Arquivado em 05.11.2011

Festival DoSol leva artistas nacionais e internacionais ao Rio Grande do Norte

A partir desta sexta-feira (04/11), as cidades de Natal e Mossoró, no Rio Grande do Norte, serão palco para mais de 70 shows de música. Patrocinada pela Petrobras, a 8ª edição do Festival DoSol reunirá artistas nacionais e internacionais até o dia 13 de novembro.

Entre os destaques da programação, General Junkie, um dos maiores nomes do rock potiguar de todos os tempos, aproveitará o evento para gravar CD e DVD ao vivo. Convidados nacionais, como Tulipa Ruiz (SP), BNegão e Seletores de Frequência (RJ), Canastra (RJ), Violator (DF), Dead Fish (ES) e Krisiun (RS) também participam da festa. Da cena alternativa internacional, chegam artistas Guachass (Uruguai), Satan Dealers (Argentina), Conquest For Death (EUA), entre outros.

Em Natal, as atividades do festival serão concentradas bairro histórico da Ribeira. Entre os dias 4 e 6, o evento acontece na Rua Chile e ocupa quatro galpões. De 09 a 13, a festa da música leva a programação para a Casa da Ribeira.

Primeira vez em Mossoró – Dando continuidade ao processo de interiorização da plataforma do Festival DoSol, iniciada no ano passado com uma etapa em Pium (Parnamirim), neste ano a atividade agita Mossoró. Nos dias 12 e 13 de novembro, no espaço Flecha na Goela, dez artistas mossoroenses dividirão o palco com convidados de Natal e bandas de outras regiões do país.

Todos os shows serão gravados em áudio multipista e vídeo HD para o DVD oficial do festival. A programação completa está no site do festival.

Adicionar comentário 5 de novembro de 2011 / 09:18

Confira a entrevista de Gabrielli ao Valor

A seção “À Mesa com o Valor” da revista Eu & Fim de Semana editada no jornal Valor Econômico da última sexta-feira (04/11) publicou entrevista realizada com o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, que, neste mês de novembro, irá se tornar o mais longevo à frente do cargo, de acordo com o veículo.

Em “A estatal aceitou o economista” (Parte 1, Parte 2, Parte 3 e Parte 4), Gabrielli fala, entre outros assuntos, sobre sua trajetória profissional, política e pré-sal.  Para o executivo, se a Companhia não existisse, a descoberta do pré-sal teria sido mais difícil para empresas estrangeiras, concorrentes entre si. ” Uma das vantagens da Petrobras foi a de ter conhecimento da área, acumulado em 57 anos de trabalho, um conjunto de informações geológicas, que seriam pulverizadas entre as empresas. Elas esconderiam o que soubessem e não trocariam informações com as concorrentes”, disse.

Veja também as imagens que ilustraram a entrevista: Fotos1, Fotos2 e Charge.

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