Arquivado em 28.07.2011
28 de julho de 2011 / 19:26
O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Guilherme Barbassa, foi nomeado o CFO (Chief Financial Officer) do Ano de 2010 no Brasil, na categoria Expansão, pelo Latin Trade, grupo de mídia há 18 anos no mercado que edita publicações de negócios na América Latina e Caribe. Barbassa recebeu o prêmio em evento realizado nesta quinta-feira (28/07), em São Paulo.
O CFO of the Year Awards reconhece os executivos financeiros que se destacaram na gestão de companhias em crescimento ou que passaram por grandes mudanças. Entre os critérios para premiação do diretor da Petrobras, o grupo Latin Trade destacou o sucesso da capitalização realizada em 2010. Maior operação de aumento de capital no mundo, a oferta pública captou R$ 120 bilhões com emissão de mais de 4 bilhões de ações. “Almir Barbassa desempenhou um papel fundamental no êxito das operações financeiras da Petrobras, a maior empresa da América Latina, que inclui a histórica capitalização no ano passado e as contínuas ações para levantar capital necessário para expansão da empresa,” diz Joachim Bamrud, editor executivo do Latin Trade Group.
Almir Barbassa ocupa a posição de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores há seis anos. Ao receber o prêmio, o diretor agradeceu às equipes que atuam na área financeira da empresa e destacou a importância da adequação da estrutura de capital da Petrobras à nova fase de crescimento. “A capitalização nos trouxe a tranquilidade de construir uma alta liquidez da Companhia, que hoje apresenta o maior programa de investimento de uma indústria no mundo”, afirmou. O Plano de Negócios da Petrobras prevê investimentos de US$ 224,7 bilhões entre 2011 e 2015.
Os ganhadores do CFO of the Year Awards foram escolhidos por um comitê editorial do grupo Latin Trade. A premiação reconhece a excelência de gestão de empresas latinoamericanas e destaca o Diretor Financeiro do Ano no Brasil, no México e na América Latina.
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/ 17:31

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, participou na manhã desta quinta-feira (28/7) da abertura do ciclo de palestras do Seminário Qualificar e Competir: Petróleo & Gás Natural, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).
O presidente Gabrielli fez a apresentação do Plano de Negócios 2011-2015 e falou sobre a necessidade de capacitação da indústria e da mão-de-obra do setor de óleo e gás. O presidente lembrou que, nos últimos trinta anos, a Companhia avançou o conhecimento em águas profundas (acima de 300 metros de profundidade) e se transformou na maior em atividade nessa região exploratória. Nos últimos cinco anos, cerca de 1/3 das descobertas em águas profundas no mundo foram realizadas no Brasil.
“Estudos recentes mostram que a projeção para os próximos dez anos é de que os barris novos que entrarão na oferta mundial de petróleo virão, principalmente, das águas profundas. E, fora da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, os principais contribuintes da adição de novos barris fora das reservas já existentes são os campos no Brasil. Vamos nos tornar a principal fonte de produção nova no mundo inteiro”, frisou.
O crescimento da cadeia de fornecedores e a capacidade desses fornecedores assumirem riscos e obterem lucro no tempo adequado, com o custo adequado foram pontos citados como importantes para o sucesso do Plano de Negócios 2011-2015. “Do ponto de vista financeiro, não temos muitos problemas. Do ponto de vista tecnológico, estamos indo muito bem. Estamos testando novas tecnologias, sem problemas. Olhar a cadeia de fornecedores, com inovação e competição é absolutamente fundamental para colocarmos esse plano em prática.”
José Sergio Gabrielli de Azevedo também mencionou diversas iniciativas que já proporcionam o desenvolvimento do conhecimento e da pesquisa em tecnologia (Redes Temáticas), da cadeia de fornecedores (Progredir) e da capacitação de profissionais (Prominp). O presidente falou ainda sobre a necessidade de uma parceria entre os diferentes atores da indústria do petróleo e gás. “Se passarmos para uma fase de crescimento de curva de aprendizado, com o estágio atual do conhecimento, ao mesmo tempo em que adicionarmos novas tecnologias, daremos um salto. O futuro do petróleo no mundo está em águas profundas.”
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/ 14:06
Pesquisas realizadas desde 2007 pela Petrobras, em parceria com instituições de pesquisa brasileiras e empresas fornecedoras, resultaram no primeiro diagnóstico ambiental oficial da Bacia de Campos, região situada entre o Estado do Rio de Janeiro e o sul do Espírito Santo.
O Projeto de Caracterização Ambiental Regional da Bacia de Campos (PCR-BC) surgiu a partir de demanda do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) e foi delineado para gerar e consolidar conhecimento sobre os aspectos físico, químico, geológico, biológico e socioeconômico da região, englobando uma área de 100 mil km². A Petrobras já entregou o relatório final das pesquisas ao Ibama, e a previsão é de que, até julho 2012, as publicações e a base de dados estejam disponíveis para todos os interessados.
O projeto possui duas vertentes principais: uma referente ao entendimento socioeconômico da atividade pesqueira e outra referente ao meio natural, denominado Projeto Habitats – Heterogeneidade Ambiental da Bacia de Campos. As informações serão transformadas em uma base de dados, pioneira no país, a fim de que possam ser úteis para a melhoria da tomada de decisão e gestão ambiental na região, além de serem transformadas em uma coleção de publicações científicas.
Ao todo, 250 pesquisadores, técnicos, professores e estudantes foram envolvidos no projeto, que, além de contribuir com informações de qualidade e agilidade para o trabalho de técnicos da Companhia, tem como objetivo também auxiliar o trabalho de técnicos do Ibama, das comunidades científicas e de outros órgãos governamentais.
Os dados foram coletados entre a costa e três mil metros de profundidade do mar, sendo possível obter uma caracterização bastante completa da Bacia de Campos. Estas pesquisas possibilitarão que a Petrobras balize ainda mais suas decisões a partir de informações ambientais científicas robustas, incorporando o conceito de sustentabilidade ambiental aos empreendimentos das atividades de exploração e produção na região.
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