Destaques internacionais

25/06/2009

A notícia mais importante desta quinta-feira envolvendo a Petrobras é o anúncio da parceria da empresa com a Vale S.A. O investimento está gerando bastante especulação. Segundo a matéria da Bloomberg a parceria pode ser relacionada à produção de gás natural, já que a Vale pretende substituir diesel por gás em suas locomotivas. A Upstream afirma que fontes revelam a intenção de expandir os investimentos para o desenvolvimento conjunto das reservas de petróleo na costa. Já a Dow Jones apenas anuncia a parceria em nota menor.

http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601086&sid=ancr1axxoU00

http://www.tradingmarkets.com/.site/news/Stock%20News/2387307/

http://www.upstreamonline.com/live/article181693.ece

A Bloomberg e a BNamericas deram nota sobre a descoberta de petróleo na Bacia Espírito Santo na costa. Segundo as notas, a Petrobras ainda não determinou se o petróleo é comerciável. No dia 17 deste mês a Upstream tinha nota sobre a intenção da empresa de priorizar a exploração no bloco.

http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601086&sid=aFjxRoCzsLN8

http://www.bnamericas.com/story.xsql?id_sector=9&id_noticia=482612&Tx_idioma=I&source=

A notícia da compra da empresa de exploração de petróleo suíça ADDAX pela Sinopec, refinaria chinesa, dominou os noticiários de hoje. O Financial Times afirma que, de acordo com o Dealogic, este é o maior investimento do país no setor do petróleo e gás. A Reuters tem nota na mesma linha. Segundo a Forbes, analistas consideram a transação cara e dizem que diminuirá a possibilidade de uma injeção de ativos na empresa listada. The Guardian também tem matéria sobre a transação, que segundo o jornal possibilita que a China não dependa apenas da produção nacional de petróleo, ao garantir acesso às reservas no Iraque com a compra da ADDAX. Além disso, cita a compra em matéria sobre o mercado. O New York Times afirma que a Sinopec se referiu à compra como uma “transação transformadora” que ajudaria a empresa a expandir para a África Ocidental e Iraque, de acordo com seus objetivos estratégicos. Além disso, a empresa chinesa disse que os projetos em águas profundas da ADDAX são particularmente promissores para seu desenvolvimento e crescimento. A Bloomberg afirma que, segundo Gordon Kwan, chefe da pesquisa de energia regional da Mirae Asset Securities Ltd. em Hong Kong, “esta poderia ser uma grande cartada para a empresa listada da Sinopec, através da injeção de ativos potenciais devido a sua necessidade de incrementar a base do recurso em alta para sustentar o crescimento na produção a longo prazo”. O Wall Street Journal on-line,. CNN online e China Daily também têm despacho sobre o assunto.

http://www.ft.com/cms/s/0/290095b6-60a9-11de-aa12-00144feabdc0.html

http://www.forbes.com/feeds/afx/2009/06/24/afx6584303.html

http://www.guardian.co.uk/business/feedarticle/8575811

http://www.guardian.co.uk/business/2009/jun/24/oil-company-sinopec-addax-mergerhttp://www.reuters.com/article/euMergersNews/idUSBNG47726120090625

http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601082&sid=amJyYy434t7k

http://www.presseportal.de/pm/63085/1429125/addax_petroleum_corporation

http://www.nytimes.com/2009/06/25/business/global/25sinopec.html

http://online.wsj.com/article/SB124585929640248201.html

http://money.cnn.com/magazines/fortune/global500/2008/snapshots/10694.html

http://www.chinadaily.com.cn/china/2009-06/25/content_8322086.htm

Les Eches, jornal de finanças francês, cita a Petrobras em matéria sobre o assunto. Segundo a notícia, a Sinopec e a PetroChina assinaram um acordo com a Petrobras para o fornecimento de 100.000 a 160.000 barris de petróleo por dia em troca de 10 milhões de dólares. O jornal canadense The Globe and Mail também cita a Petrobras na mesma linha, em matéria sobre a avalanche de aquisições da China no setor petroleiro nos últimos tempos, aproveitando a baixa dos preços do petróleo cru e o encolhimento dos mercados de crédito. Segundo a matéria, os investimentos chineses são globalmente bem-vindos no mercado com a diminuição de gastos devido à alta recorde nos preços do barril no ano passado. Afirmam também que a compra da ADDAX pela Sinopec é um dos sinais mais fortes de que a tomada de recursos internacionais pela China é real e está se fortalecendo.

http://www.lesechos.fr/info/energie/4879771-petrole-sinopec-passe-a-l-offensive-a-l-etranger.htm

http://www.theglobeandmail.com/globe-investor/sinopec-buys-addax-petroleum/article1195713/

A Upstream tem nota sobre o contrato da GE Oil & Gas para o fornecimento de quatro sistemas de cabeça de poços submarinos da VectoGray e aluguel de ferramentas para a OGX Oil & Gas no Brasil.

http://www.upstreamonline.com/live/article181633.ece

No site do Wall Street Journal, materia sobre investimentos em papéis de empresas no setor de petróleo cita a Petrobras como “top holding” do analista ouvido, Kristian Falnes, gerente de portfolio para Skagen Funds.

O site The Motley Fool cita de forma favorável as descobertas da Petrobras em matéria de análise da posição da Shell.

E o site Guru Focus traz análise do desempenho do portfolio de George Soros, com destaque para a Petrobras.

E ainda no site do Wall Street Journal, comunicado da descoberta de petróleo na Bacia do Espírito Santo.

A compra da companhia de exploração de petróleo Addax Petroleum – com sede na Suíça, listada na Bolsa de Londres e de Toronto – pela chinesa Sinopec por US$ 7,19 bilhões ganhou grande destaque na mídia internacional.

Alguns jornais citaram o negócio fechado pela China com a Petrobras em suas análises dos movimentos da China na busca de garantir suprimento de commodities. Entre eles o francês Les Echos, o Wall Street Journal, o canadense The Globe and Mail.

Na Argentina, o jornal Pagina 12 critica a posição do candidato Francisco de Narvaez (principal opositor de Nestor Kirchner em Buenos Aires nas eleições) por contradição em relação a privatização ou estatização de empresas. Em sua defesa, Jorge Macri, candidato a deputado de Union-PRO disse: “Parece-me que a discussão não é público ou privado. É fazer as coisas bem ou mal. Se o modelo de público é Petrobras, aderimos todos; se é Aerolíneas, rechaçamos todos, Francisco, Mauricio e eu”.

O jornal El Cronista traz matéria que diz que a presidente Cristina Kirchner participou de anúncios de investimento de US$ 650 milhões nesta campanha, um terço do que fez seu marido nas eleições de 2007 que a levaram ao cargo. Cita a inauguração de geradora da Petrobras.