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Transpetro põe em operação navio José Alencar

14 de janeiro de 2014 / 14:28

O navio de produtos José Alencar partiu para sua viagem inaugural nesta terça-feira (14/01). Durante a cerimônia que marcou o começo das operações, o presidente da Transpetro, Sergio Machado, deu sinal verde para o início da construção de mais oito navios de produtos no Estaleiro Mauá (Niterói/RJ). O novo lote demandará investimentos de R$ 1,4 bilhão, dentro dos R$ 11,2 bilhões previstos para a construção de 49 navios e 20 comboios hidroviários do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef).

O José Alencar é a sexta embarcação do programa a entrar em operação em um prazo de dois anos e finaliza o primeiro lote de encomendas pela Transpetro a estaleiros brasileiros dentro do Promef. Já foram entregues sete navios e outros 12 se encontram em construção. Em 2014, o Promef deverá bater um novo recorde: serão sete navios a entrar em operação.

Também este ano, nossa subsidiária receberá os três primeiros comboios. O Promef também viabilizou a construção de três novos estaleiros: Atlântico Sul (EAS) e Vard Promar, em Pernambuco; e Rio Tietê (ERT), em São Paulo.

Além do José Alencar, o primeiro lote do Promef inclui outros três navios de produtos, já em operação: Celso Furtado (novembro/2011), Sérgio Buarque de Holanda (julho/2012) e Rômulo Almeida (janeiro/2013). Além desses, o EAS entregou à Transpetro os suezmax João Cândido (maio/2012) e Zumbi dos Palmares (maio/2013), e o petroleiro Dragão do Mar (dezembro/2013), este com início das operações previsto para o primeiro trimestre deste ano.

Primeira viagem

Em sua primeira viagem, o José Alencar saiu do Estaleiro Mauá, em Niterói, onde foi construído, para ser carregado com nafta do Terminal da Ilha D’Água (RJ). De lá, seguirá rumo ao terminal de São Sebastião, em São Paulo, onde será descarregado.

“A indústria naval brasileira vive um novo momento. Deixou de ser um sonho e hoje está consolidada. A entrega do primeiro lote de encomendas do Promef é uma prova disso. Agora, o grande foco é a gestão, a qualidade para que a produtividade seja maior e melhor, em busca da competitividade internacional. É nisso que estamos trabalhando”, afirma Sergio Machado.

O José Alencar – que tem 12 tanques de carga, velocidade de 14,6 nós e autonomia de 12 mil milhas náuticas – será responsável pelo transporte de derivados claros de petróleo. Com 183 metros de comprimento (o equivalente a quase 2 campos oficiais de futebol), 32,2 metros de largura, 43,8 metros de altura (mais alto que a estátua do Cristo Redentor), o navio tem capacidade para transportar 56 milhões de litros de combustíveis (quantidade suficiente para encher aproximadamente 13 piscinas olímpicas).

Em sua construção, foram utilizadas 9.147 toneladas de aço estrutural; 250 toneladas de acessórios de casco; 25.000 litros de tintas e solventes; 4.500 peças de tubos pesando 380 toneladas; 95.000 metros de cabos elétricos e 274 toneladas de eletrodos e consumíveis.

O Promef

O Promef impulsionou a reconstrução da indústria naval brasileira após uma crise de décadas, com investimento de R$ 11,2 bilhões na encomenda de 49 navios e 20 comboios hidroviários. O Brasil tem, atualmente, a quarta maior carteira mundial de encomendas de navios e a terceira de petroleiros. A indústria naval, que chegou a ter menos de 2 mil operários na virada do século, hoje emprega mais de 77 mil pessoas, segundo dados do Sinaval.

Com os sete navios entregues, o índice de conteúdo nacional será superior a 65%, quantitativo estipulado para a primeira fase do programa, garantindo geração de emprego e renda no país. Apenas no Estaleiro Mauá, onde o José Alencar foi construído, foram gerados 3,4 mil postos de trabalho, dos quais 1,2 mil diretamente na construção da embarcação.

O Promef tem três pilares:

- construir navios no Brasil;

- alcançar índice de conteúdo nacional mínimo de 65% na primeira fase, e de 70% na segunda fase;

- atingir competitividade internacional, após a curva de aprendizado.

Os dois primeiros pilares já foram alcançados. E, com eles, o Promef ajudou a retirar a indústria naval brasileira do abandono em que se encontrava há décadas.

O terceiro pilar, a busca por competitividade internacional, é o atual foco. Para atingir este objetivo, a Transpetro criou o Sistema de Acompanhamento da Produção (SAP), que tem como função avaliar os processos produtivos dos estaleiros e sugerir alternativas para melhoria da produtividade.

Os principais players da indústria naval internacional, como Japão, Coréia do Sul e China levaram, respectivamente, 63, 53 e 23 anos para atingir a maturidade do setor. Em apenas 13 anos, o Brasil já obteve resultados comparáveis aos do mercado chinês.

José Alencar

O navio foi batizado em homenagem ao ex-vice-presidente da República, homem público e empresário. Do humilde balconista que, aos 14 anos, já trabalhava em um armarinho em Muriaé (MG), ao comandante de um império industrial, José Alencar se transformou em um líder empresarial e político respeitado e admirado que ajudou a escrever importantes páginas da história do Brasil.

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Promef 3: Campo de Libra exigirá a construção de novos petroleiros

13 de janeiro de 2014 / 15:45

Maior reserva de petróleo do Brasil, o Campo de Libra trará novos desafios para a logística de transporte e distribuição de petróleo e derivados no território nacional. Em entrevista à Agência Brasil, na último domingo (12/01), o presidente da Transpetro, Sergio Machado, vislumbrou uma solução: a continuidade do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Iniciado em 2004, o programa encomendou 49 embarcações a estaleiros nacionais, reerguendo a indústria naval brasileira e levando investimentos e desenvolvimento para diferentes regiões do país.

“Um país que sai de uma produção de dois milhões para seis milhões de barris por dia vai certamente precisar de muito mais petroleiros. E, com esta necessidade, certamente vai acontecer o Promef III. Não há data marcada para o lançamento, o que se tem é a certeza da necessidade de se dar continuidade ao programa e de ampliação e desenvolvimento da indústria naval brasileira”, afirmou Sergio Machado, durante entrevista à Agência Brasil.

Confira a entrevista na íntegra no site da Agência Brasil.

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Nova Base de Cruzeiro do Sul ampliará capacidade logística da Petrobras Distribuidora no Estado do Acre

11 de janeiro de 2014 / 08:47

A logística da distribuição de combustíveis na Região Norte e no Acre, em particular, ganhará maior confiabilidade com a inauguração da nova base da Petrobras Distribuidora em Cruzeiro do Sul (BASUL II), prevista para entrar em regime de pré-operação entre abril e maio deste ano. Com investimentos de cerca de R$ 213 milhões, a capacidade total de armazenagem passará dos atuais 2.668 m³ para 31.045 m³, a unidade será automatizada e contará com um cais flutuante moderno. Com isso, haverá também uma redução de custos com a tancagem em balsas, no período de seca do Rio Juruá.

Esses assuntos foram tratados na última sexta-feira (10/01), durante visita do governador do Acre, Tião Viana, à BASUL II, liderando uma comitiva com membros do governo e parlamentares. Eles foram recebidos pelo diretor de Operações e Logística da BR, Vilson Reichemback da Silva, que destacou outros benefícios trazidos pela unidade, que substitui a BASUL I, inaugurada em 1984.

“A BASUL II reforçará a garantia de suprimento e a competitividade da Petrobras Distribuidora no Acre, com aumento da capacidade de armazenagem, redução dos riscos operacionais e pleno atendimento aos requisitos legais”, explicou Reichemback, lembrando ainda que a empresa tem investido no relacionamento com a comunidade do entorno, durante toda a obra.

Desafios

O empreendimento, iniciado em novembro de 2010, superou vários desafios de planejamento e logística, principalmente em função das características do Vale do Juruá, na região noroeste do Acre: acessibilidade geográfica, mudanças no regime do rio, condições climáticas, disponibilidade de mão de obra capacitada e recursos materiais. Em 2013, um intenso período de chuvas se revelou um complicador extra.

Um dos destaques da BASUL II será seu píer flutuante para atracação das balsas que trazem os combustíveis desde Manaus, com capacidade de carga de até 4.000 m³, cada uma: ele foi concebido de forma a não somente suportar as solicitações da operação, mas também estabilizar geotecnicamente a região. O sistema consiste em um cais flutuante posicionado entre dois tubos de atracação que permitem sua movimentação de acordo com a variação do nível do rio. Estes tubos são cravados no leito do rio e cada um é ligado através de dois braços metálicos a dois blocos de concreto, cada um deles construído sobre 14 estacas metálicas. A contenção da margem foi feita através de sistema ativo contemplando uma cortina de concreto de cerca de 800 m² e mais de 200 tirantes protendidos.

Em seu Plano de Negócios e Gestão 2013-2017, a Petrobras Distribuidora prevê investimentos de R$ 5,3 bilhões diante da previsão de aumento anual médio de 4,4% no volume de combustíveis comercializados em todo o país. Desse total, R$ 2,95 bilhões foram reservados para Operações e Logística, o que inclui a construção de terminais e bases. Na Região Norte, além da BASUL II, está em construção o Terminal de Porto Nacional, no Tocantins.

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Fábrica de Fertilizantes em Sergipe bate recorde de produção de ureia e ganha novo gerente

10 de janeiro de 2014 / 14:27

A Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Sergipe (Fafen-SE), nossa unidade operacional, localizada no município de Laranjeiras (SE), tem um novo gerente geral. Nesta sexta-feira (10/01), tomou posse no cargo Alexandre Coelho Cavalcanti (foto abaixo). O engenheiro Mecânico integra nossa força de trabalho há 27 anos e atuou na Refinaria Duque de Caxias (Reduc-RJ), onde passou por diferentes áreas, e vem transferido da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Mato Grosso do Sul (Fafen-MS), localizada no município de Três Lagoas (MS).

O engenheiro mecânico Fernando Tadeu de Castilho, que ocupava a posição desde 2010, assume a partir de hoje a Gerência Geral da Fafen-MS, que entrará em operação em setembro deste ano. Sob sua gestão, a Fafen-SE bateu o recorde de produção de ureia, totalizando 557.657 toneladas produzidas em 2013 e superando o recorde anterior, de 541.975, alcançado no ano 2000.

Foto: Lucio TellesO Plano de Negócios e Gestão 2013-2017 contempla importantes projetos na área de fertilizantes. Em Sergipe, entrará em operação, em fevereiro deste ano, a Unidade de Sulfato de Amônio com capacidade para produzir 303 mil ton/ano. Com este novo empreendimento, agregaremos maior valor à amônia fabricada na Fafen-SE.

No Mato Grosso do Sul, a Fafen-MS entrará em operação em setembro deste ano com capacidade para produzir 1,2 milhão toneladas/ano de ureia. Com isso, nossa capacidade total de produção de ureia saltará de 1,7 milhão de toneladas/ano para 2,9 milhões de toneladas/ano, reduzindo significativamente a dependência externa por esse importante fertilizante nitrogenado.

Somos, hoje, o maior produtor de fertilizantes nitrogenados do País com três fábricas em operação. Além de Sergipe, há mais duas unidades. Uma na Bahia, no Polo Petroquímico de Camaçari, e outra, adquirida em 2013, no município de Araucária, no Paraná.

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Petrobras Biocombustível tem novo site

9 de janeiro de 2014 / 16:04

Está no ar o novo site da Petrobras Biocombustível, nossa subsidiária integral desde 2008. Mais visual e moderno, o ambiente oferece ao usuário maior facilidade para navegar e encontrar os conteúdos desejados. Lá, estão disponíveis informações sobre investimentos, áreas de atuação, linhas de pesquisas, produtos derivados do biodiesel, produção de etanol, além da nossa política e princípios de sustentabilidade e responsabilidade social.

Por meio da nossa subsidiária, vamos investir US$ 2,9 bilhões até 2017 para ampliar a produção de biocombustíveis, com objetivo de ter participação de 21% no mercado de biodiesel e de 15% no de etanol até 2020.

No novo site, na aba de Biodiesel, o leitor pode se informar sobre nossa liderança na produção do biocombustível no Brasil. Com as empresas parceiras, a capacidade total de produção é de 821 milhões de litros de biodiesel por ano. Na área de Etanol, está disponível a série Etanol Sem Fronteira, que relata em seis episódios uma aventura pelo interior do país para conhecer de perto os segredos do etanol.

A Petrobras Biocombustível está presente em todas as regiões do Brasil, com a missão de produzir biocombustíveis com responsabilidade social e ambiental, contribuindo para a diversificação da matriz energética brasileira e a redução da emissão dos gases de efeito estufa, promovendo o desenvolvimento onde atua.

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Conheça de perto o campo de Carmópolis, um dos mais antigos em produção

8 de janeiro de 2014 / 16:47

No vídeo abaixo, você tem a oportunidade de saber um pouco mais sobre o Campo de Carmópolis, em Sergipe. Descoberto há 50 anos, é a maior acumulação terrestre do país em volume original de óleo (in place), com 1,7 bilhão de barris. Embora seja maduro, ele ainda está entre os maiores produtores onshore no Brasil: cerca de 20 mil barris de petróleo produzidos por dia (bpd). “A diversidade dos reservatórios do Campo de Carmópolis permitiu que, ao longo desses 50 anos, ele se visse como uma escola para a Petrobras. Vários técnicos passaram e passam aqui”, explica Sergio Almeida, gerente do Ativo Sergipe Terra. “Tecnologias foram aplicadas e testadas em Carmópolis, com sucesso, e depois utilizadas em diversas áreas da companhia”, completa Mauro Mendes, gerente executivo do Norte- Nordeste. Confira:

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Precificação de títulos no mercado internacional

7 de janeiro de 2014 / 19:12

Confira, abaixo, o comunicado divulgado nesta terça-feira (07/01) pela nossa área de Relacionamento com Investidores:

“A Petrobras informa a precificação dos títulos (“Global Notes”) em Euros (€) com vencimentos de 4, 7, 11 anos e em Libras Esterlinas (£), com vencimento em 20 anos, emitidos através da sua subsidiária integral Petrobras Global Finance B.V. (“PGF”) e com garantia incondicional e irretratável da Petrobras. A oferta foi realizada em três tranches em Euros e uma em Libra Esterlina e registrada na SEC (U.S. Securities and Exchange Commission). A conclusão da operação está prevista para ocorrer em 14 de janeiro de 2014.

Os termos da emissão dos títulos em Euros com vencimento em 2018 são os seguintes:

• Emissão: 2,75% de Notas Globais PGF com vencimento em 2018

• Volume: EUR 1.500.000.000,00

• Cupom: 2.75%

• Datas dos pagamentos de juros: 15 de janeiro de cada ano, iniciando em 15 de janeiro de 2015

• Rendimento ao investidor: 2,829%

• Vencimento: 15/01/2018

• Preço de emissão: 99,705%

Os termos da emissão dos títulos em Euros com vencimento em 2021 são os seguintes:

• Emissão: 3,75% de Notas Globais PGF com vencimento em 2021

• Volume: EUR 750.000.000,00

• Cupom: 3,75%

• Datas dos pagamentos de juros: 14 de janeiro de cada ano, iniciando em 14 de janeiro de 2015

• Rendimento ao investidor: 3,849%

• Vencimento: 14/01/2021

• Preço de emissão: 99,402%

Os termos da emissão dos títulos em Euros com vencimento em 2025 são os seguintes:

• Emissão: 4,75% de Notas Globais PGF com vencimento em 2025

• Volume: EUR 800.000.000,00

• Cupom: 4,75%

• Datas dos pagamentos de juros: 14 de janeiro de cada ano, iniciando em 14 de janeiro de 2015

• Rendimento ao investidor: 4,845%

• Vencimento: 14/01/2025

• Preço de emissão: 99,204%

Os termos da emissão em Libras Esterlinas com vencimento em 2034 são os seguintes:

• Emissão: 6,625% de Notas Globais PGF com vencimento em 2034

• Volume: £600.000.000,00

• Cupom: 6,625%

• Datas dos pagamentos de juros: 16 de janeiro de cada ano, iniciando em 16 de janeiro de 2015

• Rendimento ao investidor: 6,732%

• Vencimento: 16/01/2034

• Preço de emissão: 98,845%

Os recursos captados serão utilizados para financiar os investimentos previstos no Plano de Negócios e Gestão 2013-2017 da Companhia.

A operação foi conduzida pelo BB Securities Limited, BNP Paribas, Banco Bradesco BBI S.A., Crédit Agricole Corporate and Investment Bank, HSBC Bank plc, J.P. Morgan Securities, plc e Mizuho Internacional plc como coordenadores líderes e contou com a participação do Bank of China (Hong Kong) Limited e Standard Chartered Bank como co-managers.”

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Saiba mais sobre as novas gasolinas de ultrabaixo teor de enxofre

/ 15:06

Desde o dia 1º de janeiro deste ano, novas gasolinas comum e premium de ultrabaixo teor de enxofre estão sendo distribuídas em todo o território nacional, substituindo integralmente as anteriores.

As novas gasolinas são S-50 porque possuem teor máximo de enxofre de 50 mg/kg ou partes por milhão (ppm) – o que representa uma redução de 94% em relação ao teor de enxofre das gasolinas anteriormente comercializadas. Isso possibilita a introdução de veículos dotados de modernas tecnologias para o tratamento de emissões e a redução de 35.000 toneladas/ano das emissões de óxidos de enxofre (SOx). (Veja perguntas e respostas frequentes)

Esses combustíveis reduzirão as emissões de gases poluentes no escapamento de motores fabricados a partir de 2009, em até 60% de óxidos de nitrogênio (NOx), em até 45% de monóxido de carbono (CO) e em até 55% de hidrocarbonetos (HC). Eles apresentam ainda como benefícios a baixa formação de depósitos em válvulas, bicos injetores e na câmara de combustão; aumento do desempenho e prolongamento da vida útil do catalisador; redução do desgaste do motor; além de uma vida útil mais longa do lubrificante, mantendo a eficiência energética com menor custo de manutenção.

Investimos continuamente no aprimoramento de nossos combustíveis e fomos pioneiros na remoção total do chumbo na gasolina, em 1989.

As novas gasolinas estão disponíveis na nossa rede de postos, assim como das outras distribuidoras, e continuarão sendo identificadas nas bombas dos postos de serviço como “gasolina comum” ou “gasolina premium”, de acordo com seu tipo.

Uma nova era em combustíveis

Entre 2005 e 2013, investimos R$ 20,6 bilhões em 21 novas unidades que permitem a produção da gasolina S-50 em todas as nossas refinarias. Esse lançamento consolida uma nova era em combustíveis com ultrabaixo teor de enxofre – um salto tecnológico com qualidade equivalente a dos mercados mais exigentes do mundo.

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Último mês para se inscrever em processo seletivo do quadro de mar da Transpetro

6 de janeiro de 2014 / 10:11

A Transpetro, braço logístico do Sistema Petrobras, está com dois processos seletivos públicos abertos que somam 602 vagas, entre admissão imediata e formação de cadastro de reserva. As inscrições estão abertas até o próximo dia 31 e os editais estão disponíveis no site da subsidiária (www.transpetro.com.br).

Esse é um mercado em franca expansão. Em 2014, a Transpetro deve bater o recorde de recebimento de novas embarcações. O planejamento do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) prevê o recebimento de seis navios e três comboios hidroviários construídos por estaleiros brasileiros. O recorde é o de 2013, com quatro entregas: o navio de produtos Rômulo Almeida (janeiro) e o suezmax Zumbi dos Palmares (maio), ambos em operação, e o José Alencar (produtos) e o Dragão do Mar (suezmax), estes dois últimos que devem ter suas viagens inaugurais definidas nos próximos dias. Até 2020, a frota passará dos atuais 60 para 110 navios.

As embarcações previstas para 2014 são dois panamax (Anita Garibaldi e Irmã Dulce), dois suezmax (Henrique Dias e outro ainda sem nome) e dois gaseiros, sendo um deles o Oscar Niemeyer, que está em fase de acabamento.

O primeiro processo seletivo é para 83 vagas imediatas e 185 destinadas a cadastro de reserva. Os cargos são: condutor mecânico, auxiliar de saúde, moço de convés, moço de máquinas e taifeiro. A remuneração mínima é de R$ 3.148,99. A segunda seleção é para segundo oficial de náutica e segundo oficial de máquinas. A remuneração básica é de R$ 9.545,40. São 120 vagas imediatas e 84 de cadastro para 2º oficial de náutica e 70 imediatas e 60 de cadastro para 2º oficial de máquinas.

Os candidatos admitidos pela Transpetro terão direito a benefícios como auxílio educacional para os dependentes (auxílio-creche ou auxílio-acompanhante, ensino pré-escolar, ensino fundamental e ensino médio e superior), plano de saúde, auxílio-farmácia, plano de previdência complementar, entre outros.

José Alencar

Sexto do Promef a entrar em operação, o navio de produtos José Alencar conclui o primeiro lote deste tipo de embarcação. Já foram entregues o Celso Furtado (novembro/2011), o Sérgio Buarque de Holanda (julho/2012) e o Rômulo Almeida (janeiro/2013).

O navio foi batizado em homenagem ao ex-Vice-Presidente da República, homem público e empresário que foi exemplo de competência, persistência e patriotismo. Do humilde balconista que, aos 14 anos, já trabalhava em um armarinho em Muriaé (MG), ao comandante de um império industrial, José Alencar se transformou em um líder empresarial e político respeitado e admirado.

Construído no Estaleiro Mauá, no Rio de Janeiro, a embarcação – que possui 12 tanques de carga, velocidade de 14,6 nós e autonomia de 12 mil milhas náuticas – vai transportar produtos claros derivados de petróleo (gasolina, diesel e querosene de aviação). Com 183 metros de comprimento (o equivalente a quase 2 campos oficiais de futebol), 32,2 metros de largura, 43,8 metros de altura (mais alto que a estátua do Cristo Redentor), o navio tem capacidade para transportar 56 milhões de litros de combustíveis (quantidade suficiente para encher aproximadamente 13 piscinas olímpicas).

Promef

O Promef impulsionou o renascimento da indústria naval brasileira após uma crise de décadas, com investimento de R$ 11,2 bilhões na encomenda de 49 navios e 20 comboios hidroviários. O Brasil tem, atualmente, a quarta maior carteira mundial de encomendas de navios em geral e a terceira de petroleiros.

A indústria naval, que por conta da crise chegou a ter menos de 2 mil operários na virada do século, atualmente emprega mais de 70 mil pessoas, segundo dados do Sinaval. Desse total, o Promef é responsável pela geração de 10.450 empregos diretos no País, o que representa 15% de todos os postos de trabalho diretos da indústria naval brasileira.

Estaleiros brasileiros já entregaram sete navios do Promef à Transpetro: os de produtos Celso Furtado, Sérgio Buarque de Holanda, Rômulo Almeida e José Alencar, construídos pelo Estaleiro Mauá (RJ); e os suezmax João Cândido, Zumbi dos Palmares e Dragão do Mar, entregues pelo EAS. O panamax Anita Garibaldi, que está na fase de acabamentos, deverá entrar em operação ainda esse ano. Há ainda 12 embarcações em fase de construção. Além dessas, três comboios hidroviários estão sendo construídos e serão entregues à empresa em 2014.

O Promef tem três pilares:

- construir navios no Brasil;

- alcançar índice de conteúdo nacional mínimo de 65% na primeira fase, e de 70% na segunda fase;

- atingir competitividade internacional, após a curva de aprendizado.

Os dois primeiros pilares já foram alcançados. E, com eles, o Promef ajudou a retirar a indústria naval brasileira do abandono em que se encontrava há décadas.

O terceiro pilar, a busca por competitividade internacional, é o atual foco. Para atingir este objetivo, a Transpetro criou o Sistema de Acompanhamento da Produção (SAP), que tem como função avaliar os processos produtivos dos estaleiros e sugerir alternativas para melhoria da produtividade.

Os principais players da indústria naval internacional, como Japão, Coréia do Sul e China levaram, respectivamente, 63, 53 e 23 anos para atingir a maturidade do setor.

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Comunicado sobre ocorrência na Reduc

5 de janeiro de 2014 / 00:51

Atualizado em 06/01 às 22h30 – Informamos que apenas a Unidade de Coque da Refinaria Duque de Caxias (Reduc) está parada, com previsão de retomada da produção até dia 10/01.

O restante da refinaria opera normalmente e o abastecimento ao mercado não foi afetado.

Leia, abaixo, nosso comunicado sobre ocorrência na Reduc neste sábado (04/01):

“A Petrobras informa que foi interrompida a produção da Unidade de Coque da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), após incêndio ocorrido no início da noite deste sábado (4/1).

O incêndio ficou restrito a um equipamento específico. Não houve danos a pessoas e ao meio ambiente. Todos os sistemas e procedimentos de segurança funcionaram conforme o previsto e a Unidade de Coque está preservada.

Uma comissão foi designada para investigar as causas do acidente. As autoridades competentes estão sendo informadas sobre a evolução dos trabalhos.”

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