Arquivado em 21.06.2012

Petrobras é a marca mais valiosa da América Latina

21 de junho de 2012 / 18:01

A Petrobras conquistou a primeira posição no Ranking BrandZ das “50 Marcas Mais Valiosas da América Latina”, estudo inédito promovido pela WPP e a Millward Brown. A Companhia brasileira foi a mais bem posicionada, com valor de marca de US$ 10,5 bilhões, seguida pela mexicana Telcel, e pelas marcas nacionais Bradesco e Itaú. Entre as 10 primeiras empresas do levantamento, cinco são brasileiras.

O gerente regional da Comunicação Institucional da Petrobras em São Paulo, Diego Pila, recebeu a premiação nesta quinta-feira (21/6), na capital paulista. O executivo apresentou o posicionamento da marca, que inclui atributos como competência, ética, cordialidade e respeito à diversidade. Diego Pila destacou que a reputação global da marca é um dos desafios da Companhia. “Por ser uma empresa brasileira com 59 anos, a Petrobras já é uma marca bem reconhecida e estruturada nacionalmente. Agora, o nosso desafio é como estruturar a comunicação e os nossos negócios para competir com marcas globais”, disse.

Segundo a diretora da Millward Brown no Brasil, Valkiria Garré, as empresas brasileiras estão cada vez mais conscientes da necessidade de investir em construção de marca. “A lealdade e conexão com os consumidores são um pilar importante de sustentabilidade de negócio. Essa visão seguramente permeia toda a América Latina”, afirmou.

No dia 28 de junho, um evento divulga o resultado da pesquisa em Nova York, nos Estados Unidos.

Ranking

O ranking BrandZ das “50 Marcas Mais Valiosas da América Latina” avaliou as empresas com comando em um dos países da América Latina, operação predominantemente em um destes países e capital aberto. O estudo foi feito com base em entrevistas com mais de 2 milhões de consumidores, em mais de 30 países, e mais de 50 mil marcas que se relacionam diretamente com o consumidor.

 

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Pesquisas do Projeto Albatroz assessoram formulação de políticas públicas no Brasil e no exterior

/ 14:35

Foto: Guy MacovaldiHá mais de 20 anos, o Projeto Albatroz trabalha pela conservação de albatrozes e petréis, aves oceânicas cuja principal causa de extinção é a captura acidental pelos barcos de pesca de espinhel pelágico – técnica bastante utilizada em alto mar pela pesca industrial. Quando a linha do espinhel é lançada na água, as aves são atraídas pelas iscas, mas ao tentar comê-las, ficam presas nos anzóis e morrem afogadas. Estima-se que 300 mil animais sejam mortos todos os anos por esse motivo. No Brasil, o número chega a 10 mil.

Para proteger estas espécies, a organização não governamental, que tem patrocínio da Petrobras, desenvolve pesquisas para reduzir esses índices e para conhecer a realidade socioeconômica e cultural dos pescadores que usam espinhel no sul e no sudeste do Brasil, além de promover ações de educação ambiental e conscientização. Atualmente, o projeto tem bases de atuação nos portos de Santos (SP), Itaipava (ES), Itajaí (SC) e Rio Grande (RS).

Em parceria com os pescadores e empresas pesqueiras, são desenvolvidas medidas mitigadoras que beneficiam as aves e aumentam a produtividade da pesca. Uma dessas ações é baseada em testes com toriline, que mostraram sucesso ao diminuir em 67% a interação dos albatrozes com os anzóis. O toriline consiste de um par de postes, ou poste único, fixado na popa da embarcação, onde são presos cabos de 130 metros de comprimento, com fitas coloridas que balançam com o vento e, assim, afugentam as aves e evitam acidentes. Seu uso foi ainda mais significativo nos primeiros 50 metros atrás do barco, onde as iscas estão mais próximas da superfície: a redução foi de 97%.

Foto: Dimas GianucaOs resultados positivos fundamentaram as especificações da Instrução Normativa Interministerial (INI) nº 04/2011, dos Ministérios da Aquicultura e Pesca e do Meio Ambiente, que determina a obrigatoriedade do uso do toriline. Outra experiência bem-sucedida foi realizada a partir da posição do peso na linha de pesca. Na pesca de espinhel no Brasil, o mais comum é colocar o peso à distância média de cinco metros do anzol. Porém, posicionando-o a dois metros, foi verificado que o anzol afunda mais rápido, o que reduz em 30% o ataque das aves às iscas. Essa medida também é determinada pela INI n 04/2011.

Outra importante contribuição do Projeto Albatroz foi a parceria na elaboração do Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis (Planacap), lançado em julho de 2006 pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente. As diretrizes do Plano coincidem com iniciativas internacionais, como o Acordo Internacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis, do qual o Brasil é membro desde 2008.

A proteção dos petréis e dos albatrozes é uma preocupação internacional. Nesse sentido, a ONG também colaborou. No fim do ano passado, a Comissão Internacional para a Conservação do Atum do Atlântico, organização internacional de ordenamento pesqueiro no Oceano Atlântico e mares adjacentes, aprovou recomendações internacionais para a conservação das aves. Uma delas recebeu informações do Projeto Albatroz.

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Presidente da Petrobras participa da abertura da Rio+20

/ 00:15

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, participou, nesta quarta-feira (20/06), da cerimônia de abertura da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), no Riocentro. O evento foi aberto oficialmente pela presidenta da República, Dilma Rousseff, anfitriã da Conferência, e contou com a participação de 95 Chefes de Estado e de Governo, e o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. Estiveram representados no evento 195 países.

Também nesta quarta, Graça Foster enviou uma carta de agradecimento ao Conselho Internacional do Pacto Global, que se reuniu à tarde no hotel Windsor Barra. A presidente fez questao de afirmar que se sente honrada por ter sido nomeada por Ban Ki-moon para o Conselho do Pacto. “Estou convicta de que o mundo está melhor com a existência do Pacto Global das Nações Unidas”, enalteceu na mensagem aos conselheiros.

A Petrobras é signatária do Pacto Global desde 2003 e passou a integrar seu conselho em 2006. Maria das Graças Silva Foster passou a ser integrante deste conselho após assumir a presidência da Companhia. Na sexta-feira passada, a presidente da Petrobras se reuniu com o diretor executivo do Pacto Global, Georg Kell, que lhe deu as boas-vindas ao Conselho. A Petrobras é parceira oficial do Comitê Nacional de Organização da Rio +20.

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