Projetos da Companhia para o controle de emissões
30 de agosto de 2011 / 13:32
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A gerente geral de Eficiência Energética e Emissões Atmosféricas da Petrobras, Beatriz Espinosa, concedeu entrevista ao jornal Valor Econômico sobre os projetos e os investimentos da Companhia para controlar as emissões de CO2 na atmosfera. Entre outros assuntos, Beatriz mencionou as metas voluntárias, o Programa Tecnológico de Mudanças Climáticas e ações específicas em plataformas e termelétricas. Leia a transcrição da entrevista:
Repórter: Como a Petrobras mede suas emissões?
Beatriz: Tudo parte de um sistema de informação que temos na Petrobras, implementado desde 2002. Esse sistema se chama SIGEA – Sistema de Gestão de Emissões Atmosféricas. É um sistema que faz o inventário de emissões da Petrobras e contabiliza mais de 30 mil fontes de emissões nas operações da Companhia.
Repórter: Quais são essas fontes?
Beatriz: São máquinas, fornos, caldeiras, flare. Todas as possibilidades de emissões são inventariadas. Atualmente, a Petrobras já inventaria também a parte de transporte das operações da Companhia.
Repórter: Ano passado as emissões chegaram a 61 milhões de toneladas de CO2 equivalentes. Em 2009 foram 57. O que é essa medida?
Beatriz: São os gases de efeito estufa: CO2, Metano, N2O. Todos eles são convertidos em uma única unidade chamada de CO2 equivalente. Isso é um protocolo internacional. O inventário da Petrobras obedece ao GHG Protocol (Greenhouse Gas Protocol ou Protocolo de Gases de Efeito Estufa) que é um protocolo internacional de medição e de inventário de emissões. O inventário da Petrobras, além de obedecer ao GHG Protocol e a outras normas internacionais, também é auditado por terceira parte. Isso permite que a Petrobras conheça bem as suas emissões, por área de negócios, pelas refinarias, pela produção e exploração.
Repórter: Qual é a que emite mais?
Beatriz: As operações de exploração e produção e de refino. Ambas são as atividades da Petrobras mais emissoras pelo porte. A Petrobras tem 16 refinarias, 132 plataformas, então, o porte das atividades da Companhia no E&P e no refino, faz com que sejam as maiores emissoras. A Petrobras tem também a emissão de térmicas, a emissão da área internacional, a emissão do transporte, tem emissão de fertilizantes, petroquímica, apenas contabilizando o que é operado pela Petrobras. Sessenta e um (61) é tudo, toda atividade da Petrobras, Brasil e internacional.
Repórter: Diz aqui que a Petrobras tem carteira de projetos, período 2010-2015, que receberá 1,2. O que são esses projetos?
Beatriz: Desse US$ 1,2 bilhão, US$ 200 milhões são para P&D. São projetos de pesquisa e desenvolvimento, relacionados à mitigação de mudanças climáticas. A Petrobras tem muitos investimentos no desenvolvimento da tecnologia de captura e armazenamento de carbono, por meio de uma rede, que só no Brasil, tem 12 universidades envolvidas. É a Rede Temática de Mudança do Clima e Captura e Armazenamento de CO2. É uma tecnologia que o mundo todo está estudando e a Petrobras acompanha todo esse desenvolvimento tecnológico e investe também em capacitação de universidades brasileiras para estudar e viabilizar, cada vez mais, essa tecnologia.
Repórter: O que se desenvolve nessa área? Como é que se captura e armazena?
Beatriz: A indústria de petróleo já faz há muitos anos e, a Petrobras, o faz, desde 1987, nos campos terrestres na Bahia, a injeção de CO2 como uma técnica de recuperação avançada do petróleo. Uma etapa dessa tecnologia de captura e armazenamento de CO2 já é de domínio tecnológico. O que a Petrobras está, cada vez mais, aprofundando e detalhando é como monitorar o armazenamento desse CO2, como ele fica armazenado no próprio reservatório. Como outras alternativas, existe o armazenamento em aquíferos salinos profundos, que é uma outra forma de injetá-lo, mantê-lo armazenado, não se transformando em emissões para a atmosfera.
Repórter: Colocar em áreas de gás exauridas?
Beatriz: Também e em campos depletados. Também é uma alternativa de armazenamento. Falamos dos US$ 200 milhões relacionados a P&D e os demais investimentos são de melhoria de eficiência energética nas refinarias, são investimentos também relacionados à redução de queima de tocha nas plataformas. Há vários investimentos para implantação de compressores, gasodutos, mudanças nos processos para aproveitar o gás, para evitar que ele seja queimado.
Repórter: Qual é esse gás que sai?
Beatriz: É o gás associado ao petróleo. Se a Petrobras não tiver como escoá-lo, a Companhia tem que queimá-lo. Os investimentos que estão naqueles US$ 1,2 bilhão são ações de melhoria de processos para evitar que o gás seja queimado. Desse US$ 1,2 bilhão tem também o fechamento do ciclo de termoelétricas, tornando-as muito mais eficientes energeticamente. No fechamento de ciclo é aumentada a eficiência de 30 para 60% e produz mais energia.
Repórter: Adoção de tecnologia de ciclo combinado.
Beatriz: São investimentos para a conversão de algumas térmicas, de ciclo simples para ciclo combinado. Aproveitamento do gás exausto de turbinas a gás para produção de mais energia e aumento de eficiência global.
Repórter: Quando começou esse programa?
Beatriz: Desde 2005, a Petrobras já adota objetivos voluntários para a questão da mudança do clima. A Companhia, antes, tinha indicadores que eram de emissões evitadas. Em 2010, a Petrobras resolveu dar um passo a mais, estabelecendo esses indicadores de intensidade. É uma forma mais rigorosa de atuar junto às unidades operacionais. Com isso, a Petrobras deseja demonstrar que está sendo, cada vez mais, eficiente. Desde 2002, a Petrobras tem inventário de emissões. A Companhia, como toda empresa brasileira que está crescendo, vai aumentar suas emissões e, ao Brasil é permitido o aumento de emissões pelos protocolos internacionais. A Companhia está com um plano de crescimento, o que vai fazer com que as emissões aumentem. A intenção é demonstrar que a emissão relativa vai diminuir. A Petrobras vai produzir mais, emitindo menos. Esse é o conceito dos indicadores de intensidade. É como se cada barril novo adicionado ao mercado, a esse barril corresponde uma energia menor para produzi-lo. Isso é que é intensidade energética, eficiência energética. É emissão por barril produzido ou por carga processada nas refinarias. Por isso, não é um único indicador. É um indicador para cada atividade.
Repórter: Carga processada é em que negócio?
Beatriz: Refino. O refino é relativizado por carga, nas térmicas é relativizado por energia produzida e no E&P é relativizado por produção de petróleo e gás.
Repórter: Falamos de todos os projetos?
Beatriz: Dos US$ 1,2 bilhão, ainda tem um montante que é menor, US$ 11 milhões que é para a área internacional, para a melhoria nas instalações internacionais, e também na frota, com novos navios com maior eficiência energética. O mais importante é que todos os novos projetos da Petrobras também obedecem a novas premissas de eficiência energética, o que faz com que a Petrobras cresça com maior eficiência energética. É uma oportunidade, com o crescimento projetado, as novas instalações já virão com maior eficiência energética, o que vai contribuir para a evolução dos indicadores em ser positiva.
Repórter: De acordo com as metas, quanto consegue se projetar para 2015?
Beatriz: Hoje é 61 milhões de toneladas de CO2 equivalente. A Petrobras usa o exercício de projeção para estimar, mas a Companhia não publica, porque é uma questão muito dinâmica. A cada ano, o Plano de Negócios pode variar. O inventário permite que a Petrobras faça exercícios de projeção. Por isso, a Petrobras que assumir o compromisso em termos de intensidade, para mostra que a Companhia está cada vez melhor. O conceito que a Petrobras trabalha é como o do Brasil. O Brasil estabeleceu metas de redução da projeção. Na Política Nacional de Mudança do Clima, o Brasil estabelece uma redução da projeção das suas emissões. A Petrobras faz a mesma coisa, um exercício de projeção e implementa projetos para reduzir a taxa de crescimento das emissões.
Repórter: Qual é o conceito de intensidade?
Beatriz: Emissões relativizadas por produção, por carga processada ou por energia produzida.
Repórter: E a intensidade energética?
Beatriz: É o consumo de energia por carga processada ou por produto ou por produção, em termos de barris. Reduzir a intensidade é reduzir o consumo relativizado pela produção. É o conceito de eco eficiência.
Repórter: Núcleo experimental de tecnologia de separação CO2 campo terrestre de Miranga.
Beatriz: Esses US$ 200 milhões de P&D envolvem uma série de testes e de pilotos, algumas unidades de demonstração. Miranga é um campo terrestre no recôncavo baiano, que a Petrobras já faz a injeção de CO2 desde 1987, utilizando como técnica de recuperação de petróleo. A Petrobras está instrumentalizando o campo de Miranga para fazer estudos dessa injeção, para monitorar o CO2 injetado, para testar armazenamento do CO2 em aquíferos salinos profundos. Miranga vai ser utilizado como um núcleo de pesquisa para todo o aprendizado ser aplicado, no futuro, na produção do pólo pré-sal.
Repórter: SIGEA – Sistema de Gestão de Emissões Atmosféricas é aquele que mede. Tem também as fontes de energia renováveis que vocês citam biocombustíveis.
Beatriz: Para mitigação de mudança do clima, o mundo todo está voltado para eficiência energética, renováveis, biocombustíveis, além da tecnologia de captura e armazenamento de carbono. E também para nuclear, que não é da nossa área. Dentre o leque de opções para mitigação da mudança do clima, renováveis tem uma importância muito grande.
Repórter: Renováveis e biocombustível são a mesma coisa, certo?
Beatriz: Biocombustível é uma fonte de energia renovável. O foco da Petrobras em renováveis é em biocombustível. Os grandes investimentos, de US$ 3.5 bilhões, no período de 2010-2014, são para aumento da produção de etanol e biodiesel. E também logística de transporte de etanol e pesquisa e desenvolvimento em biocombustíveis. Deste montante, em torno de US$ 500 milhões são para P&D em biocombustíveis. É o biocombustível de segunda geração, por exemplo, o etanol celulósico, que o mundo inteiro está estudando. A Petrobras tem uma série de investimentos e projetos em pesquisa e desenvolvimento para produção de biocombustíveis de segunda geração. É uma demonstração de compromisso com a questão climática também.
Repórter: Geração de energia elétrica a partir de fontes renováveis…
Beatriz: Tem também outras iniciativas como a eólica. Há uma planta em Macau, no Rio Grande do Norte, que, inclusive, foi o primeiro projeto de MDL da Petrobras, que é um mecanismo de desenvolvimento limpo, certificado pela ONU. E há prosseguimento com outras eólicas aprovadas em leilão. Há também várias aplicações de painéis solares nas instalações da companhia, para otimização energética. Sempre que há oportunidade, utilizam-se renováveis na matriz interna de consumo. Porém, o foco da Petrobras é biocombustível.
Repórter: Estímulo ao uso racional de combustíveis no Programa Nacional de Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e Gás Natural.
Beatriz: A Petrobras, por um decreto presidencial, desde os anos 90, é responsável pelo suporte técnico, financeiro e administrativo do Programa Nacional de Racionalização do Uso de Combustíveis, que é denominado CONPET. É um programa nacional, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia, que tem várias linhas. Por exemplo, há o CONPET no transporte, onde há uma série de iniciativas relacionadas à melhoria do uso de combustível para frota de veículos pesados, como medição dos gases de combustão para que os motores sejam regulados, melhorando a eficiência energética.
Repórter: Quem regula?
Beatriz: Há parceria com diversos sindicatos, cooperativas de ônibus e caminhões para permitir que isto seja feito periodicamente. Nas inspeções a medição é feita com o opacímetro, que indica a regulagem do motor, levando ao ajuste do consumo de diesel, por exemplo.
Repórter: Mas quem faz isso?
Beatriz: São postos avançados. Normalmente é feito através de sindicatos e cooperativas. Instruímos e oferecemos o opacímetro. Algumas refinarias também já estão equipadas com esta metodologia. A economia de diesel estimada é bastante relevante.
Repórter: A Petrobras incorpora ao seu planejamento análise dos impactos potenciais da mudança do clima nos seus negócios. Com base em cenários corporativos elaborados com foco em 2030, a empresa prevê macrotendências. O que são esses cenários apontados?
Beatriz: No seu plano estratégico, a Petrobras faz e atualiza periodicamente a leitura de cenários. A grande mudança, iniciada há cerca de três anos, foi a incorporação do eixo da sustentabilidade nestes cenários. É como se fossem traçados quatro possíveis mundos futuros, que obedecem à lógica de dois eixos: um econômico e outro de sustentabilidade. São observadas as tendências de uma economia mais coordenada ou de um crescimento descoordenado. E as políticas para um mundo mais sustentável ou menos sustentável.
Repórter: Quais são as tendências?
Beatriz: São analisadas as negociações internacionais, como as que tratam sobre o clima, por exemplo. Os acordos internacionais são monitorados anualmente. Tudo isso é feito porque as estratégias devem ser robustas para que se possa atuar em qualquer possibilidade de evolução de cenários. A questão climática tem uma dimensão importante nesta análise.
Repórter: No programa de P&D são destacados dois pontos: Proclima e PRO-CO2.
Beatriz: No centro de pesquisa temos várias iniciativas. Há uma linha formada pelos programas tecnológicos, o Proclima e o PRO-CO2.. O Proclima existe desde 2007 e seleciona pesquisas de longo prazo, onde se observa linhas de eficiência energética, de captura e armazenamento de CO2, assim como adaptações a mudanças climáticas. No PRO-CO2 se estuda todas as soluções para gestão do CO2 no pólo pré-sal.
Repórter: Qual é o valor de um desses projetos?
Beatriz: A faixa de US$ 200 milhões, de 2010 a 2015, é para os dois projetos.
Repórter: Dentro destes programas há as redes temáticas?
Beatriz: Sim. De 2006 a 2009, as redes temáticas consumiram cerca de US$ 30 milhões. Foi aportado dinheiro para logística e infraestrutura de alguns laboratórios, no Brasil. São doze universidades no Brasil.
Repórter: São quantas redes temáticas?
Beatriz: São 50. Uma dessas 50 é a rede temática de mudança do clima, com foco em captura e armazenamento de carbono. Essa rede tem doze universidades. Algumas estudam tecnologias de captura, outras tecnologias para armazenamento, monitoramento, impactos, vulnerabilidades e adaptações às mudanças do clima, além de novas tecnologias de aproveitamento do CO2. Através da verba de pesquisa foi feita uma capacitação nas universidades brasileiras para se estudar tecnologias para aplicação futura.
Repórter: Dados dizem que em 2010 houve um acréscimo de 18,6% no consumo total de energia da empresa.
Beatriz: Assim como as emissões, o consumo de energia também vai aumentar. Foi escolhido o indicador de intensidade para demonstrar que a companhia está crescendo com eficiência. Produzindo mais com menos energia. Aumenta a energia, mas não na mesma razão do aumento de produção.
Repórter: Em 2010, a imprensa informou que os índices de dióxido de carbono nos poços do pré-sal seriam maiores que a média, implicando em maiores emissões. A Petrobras disse que realizou testes, tendo como resultados emissões maiores em alguns poços e, em outros, nula. Qual é a perspectiva para o pré-sal?
Beatriz: No pré-sal já foram identificados alguns poços com teores mais elevados do que a média da Bacia de Campos, teores acima de 3%. Ainda estamos estudando a dimensão do pré-sal, fazendo testes de longa duração para conhecer as características do petróleo e do gás presentes. Temos alguns campos em que a concentração de CO2 é maior e alguns campos com concentração menor. Isto é inerente à fase exploratória atual no desenvolvimento do pólo pré-sal. O que ficou decidido junto aos parceiros é que todo o CO2 que vier associado ao gás será reinjetado, quando em concentrações acima da média. Esta reinjeção de CO2 já é feita no campo de Lula. Todas as premissas para os novos projetos do pólo do pré-sal envolvem uma quantidade enorme de estudos sendo feitos e escolhas de tecnologias para a reinjeção do CO2 associado, em função destes níveis de teores acima da média.
Repórter: De tudo que foi falado, qual foi o fator novo? É a primeira vez que a Petrobras reserva este valor, de US$ 1,2 bilhão?
Beatriz: É a primeira vez que se declara e adota indicadores de intensidade. É um compromisso voluntário da companhia.
Repórter: Até 2009 não havia este orçamento?
Beatriz: Não nesta dimensão.
Repórter: Este orçamento é anual?
Beatriz: Não, é por período, 2010-2015. Então, a novidade é essa, um caminho para a transparência.
Repórter: A primeira vez que isto foi anunciado, foi no Relatório de Sustentabilidade?
Beatriz: Sim. Esse compromisso e esses investimentos, a pesquisa nessas novas tecnologias de captura e armazenamento de carbono são novidades. Isso coloca a Petrobras na vanguarda do mundo estudando essas tecnologias. Nesta semana houve um seminário internacional, no qual a Petrobras atuou em parceria com o Conselho Mundial de Energia sobre este assunto. A companhia recebeu, também, um prêmio, em 2010, o Carbon Leadership Award, da New Economy, por melhor relatório de emissões.
Repórter: A empresa usa GRI para o relatório?
Beatriz: Sim.
Categorias: Entrevista
4 respostas para “Projetos da Companhia para o controle de emissões”
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6 de setembro de 2011 às 15:25
A entrevista é realmente informativa. Seguido o que todos têm posto: parábens! Contudo, gostaria de deixar uma ou duas observações:
1º) o pré-sal é muito caro e, ao mesmo tempo, poucos estão competindo como iguais, neste novo ramo (ou seja, quem produz no Oriente Médio, pode até mesmo “quebrar” a empresa se partir para um forte dumping [o que não é permitindo, mas, o capitalismo é meio selvagem…);
2º) os custos das renováveis estão caindo, é o caso da eólica e certamente também dos biocombustíveis, supondo um cenário tecnológico crescente para eles.
Concluindo: por que não investir mais forte, e bem mais forte ainda, nas renováveis?
2 de setembro de 2011 às 11:13
As informações prestadas na entrevista evidencia o desempenho das atividades da Petrobras aliada a responsabilidade social.
Orgulho de ser Petrobras.
Elisangela
2 de setembro de 2011 às 03:37
Bom dia a todos, a Sra.Beatriz meus parabéns. Uma entrevista como essa, é simplesmente espetacular. A entrevistada tem muito dominio do assunto, fiquei impressionado com a gama de conhecimento e a capacidade de nos trazer tamanha contribuição. . Fico muito alegre em saber que a PETROBRAS tem colaboradores com niveis excelente do ponto de vista do conhecimento. Sou Academico de Engenharia Ambiental, e esta entrevista vem contribuir para que me sinta cada vez mais honrado com a area que estudo e ao mesmo tempo, me norteia de informações que ficarao para sempre em minha memoria. Parabéns, …. Parabéns, ….Parabéns.
1 de setembro de 2011 às 13:57
Boa tarde, todas as tardes, a todas(os), Parabéns pelo nível da entrevista e pelas respostas informativas, contudentes e esclarecedoras da Sra. Beatriz Espinosa.
Saudações sustentáveis.
Rosário
Juntos? Somos melhores!