Arquivado em 15.06.2012

Navios na Baía de Guanabara: carta ao Globo

15 de junho de 2012 / 22:00

Em relação à matéria publicada nesta sexta-feira (15/06), intitulada “Zona Sul a ver navios” (versão online + complemento publicado no jornal impresso), a Petrobras esclarece que as embarcações do tipo supply boat (apoio a plataformas) atracadas e fundeadas na Baía da Guanabara não ocupam os lugares de navios petroleiros, graneleiros e de carga geral, ao contrário do que informa a matéria. Para esses navios, existem áreas demarcadas pré-determinadas pela Capitania dos Portos.

Navios de carga geral possuem locais próprios de operação, que não são controlados pela Petrobras e tampouco são ocupados por embarcações do tipo supply boat. Importante destacar que as embarcações do tipo supply  fundeadas no interior da baía, em área não específica para navios comerciais, atendem a todas as empresas detentoras de blocos de exploração e produção, e não apenas à Petrobras. Igualmente vale ressaltar que o número de navios na área externa da baía, onde não há a cobrança de taxas de infraestrutura portuária e marítima, tem crescido por motivação econômica.

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Usinas de etanol recebem Selo do Compromisso Nacional

/ 15:28

As coligadas da Petrobras Biocombustível – Guarani (SP), Nova Fronteira (GO) e Total (MG) – receberam, na última quinta-feira (14/06), o selo “Empresa Compromissada”, concedido a usinas sucroenergéticas cumpridoras do “Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Cana-de-Açúcar”. As unidades produtoras signatárias do Compromisso foram submetidas a um processo de fiscalização que confirmou a execução das ações voltadas à melhoria das condições de trabalho no campo.

Durante a cerimônia, a presidenta Dilma Rousseff falou sobre a importância do etanol brasileiro: “Do ponto de vista do uso de combustíveis renováveis, não há ninguém que dispute com o etanol brasileiro. Não só na área da produção da cana, como também na transformação.” A presidenta lembrou também o primeiro abastecimento com o etanol de segunda geração – produzido a partir do bagaço da cana pela Companhia -  realizado durante a Rio+20 e apontou a tecnologia como exemplo o potencial do país na área do biocombustível.

A Usina Bambuí, da Total Agroindústria Canavieira, que tem participação da Petrobras Biocombustível, foi umas das certificadas. Paulo Soares, engenheiro da Petrobras e diretor-presidente da Total, ressaltou o apoio recebido da Petrobras Biocombustível, fundamental para que a usina obtivesse a certificação.

“Receber o Selo Compromisso Nacional é a prova concreta da importância da entrada da Petrobras Biocombustível no setor sucroenergético nacional”, afirmou.

Para o economista da Petrobras e diretor financeiro e administrativo da Nova Fronteira, proprietária da Usina Boa Vista, Pedro Romano Junior, a premiação é o resultado do trabalho de melhorias das condições do trabalhador agrícola. “A certificação gera um ambiente de melhoria e percepção por parte da força de trabalho de que o empregador tem preocupação com eles”, disse Romano Junior.

Pela Guarani, as usinas Andrade, São José e Vertente também receberam o selo. “Ter todas as coligadas da Petrobras Biocombustível reconhecidas com essa certificação reafirma o acerto da companhia na escolha das suas parcerias e o seu comprometimento em ofertar ao mercado biocombustíveis sustentáveis: com rentabilidade econômica, respeito ao ambiente e aos direitos dos trabalhadores”, destacou o diretor de Etanol da Petrobras Biocombustível, Ricardo Castello Branco.

Compromisso Nacional

Desenvolvido e lançado em 2009, o Compromisso Nacional é um acordo tripartite inédito envolvendo empresários do setor sucroenergético, trabalhadores e o Governo Federal.

O Compromisso identifica práticas trabalhistas já adotadas por empresas do setor que vão além dos padrões determinados por lei e as torna obrigatórias para as empresas signatárias. O objetivo é disseminar a adoção dessas práticas, contribuindo para o aprimoramento contínuo dos padrões trabalhistas do setor sucroenergético.

A entrega dos selos ocorre após um intenso trabalho de auditoria realizado pelas empresas Audilink Auditores, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes e Ernst & Young Terco Auditores Independentes.

 

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