Carta à revista Exame

23 de fevereiro de 2013 / 08:52 Esclarecimentos Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir

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Em relação à matéria “Como destruir uma empresa” (pág. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8), publicada na edição 1035 da revista Exame, a Petrobras esclarece que, ao contrário do que diz o texto, a Companhia não enfrenta problemas de caixa, cujo saldo ultrapassa atualmente R$ 40 bilhões. A Petrobras esclarece também que ao longo dos últimos anos, o aumento do endividamento veio acompanhado da redução do custo de captação da Companhia e da melhora da avaliação de risco por parte das agências de rating.

Ao contrário do que foi publicado, a Companhia não anunciou que “no primeiro semestre de 2013 as coisas piorariam ainda mais”. Na coletiva de imprensa realizada na sede da empresa em 05/02, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, afirmou que “o ano de 2013 será um ano mais difícil, mas exequível”, esclarecendo que o segundo semestre de 2013 será um momento de partida para a recuperação da produção.

O Plano de Negócios e Gestão da Petrobras, amplamente divulgado, prioriza a área de exploração e produção de petróleo e gás para a qual estão destinados 60% dos recursos. As unidades de produção previstas para entrar em operação a partir deste ano garantirão uma produção de 3,3 milhões de barris de óleo equivalente por dia em 2016 e 5,7 milhões em 2020.

Em relação à política de Conteúdo Local, a Petrobras contrata bens e serviços no país em bases competitivas e sustentáveis para suportar seus projetos de investimento. Caso haja evidência de que a indústria local não tem capacidade de atender, as aquisições são realizadas no exterior. Por fim, a Petrobras reafirma que está implementando programas estruturantes que reforçam sua gestão, como o Programa de Recuperação da Eficiência Operacional e o Programa de Otimização de Custos Operacionais.

2 respostas para “Carta à revista Exame”

  1. Roberto Miranda disse:

    A Petrobras é a empresa orgulho nacional, desde a campanha “o petróleo é nosso”, estamos muito preocupados com o futuro desta. Já percebemos que este assunto será destaque nos debates eleitorais na eleição 2014. Esperamos que a gestão atual reconduza a Petrobras ao lugar onde sempre esteve, e que não percamos mais colocações no ranking de maiores empresas da América Latina. Ou melhor, que recuperemos os lugares perdidos para a Ambev e Ecopetrol. E principalmente, consigamos a prometida auto-suficiencia brasileira na produção e refino de petróleo.

  2. Eudes, disse:

    Esse é nosso maior patrimônio, e não vamos deixar a mídia destruir!

    Viva a Petrobras!

    Um abraço a todos funcionários desse patrimônio brasileiro!

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