes de longa e de curta-metragem, difusão em salas de cinema e outras iniciativas de estímulo à produção cinematográfica brasileira. A Companhia também patrocina mais de 20 festivais de cinema por ano em todas as regiões do país, o que contribui para a formação de novas plateias, além de estimular a reflexão sobre o cinema e a cultura nacional.

O PPC já teve sete edições, abrangendo 77 áreas de seleções públicas, destinando R$ 311 milhões a 1.278 projetos contemplados desde que foi criado, em 2003 . Na edição 2010 do PPC, foram destinados mais de R$ 27 milhões para o setor audiovisual, incluindo projetos de produção, difusão de filmes e festivais de cinema. Em 2011, o Programa destinará mais R$ 6 milhões para projetos de difusão de filmes e festivais de cinema.

Serviço:

15ª edição do Cine PE

Local: Centro de Convenções de Pernambuco – Av. Professor Andrade Bezerra, s/n – Olinda

Ingressos: R$ 8 (inteira) / R$ 4 (meia)

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Saquarema lança Agenda 21 do município

/ 10:15

Na última sexta-feira (29/04), foi lançada a Agenda 21 de Saquarema, com apoio da Petrobras e da Prefeitura Municipal de Saquarema. A iniciativa busca contribuir para o desenvolvimento sustentável nos municípios do entorno do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), em construção em Itaboraí.

O lançamento ocorreu no Cinéa Fest House e contou com a presença da prefeita de Saquarema, Franciane Motta, do representante da Petrobras e coordenador do projeto Agenda 21 Comperj, Ricardo Frosini; além dos coordenadores Locais da Agenda, Jorge Mathias (1º setor, público), Dulce Tupy (2º setor, empresarial), Amir Pereira (3º setor, ONGs) e Layla Garrido (4º setor, comunitário).

A Agenda 21 identifica preocupações e potencialidades locais, resultando em um Plano Local de desenvolvimento Sustentável (PLDS) para cada município, englobando itens como educação, cultura, meio ambiente, habitação, saúde, saneamento básico, transporte, segurança, entre outros. Mais informações sobre o projeto e as Agendas Locais estão no site: da Agenda 21.

“É com grande satisfação e esperança que lançamos esta Agenda 21 de Saquarema. Foi um longo e difícil diálogo, entre todos os setores da sociedade. Quando se fala em desenvolvimento sustentável, fala-se em crescimento de pessoas. Desenvolver um município de maneira sustentável requer necessárias discussões, acerca de todas as questões do município, buscando o melhor caminho para o seu futuro. Espero que este trabalho seja utilizado. Para tal, todos os quatro setores precisam se articular e os cidadãos também têm de tomar atitudes em prol da cidade, colocando cada um sua verdade, discutindo – a favor do meio ambiente – no fórum e em grupos de trabalho. Parabéns a todos vocês, cidadãos de Saquarema”, destacou Ricardo Frosini, representante da Comunicação Institucional da Petrobras e coordenador do projeto Agenda 21 Comperj.

“Agradeço a cada um que participou do lançamento desta Agenda 21, aqui em Saquarema. Todos nós sabemos o que está certo ou errado no município. As coisas estão acontecendo. Acredito que o trabalho da Agenda 21 será muito importante, não apenas para Saquarema, mas para todas as outras cidades daqui do estado do Rio de Janeiro. Os problemas ambientais já estão sendo sentidos por todos nós, que devemos saná-los através de debates como este. Estamos todos de parabéns. Vamos trabalhar para que tenhamos uma Saquarema cada vez melhor”, acrescentou Franciane Motta, prefeita de Saquarema.

Para Dulce Tupy, uma das coordenadoras da Agenda 21 de Saquarema, “este lançamento da Agenda começa, mas não tem um fim, já que se trata de um processo contínuo de participação. Agradeço muitíssimo o estímulo do Comperj e da Prefeitura de Saquarema”. Ela disse ainda que “a responsabilidade da Agenda 21 é enorme: Estamos trabalhando de forma integrada.”

O escopo do projeto teve início em 2007, com o objetivo de criar e fomentar o desenvolvimento de processos de Agenda 21 Local em cada um dos 14 municípios, sob influência direta ou indireta do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro. Além de Saquarema, Guapimirim, São Gonçalo, Tanguá, Casimiro de Abreu e Teresópolis, a Agenda 21 abrange os municípios fluminenses de Cachoeiras de Macacu, Itaboraí, Magé, Maricá, Niterói, Nova Friburgo, Rio Bonito e Silva Jardim, que também irão lançar suas respectivas Agendas até julho.

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