Formalizada a criação da empresa Sete Brasil
16 de maio de 2011 / 17:47
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Foi formalizada, em São Paulo, a criação da empresa Sete Brasil S.A (Sete BR) que, juntamente com o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), assumirá o contrato para a construção de sete sondas de perfuração marítima – as primeiras produzidas no Brasil – a serem utilizadas para atendimento do programa de perfuração de longo prazo da Petrobras nos poços no pré-sal. A previsão de entrada em operação das novas sondas é para 2015.
Participaram da assinatura do contrato de criação da nova empresa, na última sexta-feira (13/05), o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Companhia, Almir Barbassa, o presidente da Sete BR, João Carlos Ferrraz, além de representantes dos bancos Santander, Bradesco, BTG Pactual, Caixa Econômica Federal, além de Previ, Petros, Funcef, Valia e Lakeshore Financial Partners Participações. Juntamente com a Petrobras, os bancos e fundos de pensão são acionistas da Sete Br. A Petrobras terá menos de 10 por cento de participação, e a governança na empresa será proporcional à participação de cada sócio.
Na ocasião o presidente da Petrobras ressaltou “os grandes desafios e oportunidades que serão enfrentados por esta nova empresa, capaz de transformar a indústria de petróleo e gás no Brasil. Trata-se de uma empresa com enorme potencial devido não apenas às demandas da Petrobras, mas de todo o setor”, concluiu Gabrielli.
A Sete BR, para financiar a construção das sondas, contará com o capital próprio, provido pelos sócios, e com recursos de financiamento de longo prazo concedidos pelo BNDES, que irá financiar a parcela correspondente ao conteúdo brasileiro de bens e serviços para construção de cada sonda, além de recursos provenientes das agências de fomento à exportação dos países que fornecerão o conteúdo a ser importado e dos bancos comerciais.
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5 respostas para “Formalizada a criação da empresa Sete Brasil”
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1 de fevereiro de 2012 às 22:07
Espero que com essas datas todas mencionadas e pre estabelicidas, tambem alguem pense em estipular datas para que as empresas brasileiras ou extrangeiras REALMENTE NACIONALIZEM a mao de obra, que atualmente estar nas maos de extrangeiros, assim como USA e Noruega, que treinem a sua mao de obra brasileira afim de que aumente o numero de supervissores brasileiros nessas plataformas e nas outras que ja operam na bacia de Santos e de Campos.
21 de maio de 2011 às 15:11
o que não é eticamente correto e que no governo DilmA/LULA, existem ministérios, mais afeito e com experiências para avalisar tal empreendimento e não temos noticias de que tais investimentos foram analisados e dado o aval, porque Caixa e Funcef novamente bancando 19,5% dos investimentos. acredito que a Funcef deveria criar um diretoria de Portos, estaleiros. sabemos que investimentos em infraestruturas os investimentos demoram a retornar, razão que a iniciativa privada sempre participa com pouco capítal.
18 de maio de 2011 às 10:35
A criação dessa gigante dos sete mares denominada Sete Brasil, vai liberar as amarras para que a Petrobras possa dedicar toda a sua energia na sua atividade fim e naquilo que conhece verdadeiramente: Prospectar, produzir, refinar, armazenar e transferir petróleo e seus derivados alem de regularizar sua força de trabalho e resolver definitivamente a questão do excesso de mão de obra terceirizada. Desejo boa sorte a seus dirigentes e empregados, assim como os fundos de pensão pela decisão sábia de investir de forma sólida e retorno compensador.
18 de maio de 2011 às 10:31
Espero que essa nova concepção de gerenciamento de empreendimentos possa ser implementados e prosperar em outros seguimentos afora o pré-sal, como a construção de Refinarias e Unidades Petroquímicas de primeira e segunda geração, com aprimoramento do Conteúdo nacional, diminuição do índice de terceirização, observância ao meio ambiente, saúde e segurança dos trabalhadores, e envolvidos direta e indiretamente nessas obras, privilegiando e desenvolvendo a mão de obra nacional principalmente as que já se encontram treinadas e capacitadas pelo PROMINP.
18 de maio de 2011 às 10:25
Decisão importante, principalmente por trata-se de uma empresa com enorme potencial de desenvolvimento. Além de atender às demandas da Petrobras, ficará disponível a todo o seguimento de petróleo e gás. Por sua vez, a Petrobras demonstra uma atitude positiva quanto a capacidade de inovação de gerenciamento de grandes empreendimento, sobretudo aqueles voltados ao Pre sal. Uma vez implementado, observaremos em decorrência, já nos próximos balanços da empresa, os reflexos da contenção de custos decorrentes da decisão tomada que não deixava a empresa prosperar a contento nos momentos mais difíceis em que a geopolítica do petróleo não se postava a seu favor.