Navios na Baía de Guanabara: carta ao Globo
15 de junho de 2012 / 22:00 Esclarecimentos
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Em relação à matéria publicada nesta sexta-feira (15/06), intitulada “Zona Sul a ver navios” (versão online + complemento publicado no jornal impresso), a Petrobras esclarece que as embarcações do tipo supply boat (apoio a plataformas) atracadas e fundeadas na Baía da Guanabara não ocupam os lugares de navios petroleiros, graneleiros e de carga geral, ao contrário do que informa a matéria. Para esses navios, existem áreas demarcadas pré-determinadas pela Capitania dos Portos.
Navios de carga geral possuem locais próprios de operação, que não são controlados pela Petrobras e tampouco são ocupados por embarcações do tipo supply boat. Importante destacar que as embarcações do tipo supply fundeadas no interior da baía, em área não específica para navios comerciais, atendem a todas as empresas detentoras de blocos de exploração e produção, e não apenas à Petrobras. Igualmente vale ressaltar que o número de navios na área externa da baía, onde não há a cobrança de taxas de infraestrutura portuária e marítima, tem crescido por motivação econômica.
2 respostas para “Navios na Baía de Guanabara: carta ao Globo”
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6 de julho de 2012 às 06:50
Por que tantos? Isso se deve ao aumento de tráfego porto-plataforma ou à falta de serviço? Se falta, é momentâneo, sazonal ou super-dimensionamento da frota?
25 de junho de 2012 às 19:42
Independente do tipo de motivação todos os responsáveis pela frequência de supply e PLATAFORMAS devem entender que os moradores não são obrigados a conviver com os detritos que aparecem nas prais. Neste final de semana, nas praias de piratininga, camboinhas e itaipu foram vistos vários supply-boats, navios e uma plataforma entre a ilha e a praia. Os supply estavam com alguns quilômetros de inflável vermelho normalmente utilizado para contenção de óleo e a praia já apresentava mancha. Quem paga essa conta? A motivação econômica?