Arquivado em 27.05.2011
A Petrobras assinou essa semana, com a empresa Hidrovia South American Logistics SA, em cerimônia realizada no edifício sede da Companhia, no Rio de Janeiro, os últimos seis contratos do Programa EBN2 (Empresas Brasileiras de Navegação). A contratação refere-se ao afretamento de seis navios da classe Panamax, de 63.500 toneladas de porte bruto cada, sendo cinco para movimentação de produtos claros (como a gasolina e o diesel) e um para o transporte de produtos escuros (petróleo, por exemplo).
A empresa Hidrovia South American Logistics SA pertence ao grupo NSAL (Navios South American Logistics Inc), uma associação entre a NAVIOS (Navios Maritime Holdings Inc.) e o grupo argentino Horamar.
O EBN trata do afretamento, no período de 15 anos, de navios a serem construídos por empresas brasileiras, em estaleiros estabelecidos no Brasil. O programa também exige que o registro da embarcação ocorra sob bandeira brasileira durante toda a duração do contrato. Foram duas fases: EBN1 e EBN2. Na primeira foram afretados 19 navios e na segunda 20 embarcações.
O programa é parte integrante de um conjunto de iniciativas da Petrobras para estimular a construção naval no Brasil e os 39 navios serão construídos em estaleiros brasileiros, no período de 2011 a 2017.
Com esta iniciativa, a Petrobras contribui para a revitalização da indústria de armação no Brasil, trazendo alternativas nacionais para atendimento à demanda de transporte na cabotagem, atividade estratégica e responsável por 80% do transporte marítimo da Petrobras, assim como à redução de exposição à volatilidade do mercado internacional de fretes.
O EBN está alinhado à diretriz da Petrobras de apostar e agir, em parceria com o empresariado nacional, para o desenvolvimento do país. Estima-se que o programa contribua para a criação de cerca de 30 mil empregos diretos e indiretos, durante a construção, e mais dois mil postos de trabalho permanentes ao longo da vida operativa dos navios.
A expectativa, do ponto de vista mais amplo da indústria de “shipping” (transporte marítimo) no Brasil, é a criação de uma comunidade expressiva de armadores de granéis líquidos sob a bandeira brasileira, inicialmente com grande foco na cabotagem e, no futuro, se capacitando também a atuar no mercado internacional de longo curso a partir de rotas ligadas ao mercado brasileiro.
27 de maio de 2011 / 18:40

A maior seleção pública específica para circulação de peças teatrais no País, o Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, divulgou nesta sexta-feira (27/05) o resultado oficial de sua segunda edição, em evento, no Edifício Sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro.
Com valor total de R$ 12 milhões, o programa viabilizará a apresentação de espetáculos teatrais nas categorias adulto e infanto-juvenil em mais de 70 municípios, nas 27 Unidades Federativas. A premissa é levar espetáculos consagrados a cidades diferentes daquelas em que já estiveram em cartaz, a preços populares.
Assim como na primeira edição, o programa conta com uma parceria entre o Ministério da Cultura e a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, que no biênio 2009/2010 possibilitou a circulação de 43 espetáculos teatrais, atingindo um público superior a 120 mil pessoas, em mais de 500 apresentações em todas as regiões.
“Com a realização bem-sucedida da segunda edição do programa, a Petrobras Distribuidora reafirma seu papel como empresa incentivadora da cultura brasileira ao proporcionar a democratização de peças teatrais, contemplando a classe artística envolvida e espectadores de todos os cantos do País”, afirma Alena Aló, gerente de Patrocínios da subsidiária.
A comissão formada por representantes do meio teatral, do Ministério da Cultura e do Sistema Petrobras selecionou 50 dos 327 projetos inscritos. Foram considerados os quesitos mérito, relevância artística, currículos dos profissionais envolvidos, viabilidade de execução, praças propostas e resultados obtidos em temporadas anteriores.
Após a análise da comissão, houve uma etapa intermediária, com avaliação do Ministério da Cultura, referente à Lei Rouanet. Para agilizar esse processo, o Ministério e a Petrobras Distribuidora assinaram o “Acordo de Cooperação Técnica, com adoção de procedimentos conjuntos para a execução do programa. Apenas aqueles que tiveram a aprovação foram encaminhados para avaliação final do Conselho Petrobras Distribuidora de Cultura.
Confira a lista completa dos projetos contemplados.
/ 17:37
Em relação à vistoria da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Rio de Janeiro (SRTE-RJ) na plataforma P-65, a Petrobras esclarece:
1. A plataforma P-65 encontra-se em parada programada de manutenção desde o último dia 23.
2. A P-65 não é produtora de petróleo, ela apenas auxilia no tratamento do óleo de outras unidades, em processo complementar ao da plataforma PCE-1 (Enchova).
3. A unidade foi adquirida pela Petrobras em 2009, e apesar do projeto do antigo operador da plataforma atender a todos os requisitos da legislação brasileira, a P-65 desde então vem recebendo pequenas modificações para seguir o padrão de projeto das demais plataformas da Petrobras.
4. Parte das não conformidades apontadas na vistoria da STRE/RJ já havia sido identificada anteriormente pela Petrobras e encontra-se em fase de conclusão pela equipe técnica. Outras estão sendo antecipadas visando cumprir as determinações da Superintendência.
5. A Petrobras esclarece que todos profissionais que atuam na plataforma são qualificados. A não conformidade apontada pela SRTE/RJ refere-se apenas à manutenção de cópia física dos certificados de treinamento a bordo da plataforma.
6. A parada programada para manutenção da unidade, em curso, não impacta a produção de petróleo da Companhia.
A Petrobras adotará todas as exigências da Superintendência, mas reafirma que suas plataformas operam dentro dos mais rigorosos padrões de segurança da indústria do petróleo.
/ 10:49

Na última quinta-feira (26/05), a Agenda 21 de Magé foi lançada, com apoio da Petrobras e da Prefeitura Municipal da cidade. A iniciativa busca contribuir para o desenvolvimento sustentável dos municípios do entorno do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), em construção em Itaboraí.
O evento ocorreu no Magé Tênis Clube e contou com a presença do secretário Municipal de Turismo e meio Ambiente do município, Valdeck Ferreira de Mattos da Silva, do representante da Petrobras e coordenador do projeto Agenda 21 Comperj, Ricardo Frosini; do presidente do Consórcio do Leste Fluminense (CONLESTE), Carlos Pereira; do representante do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e coordenador da Agenda 21 do Estado, Carlos Frederico Castelo Branco, além das coordenadoras da Agenda 21 Local de Magé, Dulce Regina de Araújo e Sheila Ramos Haubrick Borges.
A Agenda 21 Comperj, considerada uma nova forma de relacionamento com a região de influência do empreendimento, identifica problemas e potencialidades locais. O resultado é um Plano Local de Desenvolvimento Sustentável (PLDS) para cada município, englobando itens como educação, cultura, meio ambiente, habitação, saúde, saneamento básico, transporte e segurança.
“A Agenda 21 é um plano do município. Não é apenas de um governo, de uma empresa ou de uma comunidade. É de toda sociedade. Ele ultrapassa gestões públicas: a atual, a próxima e outras que virão, para que Magé tenha metas para o futuro, e possíveis de serem alcançadas”, destacou Ricardo Frosini, representante da Comunicação Institucional da Petrobras e coordenador do projeto Agenda 21 Comperj.
“Agradeço pelo empenho da Agenda 21 e da Petrobras, que está trazendo o que nós desejamos. Levarei uma excelente experiência deste evento, especialmente as melhorias que o projeto está trazendo para Magé, que já vem se tornando um município diferente”, acrescentou o secretário municipal Valdeck Ferreira de Mattos da Silva.
A construção da Agenda 21 Local aconteceu em cinco etapas. Na primeira, foi realizado um trabalho de sensibilização e mobilização dos quatros setores, convidando lideranças e toda a sociedade para participar do projeto. Na segunda, foi realizando um Levantamento das Percepções Setoriais (LPS), identificando preocupações e potencialidades e indicando as ações necessárias em cada um dos capítulos da Agenda 21. Para a continuidade dos trabalhos em âmbito municipal, cada setor escolheu representantes para formar o Fórum Local e consolidar os resultados setoriais. A última etapa é o lançamento do PLDS.
Para uma das coordenadoras da Agenda 21 de Magé, Sheila Ramos Haubrick Borges, no decorrer da construção do projeto, muitas barreiras foram superadas. “Graças ao apoio da Petrobras, de Organizações Não Governamentais e de outros importantes parceiros, podemos conhecer melhor a história e as particularidades de nosso município”.
O escopo do projeto teve início em 2007, com o objetivo de criar e fomentar o desenvolvimento de processos de Agenda 21 Local em cada um dos 14 municípios, sob influência direta ou indireta do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro. Além de Magé, Cachoeiras de Macacu, Maricá, Saquarema, Guapimirim, São Gonçalo, Tanguá, Casimiro de Abreu e Teresópolis, que já receberam o PLDS, a Agenda 21 abrange ainda os municípios fluminenses de Itaboraí, Niterói, Nova Friburgo, Rio Bonito e Silva Jardim, que também irão lançar suas respectivas Agendas até julho.
Mais informações e as Agendas Locais estão no site do projeto.
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