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Rio Oil & Gas: desafios dos grandes empreendimentos e importância da engenharia de projetos no Brasil

20 de setembro de 2012 / 19:24

O diretor de Engenharia, Tecnologia e Materiais da Petrobras, José Antônio de Figueiredo, abriu na última quarta-feira (19/09) o painel “Os desafios dos grandes empreendimentos e importância da engenharia de projetos no Brasil”, na edição 2012 da Rio Oil & Gas, no Rio de Janeiro. Segundo o diretor, “temos que transformar projetos em realidade, cumprindo prazos, custos e conteúdo local, sem descuidar da produtividade, da segurança e do meio ambiente”.

Figueiredo ressaltou que o aprimoramento da gestão e o uso de métricas internacionais são o grande desafio da indústria brasileira. O diretor destacou a importância de se planejar e cumprir o planejado, aumentando a produtividade, garantindo a segurança, a utilização de referências internacionais e o cumprimento do conteúdo local.

O foco em ferramentas de gestão é um dos destaques do Plano de Negócios e Gestão 2012-2016 da Petrobras. O diretor ressaltou a importância de se cumprir o planejamento tendo por base o acompanhamento dos cronogramas físicos e financeiros dos projetos e ainda dos índices planejados de Conteúdo Local.

Outro ponto importante para o fortalecimento da indústria nacional é que os projetos sejam focados na simplificação, na padronização, tendo por base a adoção de referências internacionais e o uso de equipamentos padrão de mercado. Esse conceito já vem sendo adotado pela Petrobras em projetos como os dos oito cascos das plataformas que estão sendo construídas em Rio Grande (RS) para utilização no pré-sal.

Figueiredo citou ainda que o Brasil possui atualmente uma infraestrutura instalada que permite avançar nos desafios e desenvolver a indústria local. Ressaltou a importância de programas como o Prominp, Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural, de grande relevância para a formação e qualificação de mão de obra no país.

O diretor destacou também um histórico da evolução das operações da Petrobras, o volume de investimentos previstos pela Companhia, num total de US$ 236,5 bilhões para o período 2012-2016 e a evolução dos projetos em desenvolvimento pela área de Engenharia da empresa.

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Presidente da Petrobras apresenta na Câmara Plano de Negócios e Gestão da Companhia

19 de setembro de 2012 / 19:47

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, participou nesta quarta-feira (19/09) de audiência pública conjunta das comissões de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) e de Minas e Energia (CME) da Câmara dos Deputados, em Brasília. Atendendo a convite dos deputados, Graça Foster apresentou em detalhes o Plano de Negócios e Gestão (PNG) da Companhia para o período 2012-2016, que prevê investimentos totais de US$ 236,5 bilhões.

Graça destacou o aquecimento da demanda por derivados, no Brasil, bem acima da média mundial, desde o ano 2000, em função do desenvolvimento econômico e social que o país vem experimentando. E reafirmou a necessidade de construção das refinarias que fazem parte do PNG 2012-2016, duas delas em obras e outras duas em fase de projeto.

Entre os US$ 71,6 bilhões de investimentos previstos na área de Abastecimento estão as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), com início de operação do primeiro trem (165 mil barris por dia) previsto para abril de 2015, e do segundo trem (300 mil bpd) para janeiro de 2018. Também em obras, com 62% de avanço físico, está a Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco, que começa a operar o primeiro trem (115 mil bpd) em novembro de 2014, e o segundo (115 mil bpd) em maio de 2015.

Outras duas refinarias, destinadas à produção de produtos Premium, estão sendo projetadas para serem construídas nos estados do Maranhão e do Ceará. A Premium 1, no Maranhão, terá dois trens de refino, cada um com capacidade para 300 mil barris por dia. O início de operação do primeiro trem está previsto para outubro de 2017, e o segundo deve entrar em atividade em outubro de 2020. A Premium 2, no Ceará, também com capacidade de 300 mil bpd, deve iniciar as operações em dezembro de 2017. “Se nós não construirmos o Trem 2 do Comperj e as Premiuns 1 e 2, vamos precisar importar, em 2020, pelo menos 1 milhão de barris de derivados por dia para atender à demanda interna”, disse a presidente.

O diesel será um dos principais produtos dessas refinarias. O incremento da produção de gasolina está em fase inicial de avaliação e considera-se sua produção nas refinarias já existentes. “Não temos intenção de mudar os projetos em andamento para aumentar a produção de gasolina no país, queremos evitar novos atrasos nessas refinarias”, disse a presidente. Graça Foster aposta no crescimento da produção de etanol para reduzir o ritmo de crescimento da demanda por gasolina.

Os investimentos mais volumosos, no entanto, serão feitos na área de Exploração e Produção (US$ 131,6 bilhões). “Nossa prioridade absoluta é aumentar a produção de óleo”, revelou a presidente. A área de Gás e Energia terá investimentos de US$ 13,5 bilhões; a área Internacional, de US$ 10,7 bilhões; Distribuição, US$ 3,3 bilhões; e Biocombustíveis, US$ 2,5 bilhões.

A presidente detalhou os esforços exploratórios da Companhia, que entre 2000 e 2011 registrou crescimento de reservas e da produção de óleo muito acima da média mundial. A produção de óleo cresceu 73% no Brasil, contra 12% no mundo; a de gás natural teve um aumento de 61% no Brasil, contra 36% no mundo; as reservas de óleo e gás natural brasileiras no período aumentaram em 73%, as mundiais em 38%.

Entre 2005 e 2010, mais de 50% das descobertas registradas no mundo foram em águas profundas, sendo que o Brasil responde por 63% dessas descobertas. “Até agosto deste ano, notificamos à ANP 63 declarações de descobertas na área do pré-sal, com um índice de sucesso de 94% registrado em 2011”, disse a presidente.

Atualmente, as reservas provadas da Petrobras são de 15,7 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), enquanto que os volumes potencialmente recuperáveis chegam a 15,8 bilhões de boe, levando a Companhia a um horizonte potencial de reservas de 31,5 bilhões de barris de óleo equivalente.

Graça falou também sobre o Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Bacia de Campos (Proef), já em execução. “Há uma região da Bacia de Campos com áreas que já produzem há mais de 20, 30 anos. Trata-se de UO-BC. Estamos trabalhando fortemente para aumentar a eficiência operacional e recuperar a produção nestas áreas”, informou a presidente, lembrando que, embora seja uma área madura, a Bacia de Campos terá óleo novo em 2013, com a entrada em operação de novas plataformas.

Reafirmando a política de preços adotada pela Companhia, a presidente Graça disse que, por princípio, a Petrobras não repassa instantaneamente a volatilidade do Brent às bombas. “Temos uma política de preços de médio e longo prazo”, afirmou, lembrando que “a convergência de preços é uma busca constante da Companhia, assim como a manutenção desse grande mercado de derivados que temos no Brasil”.

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Concluída perfuração de poço na Cessão Onerosa

/ 19:09

A Petrobras informa que concluiu a perfuração do quarto poço na Cessão Onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos. A descoberta de petróleo já foi preliminarmente anunciada em 21 de agosto de 2012, quando o poço ainda estava sendo perfurado, na profundidade de 5.656 metros.

Denominado 3-BRSA-1053-RJS (3-RJS-699), informalmente conhecido como Franco SW, o poço está situado em profundidade d´água de 2.024 metros, a cerca de 210 km da cidade do Rio de Janeiro e a 17 km a sul do poço descobridor 2-ANP-1-RJS (Franco). Foi atingida a profundidade final de 5.973 metros em horizonte estratigráfico estabelecido no programa exploratório da Cessão Onerosa.

Análises do óleo recuperado em reservatórios carbonáticos, abaixo da camada de sal, comprovam petróleo de boa qualidade (de 28 a 30 o API). As amostras foram colhidas em reservatórios similares aos registrados no poço descobridor comprovando a extensão dos mesmos para o sul da área de Franco. A coluna de hidrocarbonetos verificada é de 438 metros.

A perfuração deste poço faz parte do Programa Exploratório Obrigatório (PEO) na área de Franco, onde a Petrobras contratou o direito de produzir até 3 bilhões de barris de petróleo e cuja fase exploratória prossegue e tem seu término previsto para até setembro de 2014.

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Rio Oil & Gas: segunda geração de etanol é apresentada em conferência sobre energia

18 de setembro de 2012 / 20:58

A Petrobras Biocombustível mostrou a tecnologia do etanol de segunda geração, produzido a partir do bagaço de cana, na Rio Oil & Gas, feira do setor que acontece no Rio de Janeiro até quinta-feira. O promissor biocombustível, que tem como diferencial a produção de 40% mais etanol na mesma área de plantio, foi foco de palestra da coordenadora de Gestão Tecnológica da empresa, Juliana Bevilaqua, nesta terça-feira (18/9), no painel “A Próxima Geração de Biocombustíveis”.

Juliana destacou que a introdução na matriz energética desses biocombustíveis avançados, como o etanol de segunda geração, é muito positiva. “O mundo tem uma demanda crescente por energia e, nesse cenário, a adoção de novas soluções energéticas se apresenta como parte da solução”, disse.

Sobre o crescimento da presença mundial dessa energia renovável, a coordenadora informou dados da International Energy Agency (IEA) que apontam que, até 2050, os biocombustíveis devem ocupar 27% da matriz mundial de combustíveis para transporte. “São projeções que levam a Petrobras a investir em pesquisas no setor e a alcançarmos estágio avançado em algumas frentes como é o caso do etanol de segunda geração”, afirmou.

Sobre a tecnologia, Juliana ressaltou o teste realizado durante a Rio+20, quando o etanol de bagaço foi utilizado para abastecer 40 minivans que transportaram oito mil conferencistas. “Os resultados foram ótimos”, comentou, acrescentando que se todo o bagaço excedente fosse utilizado para produzir etanol, hoje o país teria 6 bilhões de litros adicionais do combustível.

A coordenadora destacou ainda que a meta da Companhia é iniciar a operação de uma unidade industrial, em escala comercial, em 2015. “Com isso, será possível poupar recursos naturais e aumentar a produção ao mesmo tempo”. O investimento no desenvolvimento do projeto virá dos US$ 300 milhões previstos para pesquisas em biocombustíveis até 2016, de acordo com o Plano de Negócios e Gestão 2012-2016.

A nova tecnologia é resultado de oito anos de pesquisas, iniciadas no Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) e que evoluem em parceria com instituições científicas e empresas de tecnologia nacionais e internacionais. Hoje já são 80 mil litros produzidos em uma planta de demonstração nos Estados Unidos, com resultados que apontam um rendimento de 300 litros de etanol por tonelada de bagaço seco. Uma das parceiras é a KL Energy (atualmente Blue Sugars Corporation), proprietária da unidade onde a tecnologia passa pelos estágios finais de comprovação. O etanol também foi reconhecido, este ano, por suas vantagens ambientais pelo prêmio Brasil Ambiental, promovido pela Câmara de Comércio Americana.

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Rio Oil & Gas: Os desafios para o setor naval do país

/ 20:54

Uma plateia de cerca de 300 representantes da indústria de energia de países como Estados Unidos, Canadá, França, Holanda, Espanha, Noruega, Dinamarca, Japão, Itália e Reino Unido lotou o painel que inaugurou as atividades da Rio Oil & Gas na manhã do segundo dia do evento. Com informações que destacam o investimento da Petrobras em novos projetos ao longo da década, o gerente de Gestão de Relacionamento da área de Materiais, Ronaldo Martins, e o assessor da presidência da Petrobras para Conteúdo Local e Prominp, Paulo Sergio Rodrigues Alonso, reforçaram as oportunidades que, já no curto prazo, o mercado de energia no país oferece para potenciais fornecedores.

Ronaldo Martins iniciou o encontro frisando que “nos últimos cinco anos, mais de 50% das novas descobertas ao redor do mundo foram em águas profundas. O Brasil é responsável por 63% dessas descobertas”. Segundo ele, projeções indicam que, desenvolvendo as reservas recém-descobertas, o Brasil, até 2030, vai liderar o crescimento do suprimento entre os países fora da OPEP (PFC Energy). Martins apresentou a demanda de equipamentos e materiais projetada para 2017 e avaliou o desempenho de 24 setores industriais relevantes para a Companhia, entre eles os fabricantes de bombas, compressores, guindastes, motores e turbinas.

Paulo Alonso falou sobre as oportunidades no setor naval brasileiro. Depois de apresentar a capacidade e a ocupação atual dos principais estaleiros brasileiros, o executivo apresentou a demanda, projetada para 2020, dos equipamentos navais (navios-tanque, barcos de apoio, FPSOs e sondas de perfuração). Entre os equipamentos com potencial de desenvolvimento nacional, citou 61 sistemas de tratamento de esgoto (vácuo), 53 sistemas de geração de gás inerte, 72 embarcações salva-vidas e 1830 cabines de acomodação.

Ao falar em um dos painéis da tarde – Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores – sobre a ‘Atração dos Centros de Pesquisa de Empresas-Âncora para o Polo Tecnológico do Fundão’, o assessor da Petrobras para Conteúdo Local e Prominp, Paulo Sergio Rodrigues Alonso, atribuiu ao advento do pré-sal a importância decisiva para o crescimento da iniciativa. Desde então, o Parque Tecnológico do Rio de Janeiro já concentra 37 empresas, sendo 12 de grande porte (centros de pesquisa), 12 start ups (incubadoras de empresas) e nove de pequeno e médio porte (em edificações compartilhadas). Os empregos gerados, todos de pessoal com elevada graduação, alcança 1029 pessoas, das quais 90% são brasileiros. Até 2014, a projeção é de que a absorção se eleve para 3698 profissionais.

Paulo Alonso afirmou que “nesse novo mundo em que o desenvolvimento de fornecedores qualificados é um desafio estratégico, iniciativas como o Polo Tecnológico do Fundão são essenciais para aproximar nosso mercado de bens e serviços do patamar das indústrias de classe mundial”. Ele adiantou que a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) planeja expandir o Polo atual com a implantação da Torre de Inovação, projeto que deverá concentrar 100 empresas de base tecnológica, inclusive de pequeno e médio porte, além de um hotel e lojas de conveniência na área do campus do Fundão. A instituição federal de ensino busca, no momento, patrocínio para viabilizar o projeto.

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Petrobras inicia participação na Rio Oil & Gas 2012

17 de setembro de 2012 / 19:56

A Petrobras foi destaque no primeiro dia Rio Oil & Gas 2012, nesta segunda-feira (17/9), no Rio de Janeiro. Representando a presidente Maria das Graças Silva Foster, o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Companhia, Almir Barbassa, participou da cerimônia da abertura, inaugurou o estande da Petrobras e atuou como mediador da sessão plenária “O papel da indústria do Petróleo na Promoção do Desenvolvimento Econômico Sustentável”.

Estiveram presentes à abertura autoridades e representantes de instituições públicas e privadas ligadas ao setor de petróleo e gás. Entre outros, o ministro de Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp; a diretora da Agência Nacional do Petróleo, Magda Chambriard e o governador do estado do Espírito Santo, Renato Casagrande.

Logo após a cerimônia, o diretor Almir Barbassa inaugurou o estande da Petrobras, onde está sendo apresentado um simulador de Manobras Marítimo-fluvial desenvolvido pela Petrobras e pela Transpetro em parceria com a Universidade de São Paulo (USP). Uma das funções do simulador é auxiliar no treinamento dos responsáveis por conduzir os navios aliviadores da Companhia, que trazem para o continente o petróleo produzido pelas plataformas marítimas. Até agora foram construídos três protótipos com tela 3D e reprodução de instrumentos de navegação usados pelos condutores das embarcações.

Com o simulador é possível treinar situações enfrentadas durante operações reais em diversas condições climáticas e oceânicas na costa brasileira. O equipamento permite a realização de estudos virtuais nos navios plataforma P-35 e P-51, ambos instalados na Bacia de Campos, e ainda em uma monoboia, unidade flutuante presa ao fundo do mar, usada para carga e descarga de petróleo e derivados. Também são reproduzidos pelo simulador diversos navios da frota da Transpetro. O simulador está disponível para os visitantes durante todos os dias da feira.

Além do simulador, os visitantes podem encontrar no estande da Petrobras um espaço destinado aos fornecedores, totens informativos e um vídeo sobre as estratégias da Companhia, em especial a política de Conteúdo Local e as oportunidades abertas para a cadeia de fornecedores pelos projetos desenvolvidos pela Petrobras. O vídeo conta com depoimentos da presidente Graça Foster, do diretor de Engenharia, Tecnologia e Materiais da Companhia, José Antônio de Figueiredo, e de dirigentes de empresas parceiras.

À tarde, Barbassa participou como mediador da sessão plenária “O papel da indústria do Petróleo na Promoção do Desenvolvimento Econômico Sustentável”. Na ocasião, o diretor destacou a importância da energia para o desenvolvimento e para a qualidade de vida. Segundo ele, “hoje a humanidade desfruta de uma qualidade de vida muito superior se comparada há dois séculos“. Ele ressaltou ainda que “petróleo e gás contribuem como fonte primária de energia em mais de 50%” e que “a demanda crescente por energia é o maior desafio“. Barbassa concluiu, destacando a importância de ações de eficiência energética para a sustentabilidade.

A Rio Oil & Gas está sendo realizada no Riocentro, na cidade do Rio de Janeiro, entre os dias 17 e 20 de setembro. A exposição conta com cerca de 1300 expositores, distribuídos por aproximadamente 40 mil m². São esperados 55 mil visitantes nos quatros dias de exposição.

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Presidenta Dilma Rousseff visita obras da Petrobras em Rio Grande

/ 19:38

A Presidenta da República, Dilma Rousseff, acompanhada pela presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, visitou nesta segunda-feira (17/9) as obras da Companhia nos Estaleiros Rio Grande e Quip, em Rio Grande (RS). Também acompanharam a visita o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, e os diretores da Petrobras, José Antônio de Figueiredo, de Engenharia, Tecnologia e Materiais, e José Miranda Formigli, de Exploração e Produção.

Durante a visita ao Estaleiro Quip, a presidenta Dilma conheceu a plataforma P-58 e assistiu à apresentação do gerente executivo de Engenharia para Empreendimentos de Exploração e Produção da Petrobras, Bráulio Bastos, sobre a importância dos estaleiros gaúchos para a indústria naval do Brasil. No Estaleiro Rio Grande, a presidenta visitou a plataforma P-55 e fez um breve discurso aos trabalhadores. “Aqui no Rio Grande do Sul nós vimos nascer e crescer uma indústria naval. Eu vim aqui quando não tinha nada disso, agora nós temos esse grande estaleiro graças a vocês”, afirmou Dilma, dirigindo-se a cerca de quatro mil trabalhadores.

O Estaleiro Rio Grande (ERG) foi inaugurado em outubro de 2010 e consiste em uma infraestrutura de 430 mil metros quadrados para construção e reparos de unidades marítimas destinadas à indústria do petróleo, tais como plataformas flutuantes de perfuração, produção e apoio. Somente no ERG estão sendo gerados cerca de 4 mil empregos diretos.

As instalações do ERG estão sendo utilizadas para a construção da plataforma P-55 e de oito cascos para plataformas do tipo FPSO (navio-plataforma) para exploração de petróleo na região do pré-sal. A Petrobras tem o direito de uso exclusivo do ERG por 10 anos, através de contrato de locação.

A construção da plataforma semissubmersível P-55 destacou-se pela operação de deck mating inédita no Brasil e uma das maiores já realizadas no mundo. Na operação, o convés (deck-box) da plataforma, uma estrutura de 17 mil toneladas, foi içado a uma altura de 47,2 metros e acoplado ao casco, parte inferior da plataforma.

Nos próximos meses serão realizadas a instalação dos módulos e a integração dos sistemas da plataforma. Com a conclusão dessa etapa, a P-55 será transportada para o campo de Roncador, na Bacia de Campos, litoral do Rio de Janeiro, para início de operação em setembro de 2013. Em pleno funcionamento, a P-55 terá capacidade de produzir até 180 mil barris de petróleo e seis milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.

Oito cascos de FPSOs para o Pré-Sal – Além da P-55, também estão em construção no ERG os cascos dos oito FPSOs replicantes para o pré-sal. São unidades utilizadas para produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás. Essas plataformas estão sendo construídas no Brasil para o desenvolvimento dos projetos do pré-sal nos blocos BM-S-9 e BM-S-11, localizados na Bacia de Santos.

Os FPSOs replicantes são uma nova geração de plataformas, concebidas segundo parâmetros de simplificação de projetos e padronização de equipamentos. A produção, em série, de oito cascos idênticos permitirá maior rapidez no processo de construção, ganho de escala e consequente otimização de custos. Cada FPSO terá capacidade para processar até 150 mil barris por dia de óleo e seis milhões de m³ de gás por dia.

Na área contígua ao ERG está sendo instalado um segundo estaleiro, o Estaleiro Rio Grande 2 (ERG-2), da empresa Ecovix. Neste estaleiro serão construídas algumas partes dos cascos dos FPSOs replicantes, complementando a capacidade produtiva atualmente instalada no ERG. No ERG-2 serão também construídas 3 sondas de perfuração, que fazem parte do programa de 28 sondas a serem construídas em vários estaleiros no Brasil, para atuação na construção dos poços para o desenvolvimento dos campos no pré-sal.

Já no Estaleiro da Quip (Estaleiro Honório Bicalho), no sul do Porto de Rio Grande, está em obras a plataforma P-58, também do tipo FPSO. O navio que está sendo convertido chegou ao Brasil em outubro de 2011, vindo de Cingapura, onde foi realizada a adequação do casco. As obras da P-58 geram cerca de 2 mil empregos diretos.

Após a conclusão, a P-58 será instalada no Campo de Baleia Azul, no estado do Espírito Santo, a cerca de 78 quilômetros da costa, em águas com profundidade de 1.400 metros. Terá capacidade de produção de 180 mil barris de óleo por dia e de compressão de seis milhões de metros cúbicos de gás por dia.

Serão realizadas ainda no Estaleiro da Quip a construção, montagem e interligação dos módulos ao casco da plataforma P-63, que está sendo convertida no Estaleiro Cosco, na China. A unidade será utilizada no campo de Papa-Terra, com capacidade de produção 140 mil barris de óleo por dia e compressão de um milhão de metros cúbicos de gás por dia.

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Liquigás Distribuidora lança programa de capacitação para rede de revendedores

15 de setembro de 2012 / 09:00

A Liquigás Distribuidora – empresa do Sistema Petrobras que atua no envase e distribuição de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), mais conhecido como gás de cozinha – acaba de lançar o Programa de Capacitação de Revendas Liquigás (Procap), projeto focado nos entregadores e atendentes de sua rede de revendedores, que busca assegurar um atendimento diferenciado aos consumidores finais de GLP da Companhia.

Para aprimorar a qualidade do atendimento, o Procap treinará os entregadores e atendentes da rede de revendedores tendo como base um material padronizado e de fácil entendimento, que será aplicado por cerca de 200 multiplicadores da equipe comercial da Liquigás. Para isto, a força de vendas realizou um treinamento específico contemplando todos os módulos do curso, bem como de técnicas de apresentação e de como treinar equipes.

Além de apresentações, vídeos e áudios de apoio, serão disponibilizados para os treinamentos um caderno de orientação do instrutor e outro do participante para anotações e atividades, a fim de dar suporte e melhorar a fixação do aprendizado.

“Com o Procap uniformizamos os treinamentos agregando mais recursos didáticos com os áudios e vídeos para toda a rede de revendedores, sendo que nossa intenção é aprimorar cada vez mais a qualidade de atendimento aos nossos consumidores finais de GLP”, afirma Paolo Ditta, Diretor GLP Envasado da Liquigás.

A Liquigás estima um universo de 30 mil pessoas a serem treinadas, entre entregadores e atendentes dos revendedores. A carga horária do programa tem duração aproximada de 10 horas, com módulos sobre excelência no atendimento, vendas e negociação, relacionamento com o cliente, mercado de GLP e seus produtos, qualidade e segurança.

No prazo de um ano, a contar do início de outubro próximo, época na qual o Procap chega às primeiras revendas, a Liquigás planeja já ter levado o programa a todos os mais de quatro mil pontos de venda da marca no país.

A Liquigás sempre promoveu treinamentos para seus revendedores, tanto para os proprietários como aos funcionários. Porém, com o Procap, passa a ser feito de forma unificada nacionalmente – um dos diferenciais do novo programa de capacitação.

Outro grande benefício no formato deste programa é a possibilidade de aplicar os módulos diretamente no ambiente da revenda, reduzindo a necessidade de deslocamentos e otimizando o tempo disponível para treinamentos.

Ao final do curso, os participantes receberão um certificado de conclusão, que comprova o cumprimento das etapas do programa e que poderá incrementar o currículo desses funcionários.

Sobre a Liquigás

A Liquigás, subsidiária da Petrobras Distribuidora S.A., a BR, é líder no mercado de botijões de gás de até 13 kg e uma das maiores distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo do Brasil. Além de gás para uso doméstico, em embalagens de 5, 8, 13, 20 e 45 kg, fornece produtos e serviços na modalidade a granel para indústria, comércio, agricultura, aviários, condomínios, hotéis, entre outros. Investe constantemente em tecnologia e busca de inovações para garantir ao consumidor final um produto de qualidade, com responsabilidade social e ambiental. Possui uma rede com mais de 4.000 revendedores e atende aproximadamente 9 milhões de residências, além de 20.000 clientes abastecidos com GLP a granel. A empresa conta atualmente com 3.250 funcionários.

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Petrobras inicia produção no campo de Chinook

13 de setembro de 2012 / 18:56

A Petrobras comunica que, em 6 de setembro de 2012, foi iniciada a produção do campo de Chinook, interligado ao FPSO (navio-plataforma flutuante de produção, com capacidade de estocagem e escoamento) BW Pioneer, localizado a aproximadamente 250 quilômetros da costa do Estado da Luisiana no Golfo do México americano.

Esse é o primeiro FPSO a produzir petróleo e gás no setor americano do Golfo do México. O navio-plataforma tem capacidade de processar 80 mil barris de petróleo e 500 mil metros cúbicos de gás por dia, e de estocar 500 mil barris de petróleo. Ele está ancorado a uma profundidade de 2.500 metros, um recorde mundial. O FPSO recebe e processa simultaneamente a produção do campo de Cascade, também operado pela Petrobras.

O poço produtor Chinook 4 foi perfurado e completado em reservatórios de idades geológicas do Terciário Inferior (23 a 65 milhões de anos), promissora fronteira exploratória marítima do Golfo do México, a uma profundidade de cerca de 8 mil metros. Este poço está interligado ao navio-plataforma através de um sistema composto por equipamentos, linhas submarinas e risers autossustentáveis (linhas verticais de produção). O petróleo produzido será transportado para a terra através de navios aliviadores, e o gás, através de dutos.

A Petrobras é a primeira companhia a desenvolver um campo de petróleo no Golfo do México utilizando essas tecnologias, já aplicadas sistematicamente com sucesso no Brasil. A implantação do projeto de desenvolvimento de Cascade e Chinook cumpriu as diretrizes da área de Segurança, Meio Ambiente, Eficiência Energética e Saúde da Petrobras, que continuarão a ser fielmente adotadas durante a fase de produção que agora se inicia.

A produção dos campos de Cascade e Chinook consolida a presença da Petrobras como um dos maiores players nas águas ultraprofundas do setor americano do Golfo do México. A Petrobras detém 100% do campo de Cascade – cuja produção foi iniciada em fevereiro de 2012 –, e 66.67% do campo de Chinook, em parceria com a empresa Total Exploration Production USA, Inc., que detém os demais 33.33%.

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Petrobras integra pela 7ª vez o Índice Dow Jones de Sustentabilidade

/ 17:26

A Petrobras foi selecionada para integrar o Dow Jones Sustainability Index (DJSI) pelo sétimo ano consecutivo, o mais importante índice mundial de sustentabilidade, que avalia as melhores práticas de gestão social, ambiental e econômica no mundo.

A Companhia recebeu, pela sexta vez, a nota máxima no critério “transparência” e também foi considerada benchmark nos critérios “combustíveis mais limpos” e “políticas e sistemas de gestão ambiental”.

A Petrobras se destacou especialmente na dimensão ambiental, estando entre as maiores notas do setor. A dimensão social também teve boa performance com destaque para os quesitos: “relacionamento com partes interessadas”, “impacto social nas comunidades” e “práticas trabalhistas e direitos humanos”.

Nesta edição, 340 empresas de 30 países participam do Índice em 58 setores da indústria, sendo 26 empresas no setor de petróleo e gás. Aproximadamente US$ 6 bilhões são investidos em fundos que se baseiam em empresas do índice DJSI.

A permanência no índice reflete o empenho da Petrobras em alinhar seu crescimento ao desenvolvimento sustentável, minimizando e mitigando o impacto de suas atividades no meio ambiente e reforçando seu compromisso com a sociedade e seus acionistas.

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