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Encontrado helicóptero na Bacia de Campos

20 de agosto de 2011 / 18:04

A Petrobras lamenta informar que localizou, neste sábado à tarde, três corpos, ainda não identificados, e a aeronave desaparecidos desde ontem (19/08). Eles foram localizados no fundo do mar, a 99 metrosde profundidade e a 100 kmda costa. Já foi iniciado o procedimento para resgate dos corpos.

Prosseguem as buscas para a localização da quarta pessoa desaparecida com a mesma quantidade de embarcações e aeronaves mobilizadas até o momento. Todo o trabalho de busca está sendo coordenado pela Força Aérea Brasileira e pela Marinha do Brasil. As empresas Senior Táxi Aéreo, Engevix e Brasitest estão prestando toda a assistência às famílias, com suporte da Petrobras.

Na última sexta-feira (19/8), um helicóptero da empresa Senior, a serviço da Companhia, solicitou autorização para um pouso de emergência no Aeroporto de Macaé. O Plano de Emergência da Bacia de Campos foi acionado assim que a torre de comando do Aeroporto de Macaé perdeu o contato com a aeronave, por volta das 17h.

A aeronave transportava os passageiros Ricardo Leal de Oliveira, de Rio das Ostras (RJ), auxiliar técnico de planejamento da empresa Engevix; e João Carlos Pereira da Silva, de Campos dos Goytacazes (RJ), técnico de inspeção da empresa Brasitest; além do piloto Rommel Oliveira Garcia, do Rio de Janeiro (RJ); e do co-piloto Lauro Pinto Haytzmann da Sênior Táxi Aéreo, de São Paulo (SP).

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Segurança de voo na Bacia de Campos: nota à imprensa

/ 12:37

A Petrobras adota rígidos padrões de segurança e exige isso das empresas que prestam serviço a ela, incluindo no setor transporte aéreo. A segurança do transporte aéreo a serviço da Companhia está equiparada às melhores operações offshore do mundo.

Para melhorar a infraestrutura aeroportuária na região da Bacia de Campos, a Companhia começou a operar, no ano passado, voos também a partir do novo aeroporto de Cabo Frio, além de Macaé e Farol de São Tomé.

A idade média da frota de helicópteros utilizada pela Petrobras é de três anos.

Todas as aeronaves utilizadas em voos offshore pela Companhia são bi-turbina, com turbinas de última geração. Além disso, as aeronaves possuem equipamentos de bordo mais sofisticados, maior auxílio à navegação e desenhos mais adequados à proteção dos passageiros na eventualidade de problemas.

A Petrobras ainda introduziu a obrigatoriedade de reciclagens anuais das tripulações em simuladores de voo de última geração.

Leia também:

Prosseguem buscas a helicóptero na Bacia de Campos

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Favorecimento: carta à IstoÉ

15 de agosto de 2011 / 16:19

Leia a matéria “Doações suspeitas” (versão online) publicada nesta segunda-feira (15/08) pela IstoÉ e a carta da Petrobras enviada à revista.

“Sobre a matéria ‘Doações suspeitas’ publicada na edição no 2.179 da Isto É, a Petrobras repudia, com veemência, as insinuações de favorecimento político da empresa Jaraguá Equipamentos Industriais Ltda. ou de qualquer empresa fornecedora da Companhia.

As contratações da Petrobras são realizadas em conformidade com o Decreto 2745, de 24 de agosto de 1998. A partir deste Decreto a Petrobras ficou desobrigada de cumprir a Lei 8666/93, que disciplina as contratações no setor público, e passou a realizar suas contratações de acordo com as regras do Procedimento Licitatório Simplificado criado pelo decreto 2745.

É importante esclarecer que as empresas que participam dos processos licitatórios na Petrobras têm que comprovar habilitação jurídica, capacidade técnica, qualificação econômico-financeira e regularidade fiscal.

Portanto, não existe a hipótese levantada pela revista de contratação com o aval de qualquer membro da direção da Companhia como insinua a matéria. A hipótese é tão descabida que o referido contrato é de 2002, portanto anterior à posse do diretor Paulo Roberto Costa na diretoria de Abastecimento da Petrobras, assim como os referidos aditivos contratuais.

Não é correta a informação de que três diretores da Petrobras foram convocados para dar explicações ao TCU. Técnicos da Companhia esclareceram todos os pontos do contrato.

Caso fosse procurada, a Petrobras já teria prestado estes esclarecimentos além de comprovar que também não é verdadeira a informação de que o TCU ‘carimbou como irregular’ o contrato com a Jaraguá. O referido processo já foi arquivado após os esclarecimentos prestados ao tribunal que constatou a lisura e regularidade dos contratos auditados.

O Plenário do TCU, em julgado de janeiro deste ano (Acórdão 34/2011), reconheceu a regularidade das contratações auditadas e não acolheu qualquer proposta de multa aos gestores da Petrobras fazendo apenas algumas recomendações e determinações futuras, que não significam qualquer punição ou penalização da Companhia ou de seus gestores.

Em determinado trecho do acórdão, o TCU diz ainda que “O objeto do aditivo 2, como visto, chegou a ser devidamente licitado. Entretanto, cotações obtidas no certame realizado foram manifestamente superiores às oferecidas pela Jaraguá, que já havia executado a primeira parte do projeto e já se encontrava mobilizada no canteiro de obras.”

Em respeito aos milhares de leitores da Isto É, solicitamos a publicação destes esclarecimentos para que não pairem dúvidas sobre os processos licitatórios da Companhia e sobre a idoneidade dos membros de sua diretoria.”

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Manchester Serviços: resposta à Istoé Dinheiro

26 de julho de 2011 / 16:56

Com relação à nota “É mentira”, publicada pela seção “Líderes”, no dia 23/07, a Petrobras lamenta que o colunista tenha considerado “uma atitude de descontrole” o fato de a Companhia informar à sociedade e à imprensa que não houve qualquer irregularidade na referida licitação. A Companhia reforça que prestou todos os esclarecimentos referentes ao processo para comprovar a lisura do certame.

Leia o esclarecimento da Petrobras à imprensa.

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Manchester Serviços: nova carta ao Estadão

12 de julho de 2011 / 15:31

A Petrobras lamenta que o jornal O Estado de S. Paulo tenha ignorado as regras básicas do jornalismo, ao não dar espaço para o outro lado na matéria desta terça-feira (12/07) “TCU vai investigar fraude em licitação” (versão online).

Ontem (11/07) o jornal publicou a matéria “Empresa diz ter alertado Petrobras sobre fraude” (versão online) e hoje dá continuidade ao assunto. Conforme divulgado pela Petrobras ontem e enviado ao jornal, a Companhia rechaça as acusações de fraude e nega que tenha recebido denúncias relativas à licitação.

Segundo informações prestadas pela Ouvidoria da Petrobras – área subordinada ao Conselho de Administração, com autonomia de ação e tratamento sigiloso das demandas – a informação enviada pela Seebla em 24 de maio de 2011 (protocolo 03-730) não se refere à licitação ou contratos e não cita a empresa Manchester.

A Ouvidoria entrou em contato com a Seebla, solicitando outras informações e se dispondo a realizar uma reunião com a empresa. Em 7 de julho, a Seebla solicitou que a reunião fosse realizada em 8 de julho. No entanto, no dia 8, a Seebla enviou e-mail, pedindo o cancelamento da reunião.

A Petrobras esclarece ainda que o gerente citado na reportagem de ontem (11) nunca se reuniu com representante ou recebeu denúncias de parte da Seebla. Os dois gerentes citados nas matérias do jornal não têm qualquer relação com a licitação, gerenciamento ou fiscalização dos contratos citados.

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Petrobras nega ter recebido denúncias sobre licitação

11 de julho de 2011 / 20:02

A Petrobras rechaça as acusações de fraude e nega que tenha recebido denúncias sobre licitação, conforme a matéria “Empresa diz ter alertado Petrobras sobre fraude” (versão online) do jornal O Estado de S. Paulo desta segunda-feira (11/07).

Segundo informações prestadas pela Ouvidoria da Petrobras – área subordinada ao Conselho de Administração, com autonomia de ação e tratamento sigiloso das demandas – a informação enviada pela Seebla em 24 de maio de 2011 (protocolo 03-730) não se refere a licitação ou contratos e não cita a empresa Manchester.

A Ouvidoria entrou em contato com a Seebla, solicitando outras informações e se dispondo a realizar uma reunião com a empresa. Em 7 de julho, a empresa solicitou que a reunião fosse realizada em 8 de julho. No entanto, no dia 8, a Seebla enviou e-mail pedindo o cancelamento da reunião.

A Petrobras esclarece ainda que o gerente citado na reportagem de hoje (11) nunca se reuniu com representante ou recebeu denúncias de parte da Seebla. Os dois gerentes citados nas matérias do jornal não têm qualquer relação com a licitação, gerenciamento ou fiscalização dos contratos citados.

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Manchester Serviços: esclarecimento à Imprensa

5 de julho de 2011 / 10:27

A Petrobras enviou cartas aos jornais Estado de São Paulo, Correio Braziliense, O Globo e Folha de São Paulo referentes às notícias, veiculadas no último domingo (03/07) e nesta terça-feira (05/07), sobre contratos firmados com a prestadora de serviços Manchester Serviços Ltda. Confira, abaixo, a carta encaminhada ao Globo.

“Em relação à nota ‘Impressão digital‘ publicada em 05/07 no jornal O Globo, a Petrobras esclarece que não houve dolo, como afirma o jornal. A necessidade de celebração de contratos emergenciais não envolveu apenas a empresa Manchester Serviços, mas também a Conservadora Luso Brasileira. Ambas fornecem serviços de suporte administrativo à Petrobras, na Bacia de Campos, desde 2006, após licitação realizada em 2005.

Em dezembro de 2009, a Petrobras realizou uma nova licitação para os serviços realizados pelas duas empresas, de forma a concentrá-los em apenas um contrato. Nove empresas apresentaram propostas. A comissão de licitação decidiu realizar uma diligência para verificar a exequibilidade da proposta de menor valor. Além da diligência realizada pela Petrobras, outros concorrentes interpuseram recursos contra a proposta. Por esse motivo, foi necessário firmar contratos emergenciais subsequentes com as duas empresas para garantir a continuidade dos serviços.

Em 21/07/2010, a comissão de licitação concluiu pela aprovação da proposta de menor preço. Porém, devido às divergências de entendimento entre a empresa vencedora e a Petrobras em relação ao escopo do contrato, novos contratos emergenciais com as empresas tiveram que ser celebrados. As tratativas com a empresa vencedora estão em fase conclusiva. A celebração de contratos emergenciais por dispensa de licitação está amparada pelo Regulamento Licitatório Simplificado da Petrobras, aprovado pelo Decreto 2.745/98 e também pela Lei 8666/93. A Manchester é fornecedora de serviços à Petrobras desde 2001.”

Leia também o esclarecimento divulgado à Imprensa na última segunda-feira (04/07):

Em relação às notícias veiculadas no último domingo (03/07), sobre contratos firmados com a prestadora de serviços Manchester Serviços Ltda. por dispensa de licitação, a Petrobras esclarece que o procedimento foi regular, posto que:

1. As empresas Manchester Serviços Ltda. e Conservadora Luso Brasileira fornecem serviços de suporte administrativo à Petrobras, na Bacia de Campos, desde 2006, após licitação realizada em 2005.

2. Em dezembro de 2009, a Petrobras realizou uma nova licitação para os serviços realizados pelas duas empresas, de forma a concentrá-los em apenas um contrato. Nove empresas apresentaram propostas. A comissão de licitação decidiu realizar uma diligência para verificar a exequibilidade da proposta de menor valor. Além da diligência realizada pela Companhia, outros concorrentes interpuseram recursos contra a proposta.

3. Enquanto a proposta era analisada e examinados os recursos judiciais interpostos, foi necessário firmar contratos emergenciais subsequentes com as duas empresas para garantir a continuidade dos serviços.

4. Em 21/07/2010, a comissão de licitação concluiu pela aprovação da proposta de menor preço. Porém, devido às divergências de entendimento entre a empresa vencedora e a Petrobras em relação ao escopo do contrato, novos contratos emergenciais com as empresas tiveram que ser celebrados. As tratativas com a empresa vencedora estão em fase conclusiva.

5. Todos os contratos emergenciais foram firmados com base nos valores da licitação de 2005, sendo que, no segundo contrato emergencial, a Petrobras conseguiu uma redução de 1% no valor dos serviços em relação ao contrato original.

6. A Manchester é fornecedora de serviços à Petrobras desde 2001.

A celebração de contratos emergenciais por dispensa de licitação está amparada pelo Regulamento Licitatório Simplificado da Petrobras (Capítulo II, item 2.1. “b”), aprovado pelo Decreto 2.745/98, e também pela Lei 8666/93.

Leia também:

Contratos: respostas ao Estado de S. Paulo

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Plataforma P-10: nota ao Blog da Denise

4 de julho de 2011 / 18:30

Sobre a nota “Por falar em caixa preta”, publicada na coluna Nas Entrelinhas do jornal Correio Braziliense (versão online no Blog da Denise), nesta segunda-feira (04/07), a Petrobras lamenta que não tenha sido procurada pela colunista para prestar os devidos esclarecimentos e informa que a Plataforma P-10 está realizando docagem no Terminal Portuário Triunfo, no Porto do Rio de Janeiro, para manutenção da mesma.

Durante o processo de liberação para atracação, a Marinha do Brasil exigiu a disponibilidade de dois rebocadores para uso em caso de contingência. Esta exigência não fazia parte do processo de liberação para atracação de sondas anteriores.

A Petrobras iniciou o processo de contratação destes dois rebocadores portuários, que deve ser concluído em breve. A Companhia possui contrato com o Terminal Portuário Triunfo para atracação de embarcações contratadas por longo prazo para operações em alto mar. Para não perder o prazo de parada da P-10, que poderia implicar prejuízos decorrentes de perda de produção e de obras já contratadas, a Petrobras está utilizando “janelas” na programação de sua frota de barcos de apoio offshore, disponíveis temporariamente neste mesmo Terminal, enquanto conclui o processo de contratação dos rebocadores portuários. Essa medida, ao contrário do que diz a nota, não tem custos para a companhia.

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Endereço de servidor divulgado por hackers não é da rede interna da Companhia

25 de junho de 2011 / 21:33

A Petrobras esclarece que o endereço do servidor divulgado neste sábado (25/6) por um grupo hacker na internet não é da rede interna da Companhia. O servidor citado é externo e utilizado para transferir informações aos prestadores de serviço da Petrobras, que não têm acesso à rede interna da empresa.

A Companhia assegura que sua rede não foi invadida e que não houve qualquer alteração de conteúdo ou violação de informação.

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Rede da Petrobras não foi violada por hackers

24 de junho de 2011 / 18:26

A Petrobras reafirma que não houve violação à rede interna ou ao site da Companhia. As informações citadas na matéria “Hackers divulgam dados pessoais de funcionários da Petrobras” (versão on-line), publicada nesta sexta-feira (24/06) no site do jornal Folha de S. Paulo, não foram obtidas por hackers via internet na rede da empresa. A Petrobras está investigando a origem das informações.

Na última quarta-feira (22/06), o site da Companhia recebeu um alto volume de acessos simultâneos que gerou um congestionamento momentâneo do servidor. A Petrobras assegura que sua rede não foi invadida e que não houve qualquer alteração de conteúdo ou violação de informação.

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