Post pertence à categoria 'Tecnologia e Inovação'
17 de maio de 2013 / 15:19
Como será a produção de petróleo e gás daqui a 10, 15, 20 anos? Nossos pesquisadores, em parceria com fornecedores e universidades, trabalham diariamente projetando novas tecnologias. O infográfico “8 tecnologias do futuro”, disponível a partir desta sexta-feira (17/05) em nosso site, aborda alguns dos estudos em andamento. Lá, é possível saber como serão os FPSOs (navios-plataforma) do futuro, a nova geração de equipamentos de processo, os veículos autônomos submarinos, a distribuição de energia submarina, a utilização de nanomateriais e nanopartículas, o processamento submarino, além da perfuração sem risers. Clique na imagem e confira:

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16 de abril de 2013 / 10:41
A Petrobras e o SENAI/FIRJAN assinaram, nesta segunda-feira (15/04), convênio para o desenvolvimento de simuladores e ambientes virtuais. Serão produzidos 14 novos simuladores de operações a serem utilizados para capacitação de profissionais da indústria de óleo e gás nos próximos cinco anos.
O investimento de R$ 83,6 milhões é proveniente da aplicação de recursos associados aos investimentos obrigatórios em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e em treinamento num montante de 1% do faturamento dos campos que pagam participação especial.
Este investimento viabilizará um treinamento altamente qualificado para profissionais do setor, focado tanto no aumento da eficiência quanto na segurança operacional. O evento foi realizado no Núcleo de Treinamento Offshore Nelson Stavale Malheiro, em Benfica, no Rio de Janeiro, onde os simuladores ficarão instalados. No mesmo ambiente já estão instalados outros três simuladores, por onde já passaram mais de 4 mil empregados da Petrobras, desde 2006: o Simulador de Lastro, o de Planta de Processamento Primário e o Centro de Treinamento em Instalações Elétricas.
O diretor de Exploração e Produção da Petrobras, José Formigli, destacou a importância dos simuladores para a qualificação de profissionais no setor de petróleo e gás. “É importante termos mão de obra qualificada para conseguir tripular nossas sondas, plataformas, embarcações etc, sejam elas próprias ou afretadas. Os simuladores são importantes nos quesitos de segurança e confiabilidade das operações e são mais um capítulo na história de sucesso da relação entre Petrobras e SENAI/FIRJAN”.
Os novos equipamentos buscam acelerar a curva de aprendizado das equipes de operação, de modo a atender à demanda de capacitação decorrente das novas unidades da Petrobras que entrarão em operação até 2020. Os simuladores são uma tecnologia que capacita operadores, técnicos e engenheiros em técnicas de operação offshore e de emergências por meio de simulação de ocorrências do dia-a-dia. Também reduz os custos de treinamento, já que as empresas do setor não precisarão encaminhar treinandos para o exterior.Para o presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, “a parceria com a Petrobras ganha um novo patamar com esses 14 novos simuladores para situações reais de trabalho. Essa parceria certamente continuará a render frutos”.
O diretor de Engenharia, Tecnologia e Materiais (ETM) da Petrobras, José Antônio de Figueiredo, também compareceu à cerimônia de assinatura, tendo sido ele o indutor desse processo desde as primeiras iniciativas em 2006. A diretoria de ETM é responsável pelo processo de P&D na empresa, por meio do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes).
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28 de março de 2013 / 12:09
A Petrobras e a Coppe/UFRJ inauguraram na última quarta-feira (27/03), na Cidade Universitária, no Rio de Janeiro, um conjunto de laboratórios que integram as áreas de engenharia de poço, elevação artificial e separação primária. Os três laboratórios – o de Separadores Compactos (LSC), o de Escoamentos Multifásicos em Tubulações (LEMT) e o de Tecnologia de Engenharia de Poços (LTEP) – compõem o Núcleo Interdisciplinar de Dinâmica de Fluidos (NIDF), criado pela UFRJ para a descrição de fenômenos de escoamento de fluidos, área de grande importância estratégica para a Petrobras e para a indústria de óleo e gás.
“A construção dos laboratórios permitiu a junção de três pilares fundamentais para a inovação: um grupo de alta competência técnica, infraestrutura de alto nível e recursos financeiros”, afirmou durante a cerimônia de inauguração o Gerente Geral de Pesquisa e Desenvolvimento em Geoengenharia de Poço do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), José Roberto Fagundes Netto. A Companhia investiu cerca de R$ 17 milhões na construção e em equipamentos para os laboratórios, por meio de três Redes Temáticas: Engenharia de Poços; Modelagem de Escoamento Multifásico em Tubulações; e Processamento Primário.
Os laboratórios estão localizados no Centro de Tecnologias 2 (CT2) da UFRJ, próximo ao Parque Tecnológico do Rio, e ocupam uma área de mais de 5.000 m².
Para o coordenador do NIDF/UFRJ, professor Atila Freire, o trabalho a ser desenvolvido nas novas instalações vai buscar soluções para a exploração de óleo e gás na camada do pré-sal e em águas cada vez mais profundas. “Face aos desafios de aumentar a produção, o setor de petróleo demanda um domínio cada vez maior do processo de escoamento desses elementos até a superfície”, diz.
Os laboratórios de Escoamento Multifásicos e de Separadores Compactos já estão em funcionamento e realizam atividades como simulação de escoamento em poços horizontais e desenvolvimento de equipamentos como separadores compactos e válvulas ciclônicas. Segundo o engenheiro do Cenpes e coordenador técnico da Rede Temática de Engenharia de Poços, Mauro Bloch, o Laboratório de Tecnologia de Engenharia de Poços (LTEP) foi concebido para expandir a atividade experimental nas áreas de perfuração e completação de poços.
Participaram também na cerimônia de inauguração o vice-reitor da UFRJ, o professor Antônio Ledo Alves da Cunha; o diretor da COPPE/UFRJ, Luiz Pinguelli Rosa; o decano do Centro de Tecnologia da UFRJ, professor Walter Suemitsu; e a representante do setor de Pesquisas e Desenvolvimento Tecnológico da ANP, Tathiany Moreira.
Saiba mais no site da COPPE/UFRJ.
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22 de março de 2013 / 10:20
A Petrobras tem investido em ações para o uso racional e eficiente da água em suas instalações, especialmente projetos de reúso. Em 2012, o volume de água reusada superou 23 bilhões de litros, quantidade suficiente para suprir 11% das atividades e abastecer uma cidade de cerca de 550 mil habitantes por um ano. O volume é quase 7% superior em relação ao ano anterior, quando foram reutilizados 21,5 bilhões de litros. A conclusão de novos projetos de reúso em refinarias nos permitirá alcançar, em 2015, uma economia superior a 35 bilhões de litros de água por ano.
Também foi elaborado o Guia Técnico sobre Conservação e Reúso de Água em Áreas Administrativas, com orientações e medidas práticas que podem ser aplicadas em prédios da empresa. A economia resultante de ações de racionalização e reúso garante à Petrobras uma fonte segura de abastecimento e contribui para a redução de captação de água que pode ser destinada ao consumo humano.
Além de ações voltadas para uso racional de água em nossas operações, patrocinamos projetos ambientais e sociais voltados para preservação dos recursos hídricos, incluindo iniciativas voltadas para recuperação e preservação de nascentes. Novas seleções públicas do Programa Petrobras Ambiental e Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania foram realizadas no final do ano passado para destinar, em dois anos, R$ 102 milhões em projetos ambientais e R$ 145 milhões em projetos sociais, os maiores investimentos de todas as edições dos programas.
Reúso de água nas operações
Em julho de 2012, o Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) iniciou a operação da Estação de Tratamento e Reúso de Água (Etra), responsável pelo tratamento dos esgotos sanitários e industriais de todo o empreendimento. Integrado ao projeto da Etra, a captação da água de chuva contribui também para evitar o descarte anual estimado de 600 milhões de litros de água, o que representa uma economia de R$ 12 milhões em consumo de água potável e tratamento de esgoto, assim como a autonomia de consumo de água por quatro dias, sem a necessidade de recorrer ao abastecimento público.
Na área de refino, destaca-se a introdução de processos pioneiros no mundo para reúso de efluentes. A Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais, foi a primeira a fazer reúso de efluente em seu sistema de resfriamento, empregando o processo de dessalinização por eletrodiálise reversa (EDR). Com essa tecnologia, a unidade economizou, em 2012, 420 milhões de litros de água, equivalente ao consumo de 8 mil habitantes.
Ano passado, a Refinaria Henrique Lage (Revap), em São Paulo, também passou a contar com uma nova estação de tratamento de despejos industriais, com capacidade para tratar até 300 mil litros por hora de efluentes, o que pode levar a uma economia de até 2,6 bilhões de litros de água por ano. A unidade implantou um projeto pioneiro no uso da tecnologia de biorreatores a membranas (MBR) para tratamento biológico de efluentes oleosos de refinarias. A Refinaria do Paraná (Repar) também inaugurou, em dezembro de 2012, uma nova estação de tratamento de despejos industriais com a tecnologia de MBR, que permitirá o reúso de 200 mil litros por hora de efluentes.
Patrocínio a projetos em todo o país
Desde que foi criado, há dez anos, o Programa Petrobras Ambiental patrocina projetos ligados à preservação de rios, nascentes e matas ciliares. Entre as iniciativas patrocinadas está o Mamanguape, realizado na região do semiárido da Paraíba pela Cooperativa de Projetos Assistência Técnica e Capacitação do Nordeste (Coopacne). A organização envolve comunidades locais em ações de conservação e preservação ambiental das nascentes do Rio Mamanguape, o principal rio de água doce do estado. A ideia de construir tanques de pedra para armazenar água da chuva se tornou a principal fonte de abastecimento de água para cerca de 30 mil moradores das regiões do entorno. A meta é ampliar a capacidade de atendimento para 70 mil pessoas, com a construção de mais 15 tanques até o final de 2013, além dos 12 existentes.
O Projeto Fortalecimento da Apicultura no Território do Rio Doce Krenak, realizado por meio do Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania, envolve mais de 2 mil pessoas em ações de preservação das nascentes e da Mata Atlântica, em nove municípios, na divisa entre os estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. A iniciativa, gerenciada pela ONG Rede Vidas, também conta com cursos de capacitação em técnicas de produção e comercialização do produto para apicultores que, em troca das orientações técnicas, colmeias e ferramentas, apadrinham uma nascente. Como resultado, 90 nascentes estão protegidas e cerca de 100 hectares de áreas degradadas começam a recuperar a vegetação.
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12 de março de 2013 / 15:30
Até 27 de maio, alunos de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado de universidades brasileiras podem se inscrever na nova edição do concurso cultural Ideia e Energia, promovido pela Petrobras. Para participar, o estudante deve apresentar uma ou mais propostas para o futuro energético que sejam inovadoras e coerentes com sua formação acadêmica. Cada uma deve ser descrita em até mil caracteres, com espaço.
As ideias devem estar contempladas nas seguintes categorias: Pré-sal: Exploração e produção, Refino, Logística, Energias renováveis, Preservação ambiental, Eficiência energética e Segurança. Confira o regulamento completo.
Quanto mais compartilhada nas redes sociais for uma proposta, mais pontos ela recebe. As mais votadas serão analisadas por uma comissão julgadora e os autores das dez selecionadas terão a oportunidade de conhecer as instalações da empresa no Rio Grande do Norte. A melhor ideia será divulgada na revista Superinteressante. Acesse o site e saiba mais.
Não será permitida a participação no concurso cultural da força de trabalho pertencente ao Sistema Petrobras nem de pessoas que tenham menos de 18 anos completos no dia 21 de julho de 2013.
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13 de dezembro de 2012 / 11:53
O Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis (CTGAS-ER), localizado em Natal (RN), começou, esta semana, a testar um moderno sistema para monitoramento de concentrações do gás de efeito estufa (CO2) e outros contaminantes atmosféricos, como óxido de nitrogênio (NOx), dióxido de enxofre (SO2), monóxido de carbono e ozônio.
O equipamento, denominado Differential Optical Absorption Spectroscopy (DOAS), será usado no monitoramento em tempo real da qualidade do ar no entorno de usinas termelétricas que utilizam diferentes tipos de combustíveis (gás natural, óleo combustível e diesel) para geração de energia elétrica.
O DOAS foi desenvolvido na Suécia pela empresa Opsis e faz parte de um projeto de pesquisa e inovação do CTGAS-ER financiado pela Petrobras. Esse projeto consiste na avaliação comparativa com métodos convencionais cujos custos e tempo de resposta são altos e com ganhos adicionais na interpretação e aquisição simultânea dos parâmetros de qualidade do ar.
O monitoramento das emissões gasosas dos processos de combustão e da qualidade do ar é uma exigência dos órgãos ambientais e está definido em Resoluções do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).
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27 de novembro de 2012 / 18:07
A Petrobras assinou, nesta terça-feira (27/11), termo de cooperação com o Senai, no valor de R$ 11,5 milhões, para implantação do Laboratório Brasileiro de Excelência em Tecnologia de Soldagem, no Rio de Janeiro (RJ). A estrutura atenderá às necessidades de pesquisa, desenvolvimento e qualificação de processos da área e será o primeiro laboratório deste tipo na América Latina.
O investimento em processos de soldagem caracteriza um grande avanço para a implantação de projetos do segmento de petróleo, já que a atividade é considerada essencial em diversas obras em construção no Brasil. As tecnologias desenvolvidas no laboratório contribuirão para o aumento da produtividade, impactando positivamente os custos e a entrada em operação de empreendimentos.
A infraestrutura inclui processos robotizados e tecnologia a laser de última geração que permitem desenvolver conhecimentos e técnicas inéditas de soldagem e montagem para dutos, equipamentos e chapas. Tais recursos possibilitarão ao Senai se posicionar entre os mais conceituados laboratórios de soldagem do mundo e dar suporte às demandas do mercado de óleo e gás com soluções antes desenvolvidas fora do país. Além disso, será possível multiplicar os conhecimentos acumulados com a formação de mão de obra especializada, cada vez mais demandada pelo mercado nacional.
Integrante do Programa Tecnológico de Transporte (Protran), da Petrobras, o laboratório será instalado no Centro de Tecnologia Senai Solda, no Maracanã. O início das atividades está previsto para o primeiro semestre de 2013.
O termo de cooperação, com duração de 36 meses, demonstra o esforço da Petrobras em promover o desenvolvimento tecnológico da indústria e o mercado de trabalho brasileiros, fortalecendo toda a cadeia produtiva de fornecedores da Companhia.
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22 de novembro de 2012 / 17:16
A Petrobras, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Fábrica Carioca de Catalisadores (FCC S.A), inaugurou nesta quinta-feira (22/11), no Rio de Janeiro, a Unidade Protótipo de Catalisadores (Procat), destinada à pesquisa de novas tecnologias de preparo de catalisadores ou seus componentes. O Brasil, através da Fábrica Carioca de Catalisadores, é o único país da América Latina que produz catalisadores de FCC (Fluid Catalytic Cracking ou craqueamento catalítico fluido), o maior insumo das refinarias da Petrobras e que, em breve, fabricará catalisadores de hidroprocessamento, fundamentais para combustíveis automotivos mais adequados ao meio ambiente.
Com capacidade de produzir até 100 quilos de catalisadores por dia, o Procat já iniciou com a Petrobras um projeto de pesquisa, que possui três linhas de trabalho: catalisadores para craqueamento catalítico fluido (processo utilizado para transformar petróleos pesados, de pequeno valor, em derivados leves, de maior valor); catalisadores para abatimento de emissões de CO2 em processos industriais e catalisadores para área de polímeros. Nesta última linha de pesquisa, o trabalho envolve o desenvolvimento de tecnologia para produção de polietileno de alta densidade, cuja principal aplicação para a Petrobras é a produção de cabos de amarração de plataformas. Outro foco deste projeto de pesquisa é a produção de zeólitas em escala piloto, componente importante no catalisador de craqueamento catalítico responsável por converter a carga de petróleo em gasolina.
“O Procat representará uma ponte entre os estudos de laboratório e a produção industrial, colocando o país em uma situação privilegiada no desenvolvimento de processos de produção de catalisadores em geral”, destaca Raul Rawet, gerente de Tecnologia de FCC do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes).
Com um investimento de R$ 27 milhões de reais, a Unidade Protótipo de Catalisadores conta com 1.660m2 de área construída, infraestrutura ecoeficiente e equipamentos que permitem a realização de testes em escala protótipo.
Redes Temáticas
A Petrobras possui parcerias com mais de 100 universidades e instituições de pesquisas de todo o Brasil, chamadas de Redes Temáticas, em que as instituições desenvolvem pesquisas em temas estratégicos para o negócio da Companhia e para a indústria brasileira de energia. A Petrobras vem investindo cerca de R$ 460 milhões anuais, possibilitando às instituições conveniadas a implantação de infraestrutura, aquisição de modernos equipamentos, criação de laboratórios de padrão mundial de excelência, capacitação de pesquisadores, recursos humanos e desenvolvimento de projetos de Pesquisa & Desenvolvimento nas áreas de interesse, como petróleo e gás, biocombustíveis e preservação ambiental.
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/ 14:41
A Petrobras e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) inauguraram nesta quarta-feira (21/11) a ampliação do laboratório da Divisão de Recursos Microbianos (DRM) do Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA) da Unicamp. O projeto é uma contribuição da Petrobras ao aprimoramento da capacidade de pesquisas integradas nas áreas de Geoquímica, Microbiologia e Biocatálise, básicas para o entendimento de processos e mecanismos microbiológicos que podem alterar de modo significativo as características do petróleo, especialmente a biodegradação em reservatórios petrolíferos.
O novo prédio recebeu o investimento de R$ 4 milhões da Petrobras. Com 390m² de área construída, as instalações aumentam significativamente a infraestrutura do laboratório, permitindo a aquisição e operação de equipamentos analíticos e a execução de análises moleculares do petróleo. “A adequação da infraestrutura do novo prédio da DRM/CPQBA segue rígidas normas de biossegurança e controle de qualidade, abrindo grandes perspectivas para o desenvolvimento de novas frentes de pesquisa”, disse Eugenio Vaz dos Santos Neto, consultor do Centro de Pesquisas da Petrobras, durante a solenidade de inauguração. O reitor da Universidade de Campinas, Fernando Ferreira Costa, e o coordenador do CPQBA, Francisco Reis, também participaram do evento.
Os recursos investidos fazem parte da obrigação contratual de investimentos em Pesquisa & Desenvolvimento, assumida pela Petrobras nos contratos de concessão de campos petrolíferos sujeitos à participação especial, firmados com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Redes Temáticas
A Petrobras coordena 49 redes temáticas de pesquisa e desenvolvimento, que envolvem mais de 100 universidades e instituições de pesquisas de todo o Brasil. Nas redes, as instituições desenvolvem pesquisas em temas estratégicos para o negócio da Petrobras e para a indústria brasileira de energia. A Petrobras vem investindo cerca de R$ 460 milhões anuais, em média, possibilitando às instituições conveniadas a implantação de infraestrutura, aquisição de modernos equipamentos, criação de laboratórios de padrão mundial de excelência, capacitação de pesquisadores, recursos humanos e desenvolvimento de projetos de Pesquisa & Desenvolvimento nas áreas de interesse da Companhia, como petróleo e gás, biocombustíveis e preservação ambiental.
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10 de novembro de 2012 / 08:00
A Petrobras finalizou, na última sexta-feira (9/11), etapa de testes de desempenho de veículos com o uso de B20, mistura de 20% de biodiesel no diesel, pela primeira vez, no Rio de Janeiro. Essa fase é parte das avaliações finais após os testes de campo realizados em diferentes regiões do país. A frota, composta por oito veículos, já rodou 100 mil quilômetros desde 2011, passando por Bahia, Sergipe, Alagoas, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, em circuitos urbanos e rodoviários, e submetida a diferentes condições climáticas.
A próxima fase será a avaliação de emissões e do desempenho dos motores em bancada de testes, seguida de análise do comportamento das peças e componentes. Todos os resultados serão comparados com os obtidos em veículos semelhantes, submetidos às mesmas condições de teste, porém usando o B5. A fase de avaliação de motores pelos fabricantes começa na próxima semana.
O objetivo do projeto de pesquisa é avaliar o comportamento dos motores com a utilização do B20. Hoje, o óleo diesel comercializado no país recebe, obrigatoriamente, uma adição de 5% de biodiesel (B5). Após essa etapa de testes, que ocorre em uma pista do Exército em Barra de Guaratiba, os motores dos veículos – modelos Ford Ranger (tecnologia Euro III) e Ford Transit (tecnologia Euro IV) – serão enviados aos fabricantes. A frota possui quatro veículos com B20 e quatro com B5.
Iniciado em setembro de 2010, o projeto – conduzido pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) – é realizado em parceria com a Petrobras Biocombustível, a Petrobras Distribuidora, a Universidade de Salvador (Unifacs) e conta com a participação da Ford, Michelin, SENAI/Cimatec (Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia), da MWM International, da Mahle Metal Leve, da Continental e da TI Automotive.
Testes de desempenho - A avaliação nos veículos é feita por meio de ensaios de retomada e aceleração, e consistem na medição do tempo necessário ao veículo para sair de uma velocidade e alcançar uma outra, em aceleração máxima. As distâncias, as velocidades e os tempos de deslocamento são medidos com precisão por meio de um sensor ótico instalado na lateral do veículo. O equipamento utilizado, um Correvit Acqua L350, conta também com sistemas de aquisição de dados e de controle automático dos pontos de início e de fim da aceleração.
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