Arquivado em 13.06.2012

Petrobras apresenta na Rio+20 etanol produzido com bagaço de cana

13 de junho de 2012 / 18:41

A presidenta da República, Dilma Rousseff, visitou nesta quarta-feira (13/6) o estande da Petrobras na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, e conheceu a tecnologia do etanol de segunda geração da Companhia.

O biocombustível abastecerá 40 minivans que iniciam nesta quinta-feira (14/6) o transporte de participantes da conferência. A tecnologia aproveita o bagaço de cana como matéria-prima e permite ampliar a produção de etanol em 40% sem utilizar recursos adicionais da natureza.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, também participou da visita ao estande. Lobão ressaltou que o Brasil é pioneiro nessa tecnologia para produção de energia renovável. “O Brasil prossegue criando e estabelecendo padrões novos para a economia e para criação de energia limpa”, destacou. O secretário geral da Rio+20, Sha-Zukang, comentou que o Brasil tem excelentes condições, como água, terra, sol e um belo povo.

O presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, que apresentou a tecnologia no estande, ressaltou a missão da Petrobras como grande empresa de energia e de inovação tecnológica. “Produzir etanol a partir de resíduos é uma conquista. Significa mais energia com a mesma área plantada. Essa é uma tecnologia que preserva os recursos naturais”.

Tecnologia do etanol de segunda geração

A Petrobras já produziu 80 mil litros de etanol de segunda geração em uma planta de demonstração localizada nos Estados Unidos. As pesquisas são realizadas pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) desde 2004, em parceria com instituições científicas e empresas de tecnologia nacionais e internacionais, apontando um rendimento de 300 litros de etanol por tonelada de bagaço seco. Uma das parceiras é a KL Energy, proprietária da unidade adaptada por pesquisadores da Petrobras para testar a tecnologia que abastecerá as minivans durante a Rio+20.

A Companhia tem como meta iniciar a produção em escala comercial no Brasil em 2015. A unidade deverá ser integrada a uma usina de etanol operada pela Petrobras Biocombustível. O investimento no desenvolvimento dessa tecnologia faz parte dos US$ 300 milhões previstos para pesquisas em biocombustíveis nos próximos anos.

O transporte dos participantes credenciados para a Rio+20 é uma ação da Petrobras Biocombustível em parceria com a organização do evento.

 

1 comentário Ler mais

Graça Foster é entrevistada por Jô Soares

/ 15:18

Reprodução TV GloboNa última terça-feira (12/06), a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster,  concedeu entrevista ao “Programa do Jô”, exibido pela Rede Globo. Durante a conversa, a executiva apresentou boas perspectivas para  a Companhia, que deve se tornar líder mundial no setor de energia, no futuro. “Somos uma das cinco maiores e temos grandes chances de ser a maior. E só uma questão de tempo”, afirmou.

Em relação ao pré-sal, Graça negou ao entrevistador que haja otimismo exagerado. “O petróleo está descoberto. É uma questão de tempo a produção desse petróleo e a Petrobras tem a técnica para fazer. O pré-sal é uma realidade. Hoje, nós estamos produzindo, do pré-sal, 183 mil barris de petróleo por dia”, disse.

Sobre preços dos combustíveis, a presidente informou que os valores “estão mantidos” e que os preços no Brasil estão mais competitivos em relação ao praticados no exterior. Questionada sobre preços dos combustíveis da Petrobras Distribuidora, que seriam supostamente mais caros que os dos concorrentes, Graça destacou que a informação não procede e que há uma variação de acordo com as praças.

A presidente abordou, também, temas como a responsabilidade de conduzir a Companhia, sua trajetória profissional, nomeações, mitos sobre o petróleo, segurança, meio ambiente e vida pessoal.  Assista à entrevista completa.

6 comentários Ler mais

Golfo do México: carta e resposta ao Estadão

/ 12:44

A respeito da matéria “Petrobras oculta vazamento no Golfo do México” (versão online), publicada nesta manhã pelo jornal O Estado de S. Paulo, a Companhia esclarece:

“Diferente do que foi publicado nesta quarta-feira (13/6) pelo jornal O Estado de São Paulo, a Petrobras informa que não ocultou o incidente ocorrido no Golfo do México. Em resposta enviada ontem (12/6) ao veículo, a Companhia esclarece que notificou imediatamente as autoridades governamentais norte-americanas sobre o vazamento de 4.500 litros de fluido hidráulico no campo de Chinook, no Golfo do México, e que o incidente não causou danos às pessoas ou ao meio ambiente. A Companhia abriu sindicância para apurar as causas do ocorrido.”

Confira a resposta enviada pela Petrobras ao veículo

Pergunta: Gostaria de obter informações sobre o incidente envolvendo a Petrobras ontem, por volta de 12h30 (horário local), no Golfo do México.

Segundo informações do National Response Center, do governo norte-americano, ocorreu um vazamento de tolueno e de uma substância intitulada “asphalt inhibiter”, cujo nome não foi informado. O incidente, segundo o NRC, ocorreu a 8,800 pés de profundidade.

Diante disso pergunto qual o nome do poço envolvido e da substância intitulada “asphalt inhibiter”, as circunstâncias do incidente, se a Petrobras é operadora do poço, se isso vai representar atraso no trabalho ou multa, qual o custo envolvido para reparos e, eventualmente, que medidas a companhia precisa tomar para reparar o impacto ambiental, se isso for necessário. Pergunto, ainda, por que a Petrobras não divulgou este fato.

Resposta: A Petrobras informa que, por volta das 12h30 do dia 10 de junho de 2012, foi detectado pequeno vazamento de fluido hidráulico, durante o comissionamento do sistema submarino no campo de Chinook, no Golfo do Mexico, a uma profundidade de 2.700 metros. O fluido foi diluído sem causar danos às pessoas ou ao meio ambiente.

As autoridades governamentais norte-americanas foram imediatamente notificadas pela Companhia. A Petrobras abriu sindicância para apurar as causas do ocorrido.

1 comentário Ler mais

Página 1 de 11