A Petrobras informa que às 8h30 desta terça-feira (31/01) foi detectado um rompimento na coluna de produção do FPWSO Dynamic Producer, que está localizado a cerca de 300 quilômetros da costa do Estado de São Paulo em local onde a profundidade é 2.140 metros. Este navio-plataforma realiza o Teste de Longa Duração (TLD) de Carioca Nordeste, no pré-sal da Bacia de Santos.
O poço encontrava-se em produção com um sistema de monitoramento e registro contínuo. Após o rompimento, o sistema de segurança fechou automaticamente o poço. O poço está fechado e em condições seguras.
Uma estimativa preliminar aponta a possibilidade de terem vazado 160 barris de petróleo. Não há possibilidade do petróleo chegar à costa brasileira.
A Petrobras acionou imediatamente o seu Plano de Emergência. Foram mobilizados todos os recursos necessários para o recolhimento do petróleo no mar e do petróleo residual da parte superior da coluna.
A Companhia já comunicou oficialmente a ocorrência à Marinha do Brasil, IBAMA e Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Com o objetivo de preparar a infraestrutura do pré-sal, interligando talentos de várias partes do país, a Petrobras criou a Rede Galileu, composta por faculdades conectadas por um parque de computadores. O repasse de R$ 52 milhões contempla a construção de novas sedes dos laboratórios de pesquisa, para onde os dados de campo serão enviados.
Os dados serão processados em computadores capazes de fazer 140 trilhões de operações por segundo (teraflops), podendo rodar 30 mil simulações sísmicas em três meses – um PC comum levaria 15 anos. Salas de visualização 3D também fazem parte dos laboratórios. Alunos da graduação ao pós-doutorado estão à frente da Rede Galileu, supervisionados por professores.
Com o patrocínio da Petrobras desde 1987, a Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES) é um dos conjuntos musicais mais conceituados do país e da América Latina, promovendo encontros entre o tradicional e o inovador, o clássico e o contemporâneo, o nacional e o internacional.
Criada em 1972 pelo maestro Armando Prazeres, a OPES traz em seu corpo uma mescla de músicos jovens e experientes, e tem como Diretor Artístico e Regente Titular o maestro Isaac Karabtchevsky desde 2004. Na entrevista abaixo, ele fala sobre sua trajetória e destaca a importância do patrocínio da Companhia à orquestra, contribuindo com o desenvolvimento da música brasileira.
Foi lançado no último sábado (28/01), durante a tradicional Noite da Beleza Negra, em Salvador, o projeto “Que Bloco é Esse?”. A iniciativa, criada pela Petrobras, pretende trazer a música e o universo dos blocos afro de Salvador para o mundo pop nacional.
O projeto vai promover encontros, transformados em vídeos, entre alguns desses principais blocos e artistas consagrados da música brasileira, misturando a cultura pop à cultura baiana. O vídeo inaugural traz o Ilê Aiyê, primeiro bloco afro fundado na Bahia, com o rapper paulista Criolo em uma gravação, pelas ruas da Liberdade, do videoclipe da música “Ilê Aiyê”, com direção de Ricardo Spencer.
Outros quatro encontros colocarão lado a lado os tradicionais grupos afro-baianos Malê Debalê, Cortejo Afro e Muzenza e os músicos Emicida, Preta Gil e Nação Zumbi. Serão ainda produzidos minidocumentários para contar a história de cada um dos quatro blocos, além de registros dos desfiles dos grupos Olodum, Ôkánbí, Os Negões e Bankoma. Os registros serão reunidos na plataforma de conteúdo do projeto e poderão ser vistos a partir de fevereiro.
Além de manter a tradição de fornecer a energia que movimenta o Carnaval de Salvador através do abastecimento dos trios elétricos com biocombustível e de apoiar a maior premiação do Carnaval baiano (Troféu Dodô e Osmar), a Petrobras, patrocinadora da festa desde 2006, quer se aprofundar no resgate da cultura do Carnaval em 2012.
Leia a matéria “Um gás na carreira” (versão online), publicada na última edição da revista Época. Confira, abaixo, as respostas encaminhadas pela Petrobras ao veículo.
Pergunta: A nomeação para o cargo federal em 31.01.2003, DOU de 31.03.2003, Seção 2, Número 23. Na ocasião a cedida estava exercendo na Petrobras a função de Gerente de Tecnologia. Quanto a Petrobras calculou e pagou por um ano de salários atrasados a Graça Foster?
Resposta: Não houve qualquer pagamento retroativo a empregada cedida da Petrobras ao MME, pois ela passou a receber a partir de março/2003, o nível remuneratório RG-H, em vista do processo de promoção referente ao desempenho funcional do ano 2002, que ocorreu efetivamente a partir de 05.03.2003. Esse processo de promoção já estava em andamento no momento da cessão ao MME.
Pergunta: A pessoa que ocupava o cargo de gerente de coligada teve que devolver o que recebeu entre 28 de janeiro de 2003 e 11 de março de 2004, data da sua dispensa retroativa? Isso foi negociado?
Resposta: Ao ser renovada a cessão ao MME, em janeiro de 2004, identificou-se um lapso administrativo, em relação à necessária autorização pela Diretoria Executiva da manutenção do nível remuneratório corresponde.
Pergunta: Com base em que norma interna a diretoria da Petrobras aprovou uma designação e uma demissão retroativa? Isso já aconteceu em outras circunstâncias? Não se trata de uma burla às regras internas e ao padrão defendido pela Petrobras de mérito para as promoções? Qual foi o objetivo de dar à Graça Foster, em março de 2004, um cargo que ela nunca ocupou?
Resposta: A autorização pela DE garante ao empregado a manutenção da remuneração por reconhecimento da relevância da nova função desempenhada.
O documento 000101/2004, de 11.03.2004, com retroatividade de efetividade cumpriu norma interna de que cedência para exercício de função de alta relevância devia ser objeto de autorização pela DE, de forma a fixar o padrão remuneratório e permitir que a renovação da cessão mantivesse a manutenção da remuneração correspondente.
Tampouco houve remuneração indevida, consequentemente, não houve devolução de remuneração.
Pergunta: Poderia nos enviar o documento da conclusão da promoção dela em março de 2003?
Resposta: O processo de promoção remuneratória referente ao desempenho funcional do ano 2002 foi concluído e implantado efetivamente a partir de 05.03.2003, na função de Gerente de Coligada, nível remuneratório RG-H. Tal processo objetivava nomear Maria das Graças como Gerente de Coligada da CEGRIO. Entretanto, em meados de janeiro de 2003 houve o pedido de cedência da mesma pelo MME, mantendo a remuneração da função.
Na data da nomeação no Governo Federal, a cedida tinha remuneração de Gerente de Tecnologia. Em função do processo de promoção remuneratória a cedida passou a ser remunerada mensalmente pelo nível RG-H, correspondente a remuneração da função de Gerente de Coligada da CEGRIO, razão pela qual não houve quaisquer pagamentos retroativos.
Pergunta: Por que foi necessário um ato retroativo dando a ela uma nova função se a promoção dela havia sido concluída em março de 2003?
Resposta: Não foi dada nova função. Como pode ser verificado, o documento Anexo 2 GAS-NATURAL-101/2004, de 11.03.2004, abaixo, trata de designação de Gerente de Coligada GAS-NATURAL/DGN/CRJ, nível RG-H, exatamente igual a função definida no Anexo acima, documento de 04.11.2003.
O texto trata de retroatividade, pois, por um lapso administrativo, a cedência mantendo a remuneração da função gratificada na Petrobras não foi submetida a autorização prévia da Diretoria Executiva, situação funcional que garante ao empregado a manutenção da sua remuneração integral correspondente a Gerente de Coligada da CEGRIO, obtida pelo desempenho funcional do ano de 2002.
Assim, em 04.11.2003, quando da renovação da cedência em 2004 (sempre feita por 1 ano) foi constatado que aquele procedimento não havia sido cumprido em 2003, por ocasião da cessão, fato que gerou o pedido de autorização concedido em março de 2004, retroativo a 2003, no sentido de manutenção da remuneração que ela já vinha percebendo desde 05.03.2003. Portanto, a retroatividade de efetividade com a manutenção correspondente da RG-H, foi a forma que a administração da Petrobras, à época, encontrou para sanar uma falha material do processo de manutenção da remuneração da cedida.
Pergunta: Por que a promoção não ocorreu na própria carreira (área) dela, por que foi numa empresa coligada, para uma função que ela nunca exerceu?
Resposta: O processo de promoção remuneratória ocorreu na própria área de atuação dela, GAS NATURAL, já que as empresas coligadas eram vinculadas a essa área.
Pergunta: Que documento de março de 2003, quando ela passou a receber a remuneração referente à função de RG-H, deu base legal a essa promoção/transferência de área?
Resposta: O processo de promoção referido faz parte do Programa de Avaliação e Desempenho que a Companhia utiliza como uma das ferramentas para medir a performance de seus empregados para reconhecimento e recompensa, circunstâncias em que definiu a progressão remuneratória de Maria das Graças e atestados nos documentos acima referidos.
Pergunta: Se ela conquistou a promoção em março de 2003, por que o ato retroage a janeiro de 2003?
Resposta: Equivocadamente o documento GAS NATURAL 101/2004, de 11.03.2004 a janeiro/2003. Entretanto, isso não ocorreu. Ela efetivamente passou a receber a remuneração correspondente ao nível RG-H em março/2003.
Caso você julgue necessário disponibilizaremos para sua consulta os contracheques de Maria das Graças, referentes aos meses janeiro/2003 até dezembro/2004, para que você mesma veja que não houve pagamento em janeiro/fevereiro/2003 na remuneração nível RG-H, tampouco, qualquer pagamento a título de retroatividade.
Pergunta: Graça Foster recebe como gerente de coligada RG-H desde quando exatamente?
Resposta: Desde março de 2003.
A diretora Maria da Graça Silva Foster coloca à disposição da Revista Época os contracheques dela referentes ao período em questão.
A Petrobras, em cumprimento à Lei Federal 12.353/2010, que dispõe sobre a participação de empregados nos conselhos de administração de empresas públicas e sociedades de economia mista, e ao que estabelece em seu Estatuto Social, iniciou o processo de eleição do representante dos empregados da Companhia para o seu Conselho de Administração.
A Petrobras constituiu comissão eleitoral composta de doze integrantes, sendo seis representantes indicados pela Companhia e seis das entidades sindicais, para organizar e conduzir todo o processo eleitoral, atuando como órgão disciplinador e decisório, e assegurando a legitimidade do processo.
Como os demais conselheiros, o representante dos empregados terá mandato de um ano, admitida a reeleição, e não terá suplente. Desta forma, o Conselho de Administração da Petrobras passará a ter dez membros em vez de nove e a nomeação do novo membro será ratificada pelos acionistas na Assembleia Geral Ordinária prevista para março, quando será apresentado o nome do candidato escolhido pelos empregados da Companhia.
Conforme previsto na Lei 12.353/10, o conselheiro de administração representante dos empregados não participará das discussões e deliberações sobre assuntos em que se configure conflito formal de interesses, tais como relações sindicais, remuneração, benefícios e vantagens, inclusive matérias de previdência complementar e assistenciais.
Em Assembleia Geral Extraordinária, realizada nesta sexta-feira (27/01), os acionistas da Petrobras aprovaram a cisão parcial da BRK Investimentos Petroquímicos S.A., empresa da qual a Petrobras e a Petroquisa possuem participação no capital social. Essa decisão tem como consequência a incorporação na Companhia e na Petroquisa das parcelas que as duas empresas possuem no capital da BRK.
Também foi aprovada a incorporação, pela Petrobras, da subsidiária integral Petrobras Química S.A. – Petroquisa, com a transferência total do patrimônio líquido da subsidiária para a controladora, sem aumento de seu capital social.
As operações visam à reorganização do portfólio de investimentos da Petrobras no setor petroquímico, de forma a minimizar custos, simplificar a estrutura societária, favorecer a integração entre as atividades no setor e tornar mais objetiva a governança dos investimentos em sociedades no referido setor.
Pelo terceiro ano consecutivo a Petrobras integra o Global 100, ranking anual das 100 empresas mais sustentáveis do mundo, elaborado pela revista canadense Corporate Knights. O anúncio foi feito durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos.
A Petrobras subiu sete posições em relação ao ano passado e alcançou a 81ª posição do ranking, figurando mais uma vez entre as três empresas brasileiras da lista, junto com Natura e Bradesco.
O Global 100 avaliou 3500 empresas de 22 países e de todos os setores da economia. Foram avaliados critérios como gestão energética, emissões de gases do efeito estufa, recursos hídricos, resíduos, inovação, segurança, transparência, entre outros. Criado em 2005, o ranking é divulgado todos os anos no Fórum Econômico Mundial.
Para acelerar sua evolução, companhias vêm investindo na chamada inovação aberta. A partir do compartilhamento de conhecimentos, essas empresas desenvolvem soluções tecnológicas em conjunto. Dessa forma, podem aproveitar ideias inovadoras que surgem fora de seus domínios.
De portas abertas para colaboradores externos, como universidades, fornecedores, instituições independentes de pesquisa, entre outros de áreas diversas, a Petrobras faz parte desse grupo cada vez maior de empresas que trocam suas experiências. É o que aponta a matéria “Inovação aberta: onde quer que a inovação esteja”, publicada na última edição da revista Petrobras Magazine.
Para o gerente executivo do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), Carlos Tadeu Fraga, a Companhia pratica a inovação aberta desde o início das suas atividades de desenvolvimento tecnológico e capacitação de recursos humanos para P&D, nos anos 60. Na época, houve absorção de tecnologias de refino criadas em outros países, que foram aprimoradas ao longo do tempo.
Segundo o executivo, também não havia tecnologia disponível para extrair petróleo de campos em grandes profundidades, quando foram descobertas as reservas petrolíferas no mar da Bacia de Campos, sendo necessário desenvolvê-la em conjunto com fornecedores internacionais, ampliando a cultura de cooperação tecnológica na Petrobras.
Redes Temáticas
Um dos exemplos de cooperação tecnológica já consolidados na Companhia são as chamadas Redes Temáticas. O modelo, criado pela Petrobras em 2006, é focado no relacionamento com as universidades e institutos de pesquisas brasileiros. Por meio das 50 redes que hoje operam em parceria com mais de 100 instituições de todo o país, os integrantes desenvolvem estudos em temas estratégicos para o negócio da Petrobras e para a indústria brasileira de energia.
Para isso, a Companhia vem investindo cerca de R$ 460 milhões anuais, em média, possibilitando às conveniadas a implantação de infraestrutura, aquisição de modernos equipamentos, criação de laboratórios de padrão mundial de excelência, capacitação de pesquisadores/recursos humanos e desenvolvimento de projetos de Pesquisa & Desenvolvimento nas áreas de interesse, como petróleo e gás, biocombustíveis e preservação ambiental.
Outras iniciativas também seguem a filosofia da inovação aberta, como o programa Procap Visão Futuro – pool de mais de 40 instituições de todo o mundo voltado para soluções tecnológicas na átrea de exploração e produção de óleo e gás, envolvendo engenharia de poços, logística, reservatórios e sustentabilidade – e o Programa Tecnológico para Mitigação de Mudanças Climáticas (Proclima), no qual está sendo aplicada uma metodologia-piloto em inovação aberta, que investiga, entre outras questões, a destinação do dióxido de carbono.
A Petrobras Biocombustível e o Governo do Estado de Minas Gerais assinaram, nesta quinta-feira (26/01), em Belo Horizonte (MG), protocolo de intenções que prevê investimentos de até R$ 28 milhões na ampliação em 40% da capacidade de produção da Usina de Biodiesel de Montes Claros, que passará dos atuais 108,6 milhões de litros/ano para 152 milhões de litros/ano. A cerimônia contou com a presença do governador Antônio Anastasia e do presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto.
O acordo contempla ainda o incremento da participação de agricultores familiares na cadeia do biodiesel, com a ampliação dos atuais 3.200 para 4.500 pequenos produtores até 2014. Também serão gerados mais 27 postos de trabalho na usina, que atualmente conta com 167 profissionais.
O Governo do Estado tem, entre os seus compromissos no protocolo, o incentivo à aquisição de matéria-prima e insumos em Minas Gerais, que é o 2º maior consumidor de biodiesel no País e importa o produto de outros estados para suprir sua demanda. As medidas firmadas permitirão aumento da oferta de biodiesel e redução da importação de outros estados.
Segundo o presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, “com esse apoio, vamos aumentar a produção de biodiesel em Minas Gerais, ampliar a compra de matéria-prima e fortalecer a agricultura familiar. Isso significa mais renda e desenvolvimento para Minas Gerais e mais crescimento para a Petrobras Biocombustível”.
Para o governador, Antonio Anastasia, “o biocombustível é um segmento em que nós estamos sempre avançando e a tendência do mundo é seguir essa trilha. Não só tecnologicamente vão se criando inovações, como também o mercado as aceita muito bem. Notícias de investimentos como esse, para uma região que apresenta tantas necessidades como o Norte de Minas, nos traz muita satisfação e mostra que nossos esforços para levar até lá empregos de valor e diversificados têm tido resultado”.
Usina de Biodiesel de Montes Claros – Inaugurada em abril de 2009, a unidade tem, atualmente, capacidade para produzir 108,6 milhões de litros de biodiesel/ano. A usina integra o parque produtor de biodiesel da Petrobras Biocombustível, que opera três unidades próprias nos municípios de Candeias (BA), Quixadá (CE) e Montes Claros (MG) e duas em parceria, em Marialva (PR) e Passo Fundo (RS). Atualmente, a Petrobras Biocombustível mantém parceria com agricultores familiares, produtores de soja, girassol e mamona no estado.
Com as cinco unidades, a Petrobras Biocombustível conta com capacidade total instalada de produção de 721,4 milhões de litros de biodiesel/ano. E, de acordo com os dois últimos leilões da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a empresa se posicionou como líder em volume de vendas no Brasil.