Arquivado em 16.05.2011

Diesel: carta Estadão

Leia o editorial “Está difícil termos diesel limpo“, publicado nesta segunda-feira (16/05), no jornal O Estado de São Paulo, e a carta enviada  ao diário. Veja também o esclarecimento completo da Petrobras.

Versão reduzida para a seção de cartas do Estadão (1000 caracteres)

Em relação ao artigo “Está difícil termos diesel limpo” publicado no dia 16/05 no Estado de S. Paulo, a Petrobras esclarece que, desde 2009, fornece o diesel S-50, citado no artigo como diesel limpo, a diversos municípios do país, incluindo as regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro.

A Petrobras reafirma seu compromisso de disponibilizar para o mercado o volume necessário do diesel S-50, definido pelo Plano Nacional de Abastecimento coordenado pela ANP para atendimento à nova frota de veículos com tecnologia P-7. Não é verdadeira a afirmação de que o diesel comum é responsável pela fumaça preta dos veículos. Esta fumaça não é decorrente da qualidade do diesel nem do seu teor de enxofre e sim da falta de regulagem do motor, que deve ser corrigida pelos Programas de Inspeção e Manutenção.

É importante destacar que a poluição está associada não só à qualidade dos combustíveis, mas ao desempenho dos motores, à velocidade dos veículos, à inspeção veicular, a aspectos de planejamento urbano (rodízio de veículos e construção de espaços arborizados, etc), ao aumento da frota veicular e à idade da mesma. Não é verdadeira a afirmação de que “a Petrobras alegou que não havia tempo hábil para fornecer combustível em volume suficiente”. A Petrobras jamais fez tal alegação. Em 2008, a Companhia declarou, em juízo, que forneceria o diesel S-50 em janeiro de 2009 para os veículos novos da fase P-6 do Proconve. Este compromisso vem sendo cumprido, de acordo com o cronograma estabelecido pelo acordo definido sob orientação do Ministério do Meio Ambiente.

Versão completa do esclarecimento

Em relação ao artigo “Está difícil termos diesel limpo” publicado nesta segunda, dia 16 de maio, no jornal O Estado de São Paulo, a Petrobras esclarece que:

- Desde 2009, fornece o diesel S-50, citado no artigo como diesel limpo, a diversos municípios do país, incluindo as regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro. A Petrobras reafirma seu compromisso de disponibilizar para o mercado o volume necessário do diesel S-50, definido pelo Plano Nacional de Abastecimento coordenado pela ANP (Agencia Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) para atendimento à nova frota de veículos com tecnologia P-7.

- Não é verdadeira a afirmação de que o diesel comum é responsável pela fumaça preta que “emporcalha o ar causando dano à saúde da população”. A fumaça preta não é decorrente da qualidade do diesel nem do teor de enxofre do combustível e sim da falta de regulagem do motor, que deve ser corrigida pelos Programas de Inspeção e Manutenção. É importante destacar que a poluição está associada não só à qualidade dos combustíveis, mas ao desempenho e inovação dos motores, à velocidade dos veículos, à inspeção veicular, a aspectos de planejamento urbano (rodízio de veículos e construção de espaços arborizados e de circulação de ar, por exemplo), ao aumento da frota veicular e à idade da mesma.

- Também é necessário esclarecer que a Resolução 315 do Conama não definiu qualquer característica do óleo diesel, fato que foi reconhecido pelo próprio Ministério Público Federal do Estado de São Paulo. Ao contrário do que afirma o artigo, em 2008 não foi estabelecido que o S-50 deveria abastecer todos os veículos pesados a partir de 2009.

- Não é verdadeira a afirmação de que “a Petrobras alegou que não havia tempo hábil para fornecer combustível em volume suficiente”. A Petrobras jamais fez tal alegação. Em 2008, a Companhia declarou, em juízo, que forneceria o diesel S-50 em janeiro de 2009 para os veículos novos da fase P-6 do Proconve. Este compromisso vem sendo cumprido, de acordo com o cronograma estabelecido pelo acordo definido sob orientação do Ministério do Meio Ambiente.

- É importante esclarecer que não há necessidade de nenhuma “adaptação” nos veículos antigos para utilizar o diesel S-50, ao contrário do que é citado no artigo. A opção de uso do diesel S-50 nos veículos antigos será fruto da avaliação econômica dos proprietários. Cabe ressaltar que nos veículos fabricados até o ano 2000, não há nenhum benefício ambiental em usar um óleo diesel com menor teor de enxofre.

- Em relação à solução aquosa uréia, ARLA 32, deve-se destacar que os postos de serviço não são obrigados a ofertá-la, mas deverão fazê-lo por questões comerciais. Quem tem a responsabilidade de provê-la, conforme o Código de Defesa do Consumidor, são os fabricantes de veículos. Este assunto está, no momento, em discussão no Conama, onde está sendo proposta uma resolução que atribua a responsabilidade aos fabricantes de veículos pelo provimento dos insumos essenciais para o desempenho das tecnologias de controle das emissões de poluentes.

- É importante ressaltar que testes realizados pela Petrobras mostraram que, em motores produzidos antes do ano 2000, o uso do diesel S-50, e até mesmo do S-10, não altera o nível de emissões de material particulado quando comparado com o uso do diesel S-500 e do diesel S-1800. Em motores mais novos, os testes mostraram que há uma redução de emissões de material particulado da ordem de 11%, com a utilização do diesel S-50 comparativamente com o diesel S-500. Portanto, a tecnologia do motor é fundamental para a redução das emissões.

- Pro fim, cabe destacar que, em janeiro de 2013, a Petrobras fornecerá um novo diesel, com teor de enxofre ainda menor que o S-50, o diesel S-10.

5 comentários 16 de maio de 2011 / 20:41

Formalizada a criação da empresa Sete Brasil

Foi formalizada, em São Paulo, a criação da empresa Sete Brasil S.A (Sete BR) que, juntamente com o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), assumirá o contrato para a construção de sete sondas de perfuração marítima – as primeiras produzidas no Brasil – a serem utilizadas para atendimento do programa de perfuração de longo prazo da Petrobras nos poços no pré-sal. A previsão de entrada em operação das novas sondas é para 2015.

Participaram da assinatura do contrato de criação da nova empresa, na última sexta-feira (13/05), o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Companhia, Almir Barbassa, o presidente da Sete BR, João Carlos Ferrraz, além de representantes dos bancos Santander, Bradesco, BTG Pactual, Caixa Econômica Federal, além de Previ, Petros, Funcef, Valia e Lakeshore Financial Partners Participações. Juntamente com a Petrobras, os bancos e fundos de pensão são acionistas da Sete Br. A Petrobras terá menos de 10 por cento de participação, e a governança na empresa será proporcional à participação de cada sócio.

Na ocasião o presidente da Petrobras ressaltou “os grandes desafios e oportunidades que serão enfrentados por esta nova empresa, capaz de transformar a indústria de petróleo e gás no Brasil. Trata-se de uma empresa com enorme potencial devido não apenas às demandas da Petrobras, mas de todo o setor”, concluiu Gabrielli.

A Sete BR, para financiar a construção das sondas, contará com o capital próprio, provido pelos sócios, e com recursos de financiamento de longo prazo concedidos pelo BNDES, que irá financiar a parcela correspondente ao conteúdo brasileiro de bens e serviços para construção de cada sonda, além de recursos provenientes das agências de fomento à exportação dos países que fornecerão o conteúdo a ser importado e dos bancos comerciais.

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Petrobras lidera ranking de sustentabilidade das maiores empresas de energia da América Latina

A Petrobras obteve a melhor nota no estudo sobre sustentabilidade com as maiores empresas de energia da América Latina. O ranking foi elaborado pela consultoria espanhola Management & Excellence (M&E) em parceria com a revista LatinFinance, publicação internacional especializada no mercado latino-americano.

Segundo a consultoria, a classificação deste ano levou em conta não só o grau de adesão, mas se as companhias estavam de fato implementando políticas de sustentabilidade. A Petrobras destacou-se neste item por atingir uma marca muito superior à nota de seus pares na categoria de desempenho em sustentabilidade.

O método utilizado para a preparação do relatório deste ano incluiu cerca de 200 atributos relacionados à sustentabilidade, responsabilidade social, governança corporativa, práticas ambientais e financeiras. O ranking é considerado uma ferramenta tanto para empresas criarem referências e melhorarem seu desempenho quanto para investidores e analistas avaliarem o desempenho futuro das companhias.

De acordo com a M&E, os investidores e acionistas estão cada vez mais interessados em obter este tipo de informação sobre as empresas. O motivo disso é que tem sido demonstrado que investimentos em sustentabilidade impactam na qualidade da gestão e, portanto, nos fundamentos financeiros. Por exemplo, um bom programa de ética pode reduzir as despesas operacionais em 5% e amplos programas de qualificação de funcionários podem ter um impacto de 30% a 800% na produtividade e na receita, segundo estudos da M&E realizados com grandes empresas latino-americanas.

O compromisso da Petrobras com o desenvolvimento sustentável tem levado a companhia a diversos reconhecimentos. No início do ano, a Petrobras foi considerada uma das 100 empresas mais sustentáveis do mundo, segundo o ranking Global 100, elaborado pela revista Corporate Knights, publicação canadense especializada em responsabilidade social e desenvolvimento sustentável. E, em 2010, a companhia conquistou, pelo quinto ano consecutivo, o direito de participar da composição do Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI), o mais importante índice mundial de sustentabilidade.

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AD WARM: Petrobras Distribuidora lança aditivo para misturas asfálticas

O portifólio da Petrobras Distribuidora no mercado de asfaltos tem um novo trunfo para disputar o segmento das chamadas misturas mornas, também conhecidas com warm-mix: já está disponível para os clientes da Companhia o AD-WARM, aditivo que garante ganhos ecológicos, de SMS, facilidade no transporte e na usinagem do produto final.

Nas misturas mornas (que podem ser densas, semi-densas ou abertas), o ligante asfáltico recebe uma pequena quantidade de aditivo que permite a usinagem da massa asfáltica em temperaturas até 30°C inferiores às de um processo convencional. Com isso, se reduzem o consumo de energia necessária e as emissões de fumos de asfalto, sem alterações nas propriedades do ligante ou da mistura usinada.

A questão da temperatura mais baixa é especialmente conveniente quando o local da compactação na pista fica distante da usina de asfalto ou em via sujeita a congestionamentos de trânsito. Uma massa asfáltica tradicional pode perder qualidade ou mesmo ser descartada, se esfriar durante o transporte; já com a mistura morna utilizando o AD-WARM, esse risco é minimizado.

Mercado – Líder no mercado brasileiro de asfaltos com 35% de share, a Petrobras Distribuidora teve em 2010 um aumento de 28% nas vendas globais sobre 2009, chegando a 947 mil toneladas. A Companhia tem uma linha completa de produtos e serviços asfálticos e atende a todos os segmentos de mercado, incluindo concessionárias de rodovias, prefeituras, governos estaduais, construtoras, indústrias, Governo Federal e forças armadas.

Saiba mais sobre as soluções da Petrobras Distribuidora no segmento de asfaltos em www.br.com.br/asfaltos.

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