Arquivado em 03.06.2011
3 de junho de 2011 / 21:38
Leia o post “Diesel: carta ao Estadão“, em resposta à matéria “Está difícil termos diesel limpo” e a nova carta enviada ao veículo nesta sexta-feira (03/06).
“A Petrobras enviou para este jornal um texto com uma série de esclarecimentos e correções sobre o diesel S50, em resposta ao editorial ‘Está difícil termos diesel limpo’, publicado no Fórum dos Leitores de 21/5.
Para minha surpresa, como resposta da Redação foi citada uma palestra realizada por mim na Conferência Ethos 2008, onde, segundo o jornal, eu teria afirmado que: “A Petrobras disponibilizará diesel S50 apenas para 8% da frota de veículos novos”.
Verifiquei que tal afirmativa foi veiculada no site da Conferência Ethos 2008, tendo como fonte o próprio Instituto Ethos.
Evidentemente eu jamais poderia ter feito declaração tão descabida. Primeiro porque a Empresa já havia se manifestado em juízo e realizado uma coletiva de imprensa em São Paulo, onde deixou claro que forneceria o diesel S50 necessário para os novos veículos com tecnologia P-6 que seriam produzidos a partir de janeiro de 2009, o que não acabou acontecendo. Entretanto, o diesel S50 começou a ser fornecido em janeiro de 2009. Segundo porque eu participei dos dois eventos mencionados.
O que afirmamos foi que o volume do diesel S50 para a frota nova com motores P-6 seria em torno de 8% do volume total de diesel, uma estimativa, já que não sabíamos, na ocasião, quantos veículos diesel P-6 seriam produzidos e, principalmente, vendidos em 2009.
Esperamos ter esclarecido algo que é bastante óbvio e também esclareceremos ao Instituto Ethos para que faça a correção necessária.
Atenciosamente,
Frederico Guilherme Kremer
Gerente de Soluções Comerciais da Área de Abastecimento da Petrobras”
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/ 21:03
Foi realizado nesta sexta-feira (3/6), no Rio de Janeiro, o encontro de avaliação e planejamento do segmento de Esporte de Rendimento do Programa Petrobras Esporte & Cidadania. O evento teve como objetivo iniciar o planejamento para o ano olímpico de 2012 a partir de sugestões de todos os envolvidos no programa, entre eles confederações e atletas das modalidades contempladas (boxe, taekwondo, remo, esgrima e levantamento de peso).
Participaram do evento o gerente de Patrocínios Esportivos da Petrobras, Claudio Thompson; a diretora do Instituto Passe de Mágica, Maria Paula Gonçalves (Magic Paula); representantes das confederações e os atletas Márcio Venceslau (taekwondo), Roseli Feitosa (boxe), Jaqueline Ferreira (levantamento de peso), João Hildebrando Júnior (remo); e Karina Lakerbai (esgrima). O coordenador do Ministério do Esporte, Newton Koji Uchida, também participou do evento para esclarecer os participantes sobre a Lei de Incentivo ao Esporte.
“A idéia do encontro foi fazer um balanço do que foi realizado até agora e buscar melhorias para que o programa fique cada vez melhor. Estamos começando o planejamento para 2012 e esse encontro é importante para que possamos formatar o projeto para apresentá-lo ao Ministério do Esporte”, afirmou Thompson. “Foi bom ouvir da Roseli Feitosa, por exemplo, que o programa resgatou a autoestima dos atletas e foi fator decisivo na motivação para as competições.”
Para Magic Paula, o encontro foi fundamental para o futuro do programa. “É importante sentar e conversar. Depois vamos fazer isso separadamente com cada confederação para que essa aproximação seja ainda maior”, disse a dirigente.
Na opinião de Ricardo Calmon, presidente da Confederação Brasileira de Levantamento de Peso, a reunião é um começo construtivo para um grande momento do esporte nacional. “O programa tem as melhores intenções e esperamos que caminhe sozinho em 2012.”
Abrangência – O programa Petrobras Esporte & Cidadania é a mais abrangente iniciativa de apoio ao esporte do país. Até 2014, serão destinados cerca de R$ 265 milhões, por meio de investimento direto e da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, a quatro diferentes segmentos: Esporte de Rendimento, Esporte Educacional, Esporte de Participação e Memória do Esporte.
O investimento no Esporte de Rendimento será de aproximadamente R$ 80 milhões até 2014 e tem como principal objetivo contribuir para o desenvolvimento do esporte nacional por meio do apoio às cinco modalidades olímpicas contempladas no programa.
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/ 15:36

Foi realizada nesta sexta-feira (3/6) no Estaleiro BrasFELS, em Angra dos Reis (RJ), com a presença da presidenta da República, Dilma Rousseff, e do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, a cerimônia de batismo da plataforma P-56. Com capacidade para processar 100 mil barris de petróleo e comprimir 6 milhões de m³ de gás por dia, a P-56 operará no Módulo 3 de desenvolvimento do Campo de Marlim Sul, localizado na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro.
Para a presidenta Dilma, a construção significa a geração de empregos de qualidade para a população. “São 56 mil toneladas de aço, mas o que deve nos admirar é que foram braços brasileiros que construíram esta plataforma. O que o Brasil pode produzir será produzido no Brasil. Temos capacidade para isso. Queremos que se produza cada peça no Brasil”, destacou.
O presidente Gabrielli reafirmou o compromisso da diretoria de produzir 28 sondas no Brasil. “Nunca produzimos esses equipamentos. Serão sete em Pernambuco. Dentre as outras 21, com certeza algumas serão aqui”, previu. “Vamos promover a criação de estaleiros e estimular a diversificação das atividades”, completou Gabrielli.
A plataforma tem como madrinha a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP). Estiveram presentes os diretores da Petrobras nas áreas de Exploração e Produção, Guilherme Estrella, de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, de Gás e Energia, Graça Foster, o diretor interino de Serviços, Roberto Gonçalves, o diretor interino da Área Internacional, Fernando Cunha, e os presidentes da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade Neto, da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto e da Transpetro, Sergio Machado.
Em coletiva prévia realizada nesta quinta-feira (2/6), no edifício sede da Petrobras, o gerente de Implementação de Empreendimentos para Marlim Sul, Roberto Moro, ressaltou que a P-56 será a quinta unidade na região de Marlim Sul e destacou o crescimento do conteúdo local na construção das novas plataformas: ” Tivemos quatro canteiros de obras no estado do Rio de Janeiro. Toda a P-56 foi construída no Brasil, inclusive o casco “.
Segundo o gerente do Ativo de Marlim Sul, Carlos Bartolomeu Barbosa, após o batismo, a P-56 será transportada para a Ilha de Bananal, próxima à Ilha Grande, em Angra dos Reis, onde passará por alguns testes antes de chegar ao campo de Marlim Sul. Também participaram da coletiva o coordenador do Projeto do Módulo 3 de Marlim Sul, Rodrigo Volpato e o secretário de obras do Estado do Rio de Janeiro, Hudson Braga.
A P-56 é uma unidade do tipo semissubmersível e ficará ancorada em local onde a profundidade é de 1.670 metros, interligada a 21 poços, dos quais 10 serão produtores de petróleo e 11 injetores de água. Idêntica à plataforma P-51, a nova unidade de produção integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e é considerada um marco na indústria naval brasileira, uma vez que consolida a capacidade do país de construir plataformas desse porte em seu território. A construção da P-56 alcançou o conteúdo nacional de 72,9% relativo ao topside (módulos integrados), e teve seu casco totalmente construído no Brasil, demonstrando o fortalecimento da indústria local a partir das encomendas da Petrobras.
O contrato de construção da plataforma foi assinado em outubro de 2007 entre a Petrobras e o FSTP, consórcio integrado pelas empresas Keppel FELS e Technip. Para construí-la foram investidos aproximadamente US$ 1,5 bilhão e a obra gerou 4 mil empregos diretos e 12 mil indiretos no país. A partir de junho, ela terá sua construção finalizada e passará pela etapa de testes e ajustes finais na Baía de Ilha Grande, em Angra dos Reis, e depois será rebocada até a Bacia de Campos para ancoragem e interligação de poços. O início da produção no Campo de Marlim Sul está previsto para agosto.
Construção modular
Construída de forma modular, a P-56 é composta pelo deckbox (base do convés), casco e módulos. A empresa Kepppel FELS construiu, no estaleiro BrasFELS, os quatro módulos de processos e de utilidades. Já os dois módulos de geração foram construídos pela Rolls Royce, em parceria com a UTC Engenharia, no canteiro desta empresa, em Niterói. Os dois módulos de compressão foram construídos pela Nuovo Pignone (General Eletric), no canteiro Porto Novo Rio, no Rio de Janeiro (RJ). O deckbox também foi construído no BrasFELS, onde foi feita a integração dos módulos. Depois da integração, o conjunto passa a ser chamado de topside.
O casco da nova plataforma é 100% brasileiro. Ele foi construído no BrasFELS e resultou da união dos blocos de aço fabricados pelo próprio estaleiro e pela Nuclep, em Itaguaí. A união do casco com o topside, processo chamado de deck mating, uma das atividades mais complexas, ocorreu sem qualquer imprevisto, em outubro de 2010.
Dados da P-56
Localização: Campo de Marlim Sul, a 120 km da costa;
Produção de petróleo: 100 mil barris de petróleo por dia;
Compressão de gás: 6 milhões de m3 por dia;
Geração elétrica: 100 MW;
Profundidade de ancoragem: 1.670 m;
Compr. 125 m Larg. 110 m Alt. 137m;
Acomodações: 200 pessoas;
Peso Total: 54.658 ton;
Poços produtores: 10;
Poços injetores:11;
Risers: 79;
Escoamento de petróleo: oleoduto p/ P-38 (aprox. 20 km);
Escoamento de gás natural: gasoduto p/ P-51 (aprox.15 km)
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/ 12:13

A Petrobras realizou nesta sexta-feira (03/06) a cerimônia de premiação da 5ª edição do Prêmio Petrobras de Tecnologia Engenheiro Antônio Seabra Moggi, no Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras (Cenpes), no Rio de Janeiro. Foram 21 trabalhos selecionados entre 346 inscritos de 58 instituições de ensino e pesquisa. Participaram da solenidade o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa e o gerente Executivo do Cenpes, Carlos Tadeu da Costa Fraga.
O Prêmio celebra a parceria de sucesso entre a comunidade nacional de Ciência e Tecnologia e a Petrobras, empresa que mais investe em tecnologia no país, reconhecendo a contribuição de estudantes, pesquisadores e instituições para a superação de fronteiras tecnológicas no segmento petróleo, gás e energia. É também uma oportunidade de revelar novos talentos e novas tecnologias, incentivando assim a inovação no meio técnico-científico e a aproximação entre as universidades brasileiras e a indústria de energia.
Voltado para estudantes de graduação, mestrado ou doutorado de qualquer instituição de ensino superior brasileira, o Prêmio Petrobras de Tecnologia Antônio Seabra Moggi é um dos mais importantes elos entre a Companhia e as universidades brasileiras. Lançado em 24 de setembro de 2004, visa incentivar a revelação de talentos e de trabalhos inovadores de interesse do segmento petróleo, gás e energia.
Entre os inscritos na 5ª edição, 55% são da região Sudeste, 21% da região Nordeste, 19% da região Sul, 2% da região Norte e 3% da região Centro-Oeste, perfil similar à edição anterior. Nessa 5ª edição, foram premiados 21 trabalhos de 14 instituições em nove estados. Os temas Preservação Ambiental, com 81 trabalhos inscritos, e Energia, com 79, do total de 346 inscritos, predominaram, como vem ocorrendo desde a 1ª edição do Prêmio. Ao todo, cerca de 200 instituições de 24 estados já participaram das cinco edições, que tiveram 122 trabalhos premiados.
Os vencedores recebem bolsa de estudo e prêmio em dinheiro. Para a categoria graduação o valor é de R$10 mil; R$15 mil para mestrado e R$20 mil para doutorado. Os respectivos orientadores dos trabalhos premiados recebem a mesma quantia de seus alunos em forma de taxa de bancada, ou seja, valor a ser investido em seu laboratório ou departamento da instituição em que trabalha. A iniciativa conta com a parceria do CNPq, responsável pela concessão das bolsas de estudos aos vencedores.
A continuidade e o sucesso dessa premiação reforçam o relacionamento da Petrobras com universidades e institutos de pesquisas de norte a sul do país, com os quais mantém mais de mil convênios. A seleção dos melhores trabalhos inscritos no 5º Prêmio Petrobras de Tecnologia coube a uma comissão, formada por 11 representantes da Petrobras, CNPq e academia, que analisou os trabalhos vencedores dentro dos nove temas tecnológicos propostos: Tecnologia de Energia; Tecnologia de Exploração; Tecnologia de Gás; Tecnologia de Logística e de Transporte de Petróleo, Gás e Derivados; Tecnologia de Perfuração e de Produção; Tecnologia de Preservação Ambiental; Tecnologia de Produtos; Tecnologia de Refino e Petroquímica e Tecnologia de Segurança e Desempenho Operacional.
Homenagem
Ao chegar a sua quinta edição, o Prêmio Petrobras de Tecnologia passa a se chamar Engenheiro Antônio Seabra Moggi – que foi o primeiro superintendente do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras. Químico Industrial pela Universidade do Brasil (atual UFRJ) e engenheiro químico pela Valderbilt University, no Tennesse (EUA), trabalhou no Conselho Nacional de Petróleo (CNP) e na Petrobras, onde participou da fundação do Centro de Aperfeiçoamento e Pesquisa de Petróleo (Cenap), ponto de partida das atividades de Pesquisa & Desenvolvimento na Companhia. Também participou da criação do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP).
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