UO-BC terá 90% de eficiência operacional até 2016

30 de julho de 2012 / 18:21 Informes Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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A Petrobras vai destinar US$ 5,6 bilhões para aumentar a eficiência operacional de seus campos maduros na Unidade de Operações da Bacia de Campos (UO-BC) para 90% até 2016. Dados do 1º trimestre deste ano indicam que os campos ligados a essa unidade apresentam atualmente índice de eficiência operacional em torno de 72%.

As informações foram divulgadas em apresentação do Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Unidade de Operações da Bacia de Campos (PROEF) pelos gerentes executivos de Exploração e Produção, Solange Guedes e Erardo Gomes Barbosa Filho, e pelo gerente geral da Unidade Operacional da Bacia de Campos (UO-BC), Joelson Falcão Mendes.

O volume de recursos previstos inclui investimentos e custeio, sendo parte dos investimentos já provisionados no Plano de Negócios e Gestão 2012-2016 da Companhia. O VPL (Valor Presente Líquido), retorno previsto, será entre US$ 1,6 a US$ 3,3 bilhões.

Os índices de eficiência operacional da Unidade de Operações da Bacia de Campos, que já estiveram em 89% em 2009, chegaram a 71% no final de 2011. O PROEF tem como meta elevar esse índice para 90% até 2016.

A eficiência operacional é uma relação entre o que se produz num determinado dia e quanto seria o potencial em condições ótimas. Segundo a gerente executiva Solange Guedes, “estamos operando uma bacia madura e complexa, que veio sendo construída desde a década de 80, com produções declinantes. O que esse programa pretende é aumentar a eficiência das operações na área, pois se não o fizermos teríamos um declínio maior da produção,” disse a executiva.

O gerente executivo Erardo Gomes Barbosa Filho destacou que “os recursos dizem respeito à recuperação da eficiência tanto para as plataformas de produção quanto para os sistemas submarinos e para os poços.”

Quanto à área abrangida pela UO-BC, o gerente geral da unidade, Joelson Falcão destacou que a área atingida pelo programa conta com 31 plataformas em operação. E produz cerca de 1/4 da produção da Companhia, em torno de 450 mil barris, em campos maduros na Bacia de Campos.

Solange Guedes destacou que “são ativos pioneiros, como Garoupa, por exemplo, quando demos os primeiros passos em profundidades d’água maiores das que estávamos acostumados a trabalhar e compõem os nossos ativos maduros, descobertos antes das grandes acumulações de Marlim Sul e Roncador, por exemplo.”

A Petrobras possui operações gerenciadas por três Unidades de Operações na Bacia de Campos. Além da UO-BC, possuem atividades na região, a UO-Rio e a UO-Espírito Santo. Marlim Sul e Roncador, por exemplo, são operadas pela UO-Rio e não fazem parte do PROEF.

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